{"id":687330,"date":"2026-10-30T15:08:51","date_gmt":"2026-10-30T15:08:51","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=687330"},"modified":"2026-10-30T17:26:36","modified_gmt":"2026-10-30T17:26:36","slug":"faturamento-real-das-pmes-desacelera-no-3t2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/10\/faturamento-real-das-pmes-desacelera-no-3t2026\/","title":{"rendered":"Faturamento real das PMEs desacelera no 3T2026"},"content":{"rendered":"<p><b><a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>, 16 de outubro de 2026 &ndash; <\/b><span style=\"font-weight: 400\">O &Iacute;ndice Omie de Desempenho Econ&ocirc;mico das PMEs (IODE-PMEs) mostra que a movimenta&ccedil;&atilde;o financeira real m&eacute;dia das pequenas e m&eacute;dias empresas brasileiras consolidou um cen&aacute;rio de desacelera&ccedil;&atilde;o e encerrou o terceiro trimestre de 2026 praticamente est&aacute;vel, com leve alta de 0,6% na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. O resultado reflete uma piora geral no ambiente macroecon&ocirc;mico nacional, que passou a limitar o &iacute;mpeto de crescimento dos neg&oacute;cios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O IODE-PMEs funciona como um term&ocirc;metro da atividade econ&ocirc;mica das empresas com faturamento anual de at&eacute; R$ 50 milh&otilde;es, acompanhando 756 atividades econ&ocirc;micas distribu&iacute;das entre os setores de Com&eacute;rcio, Ind&uacute;stria, Infraestrutura e Servi&ccedil;os.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A sustenta&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice em campo ligeiramente positivo ocorreu em um cen&aacute;rio de fortes press&otilde;es do lado da demanda. O &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Consumidor (ICC), calculado pela FGV, recuou 0,5 ponto em setembro, registrando o quinto m&ecirc;s consecutivo de queda e atingindo 84,2 pontos, o menor n&iacute;vel desde novembro de 2022. Esse cen&aacute;rio de pessimismo est&aacute; diretamente relacionado ao comprometimento do or&ccedil;amento das fam&iacute;lias, em decorr&ecirc;ncia do crescente endividamento da popula&ccedil;&atilde;o, que j&aacute; destina 28,7% da renda mensal ao pagamento de d&iacute;vidas, segundo dados do Banco Central do Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No mercado de trabalho, a din&acirc;mica geral do pa&iacute;s segue resiliente, com a taxa de desemprego mais recente apurada pelo IBGE marcando 5,3% no trimestre encerrado em agosto, um patamar de m&iacute;nima hist&oacute;rica. Por outro lado, mesmo com esse cen&aacute;rio de aquecimento, j&aacute; h&aacute; sinais de alerta: as admiss&otilde;es formais no varejo acumulam queda de 2% no ano, acendendo um sinal amarelo na gera&ccedil;&atilde;o de emprego do setor.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O cen&aacute;rio de custos e cr&eacute;dito tamb&eacute;m imp&otilde;e barreiras significativas para o avan&ccedil;o das PMEs. A infla&ccedil;&atilde;o voltou a pressionar as opera&ccedil;&otilde;es: o IPCA acelerou 0,82% em setembro, puxado principalmente pela persist&ecirc;ncia da alta de alimentos e energia. No acumulado em 12 meses, o &iacute;ndice oficial de infla&ccedil;&atilde;o chegou a 4,58%, voltando a operar acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No campo monet&aacute;rio, o contexto de juros permanece muito restritivo, acompanhando a desacelera&ccedil;&atilde;o da atividade econ&ocirc;mica captada tanto pelo IODE-PMEs quanto pelas pesquisas mensais do IBGE. Dessa forma, o mercado financeiro v&ecirc; espa&ccedil;o para cortes apenas graduais na taxa Selic, com estimativas do boletim Focus apontando para uma taxa b&aacute;sica de 13,25% ao fim do ano.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Do ponto de vista setorial, os resultados do IODE-PMEs voltam a evidenciar ritmos bastante distintos entre os segmentos no terceiro trimestre. As PMEs da Ind&uacute;stria perderam tra&ccedil;&atilde;o e recuaram 1,4% na compara&ccedil;&atilde;o anual, interrompendo uma sequ&ecirc;ncia positiva de cinco trimestres consecutivos de avan&ccedil;o. O &iacute;ndice sofreu um peso significativo do recuo observado nas Ind&uacute;strias Extrativas. J&aacute; na Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o, o resultado foi mais est&aacute;vel, com 11 dos 23 segmentos acompanhados operando no campo positivo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Embora no acumulado do ano (YTD) o setor ainda opere em crescimento, o peso do ambiente econ&ocirc;mico restritivo j&aacute; &eacute; claramente verificado na produ&ccedil;&atilde;o. De toda forma, os principais destaques industriais do trimestre foram &lsquo;Prepara&ccedil;&atilde;o de couros&rsquo;, &lsquo;Fabrica&ccedil;&atilde;o de produtos de borracha&rsquo; e &lsquo;Fabrica&ccedil;&atilde;o de alimentos&rsquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No setor de Servi&ccedil;os, o desempenho das PMEs no trimestre foi considerado est&aacute;vel, com varia&ccedil;&atilde;o marginal negativa de 0,2% no comparativo anual. O segmento tem operado com resultados inconstantes desde o &uacute;ltimo trimestre de 2025, variando entre avan&ccedil;os contidos e desacelera&ccedil;&otilde;es pontuais. Ainda assim, houve destaques positivos em &aacute;reas como &lsquo;Servi&ccedil;os para edif&iacute;cios e atividades paisag&iacute;sticas&rsquo;, &lsquo;Publicidade e pesquisa de mercado&rsquo; e &lsquo;Atividades de servi&ccedil;os financeiros&rsquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J&aacute; o Com&eacute;rcio foi o grande respons&aacute;vel por sustentar o &iacute;ndice no campo positivo neste trimestre. O faturamento das PMEs do setor avan&ccedil;ou 2,1%, marcando o segundo avan&ccedil;o trimestral seguido. O crescimento foi observado tanto no atacado (+3,6%) quanto no varejo (+1,1%). No acumulado do ano, o Com&eacute;rcio registra alta de 1,5%, resultado contido apenas pelo desempenho mais fraco no primeiro trimestre de 2026. Entre as atividades que mais tracionaram o &iacute;ndice, destacam-se &lsquo;Varejo de artigos fotogr&aacute;ficos e para filmagem&rsquo;, &lsquo;Varejo de artigos de joalheria&rsquo; e &lsquo;Varejo de bebidas&rsquo;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O setor de Infraestrutura registrou um ligeiro avan&ccedil;o de 0,4% no terceiro trimestre. O resultado foi impactado de forma favor&aacute;vel pela recupera&ccedil;&atilde;o de &lsquo;Servi&ccedil;os especializados para constru&ccedil;&atilde;o&rsquo;, que ajudou a manter o consolidado do segmento no terreno positivo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por fim, o IODE-PMEs tamb&eacute;m permite uma leitura regional do desempenho das pequenas e m&eacute;dias empresas brasileiras. No terceiro trimestre de 2026, o &iacute;ndice manteve-se est&aacute;vel no Sudeste (+0,3% YoY) &mdash; regi&atilde;o que concentra a maior parte das empresas ativas do pa&iacute;s, enquanto avan&ccedil;ou nas regi&otilde;es Norte (+7,2%) e Nordeste (+4,2%). Em contrapartida, o &iacute;ndice inverteu o sinal na regi&atilde;o Sul (-0,5%), que vinha em expans&atilde;o. J&aacute; o Centro-Oeste registrou o terceiro recuo trimestral consecutivo (-6,4%).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Mercado das pequenas e m&eacute;dias empresas perde f&ocirc;lego e 2027 deve ser de crescimento moderado<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os resultados abaixo do esperado ao longo do terceiro trimestre motivaram uma revis&atilde;o baixista da proje&ccedil;&atilde;o do IODE-PMEs para 2026. A estimativa passou de +2,6% para +2,2% frente a 2025, ano em que o &iacute;ndice registrou crescimento de 1,8%. Como mostra a Sondagem Omie das PMEs, a manuten&ccedil;&atilde;o dos juros em patamar elevado por um per&iacute;odo prolongado tem pesado sobre as opera&ccedil;&otilde;es das pequenas e m&eacute;dias empresas: o cr&eacute;dito mais caro comprime margens, encarece o capital de giro e adia investimentos. Esse efeito se soma &agrave; pr&oacute;pria desacelera&ccedil;&atilde;o da economia, que ficou mais evidente no segundo semestre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O movimento est&aacute; em linha com o que v&ecirc;m sinalizando os principais agentes de mercado. A mediana das expectativas do Boletim Focus do Banco Central para o PIB de 2026, que chegou a se aproximar de 2,0% no meio do ano, recuou para cerca de 1,85%, e a proje&ccedil;&atilde;o para 2027 caiu para algo em torno de 1,4%. O quadro &eacute; de perda de f&ocirc;lego da atividade, ainda que sem interrup&ccedil;&atilde;o do crescimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No curto prazo, a renda e o mercado de trabalho seguem como os principais pilares de sustenta&ccedil;&atilde;o do consumo, um dos motores das PMEs. O desemprego em n&iacute;veis baixos, os ganhos de rendimento real e a pol&iacute;tica fiscal expansionista, com reajustes reais do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo e amplia&ccedil;&atilde;o de programas de transfer&ecirc;ncia de renda e cr&eacute;dito, continuam amortecendo a desacelera&ccedil;&atilde;o. Esse mesmo conjunto de fatores, contudo, amplia os desafios fiscais adiante e limita o espa&ccedil;o para uma queda mais r&aacute;pida dos juros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Pelo lado dos custos e do cr&eacute;dito, o cen&aacute;rio permanece adverso para o empres&aacute;rio. As tens&otilde;es no Oriente M&eacute;dio mantiveram pressionados os pre&ccedil;os do petr&oacute;leo e dos combust&iacute;veis, com reflexos sobre cadeias produtivas relevantes. As expectativas de infla&ccedil;&atilde;o para 2026 seguem acima do teto da meta, ao redor de 5%, e o mercado projeta a Selic encerrando o ano em 13,25%. Na pr&aacute;tica, isso significa que o al&iacute;vio monet&aacute;rio chega devagar e que o custo do dinheiro continuar&aacute; sendo um dos principais limitadores para as PMEs nos pr&oacute;ximos meses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A esse ambiente soma-se uma elevada incerteza pol&iacute;tica. Os contornos da pol&iacute;tica econ&ocirc;mica do pr&oacute;ximo governo, sobretudo na condu&ccedil;&atilde;o fiscal, ainda est&atilde;o em aberto. Nesse contexto, a postura conservadora nas decis&otilde;es de investimento e contrata&ccedil;&atilde;o tende a se manter at&eacute; que haja maior clareza sobre a agenda econ&ocirc;mica a partir de 2027.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para 2027, a proje&ccedil;&atilde;o do IODE-PMEs foi praticamente mantida, passando de 1,7% para 1,8%. A estimativa reflete um ano de transi&ccedil;&atilde;o: o ciclo de cortes da Selic deve ganhar intensidade, mas os juros ainda permanecer&atilde;o em patamar restritivo e seus efeitos sobre a economia real chegam com defasagem. A ressalva &eacute; que 2027 segue permeado por incertezas, especialmente no campo fiscal. A trajet&oacute;ria de alta da d&iacute;vida p&uacute;blica, a continuidade da expans&atilde;o de aux&iacute;lios e programas de transfer&ecirc;ncia de renda e a necessidade de ajuste das contas desenham um horizonte em que a credibilidade fiscal do novo governo ser&aacute; determinante para o ritmo de queda dos juros e, por consequ&ecirc;ncia, para a confian&ccedil;a de empres&aacute;rios e consumidores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O cen&aacute;rio externo segue como componente decisivo. Os entraves nas rela&ccedil;&otilde;es comerciais com os Estados Unidos, em especial as amea&ccedil;as e medidas tarif&aacute;rias, e os efeitos dos conflitos em curso no mundo, com destaque para a guerra no Ir&atilde; e sua influ&ecirc;ncia sobre o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis, continuam como fontes relevantes de volatilidade. Ainda que muitas pequenas e m&eacute;dias empresas se enxerguem distantes dessa realidade, a cadeia de efeitos &eacute; concreta: um choque no petr&oacute;leo eleva o custo do frete e dos insumos, pressiona a infla&ccedil;&atilde;o, adia cortes de juros e encarece o cr&eacute;dito, chegando, ao final, ao caixa do pequeno empreendedor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em s&iacute;ntese, a reta final de 2026 e o in&iacute;cio de 2027 re&uacute;nem um duplo desafio para as PMEs brasileiras: de um lado, lidar com uma atividade em desacelera&ccedil;&atilde;o, juros ainda elevados e um quadro pol&iacute;tico e fiscal indefinido; de outro, atravessar marcos decisivos da Reforma Tribut&aacute;ria, que deixou de ser um tema de estudo e passou a exigir decis&otilde;es concretas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">At&eacute; 30 de outubro, as empresas do Simples Nacional precisam decidir se recolher&atilde;o o IBS e a CBS dentro do DAS ou pelo regime regular, o chamado Simples Nacional H&iacute;brido, com efeitos para o primeiro semestre de 2027. Quem optar pelo modelo h&iacute;brido ainda poder&aacute; desistir, em car&aacute;ter irretrat&aacute;vel, entre 3 de novembro e 20 de dezembro, j&aacute; com mais clareza sobre a al&iacute;quota da CBS para 2027. Em seguida, em janeiro de 2027, tem in&iacute;cio a transi&ccedil;&atilde;o do PIS\/Cofins para a CBS, primeiro passo efetivo da substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria que se estender&aacute; at&eacute; 2033. Diante desse calend&aacute;rio, o planejamento n&atilde;o pode ficar para depois: as decis&otilde;es tomadas agora ser&atilde;o determinantes para a competitividade e, em muitos casos, para a pr&oacute;pria sobreviv&ecirc;ncia das PMEs nos pr&oacute;ximos anos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Sobre o &Iacute;ndice Omie de Desempenho Econ&ocirc;mico das PMEs (IODE-PMEs)<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Compreendendo a relev&acirc;ncia das PMEs no desempenho econ&ocirc;mico do nosso pa&iacute;s, a Omie desenvolveu o &Iacute;ndice Omie de Desempenho Econ&ocirc;mico das PMEs (IODE-PMEs), que acompanha as atividades econ&ocirc;micas das pequenas e m&eacute;dias empresas brasileiras. A pesquisa da scale-up Omie &eacute; um tipo de apura&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita entre as empresas do segmento, atuando como um term&ocirc;metro econ&ocirc;mico das empresas com faturamento de at&eacute; R$ 50 milh&otilde;es anuais, al&eacute;m de oferecer uma an&aacute;lise segmentada setorialmente do mercado de PMEs no Brasil. Para elaborar os &iacute;ndices, a Omie analisa dados agregados e anonimizados de movimenta&ccedil;&otilde;es financeiras de contas a receber de mais de 180 mil clientes, cobrindo 756 CNAEs (de 1.332 subclasses existentes) &mdash; considerando filtros de representatividade estat&iacute;stica. Os dados s&atilde;o deflacionados com base nas aberturas do IGP-M (FGV), tendo como base o &iacute;ndice vigente no &uacute;ltimo m&ecirc;s de an&aacute;lise, com o objetivo de expurgar o efeito meramente inflacion&aacute;rio na s&eacute;rie temporal, permitindo que se observe a evolu&ccedil;&atilde;o das movimenta&ccedil;&otilde;es financeiras em termos reais.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre a Omie<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Fundada em 2013 por Marcelo Lombardo e Rafael Olmos, a Omie tem o prop&oacute;sito de destravar o crescimento de todos os tipos de neg&oacute;cios, oferecendo um sistema de gest&atilde;o inovador, completo e ilimitado, ancorada em quatro grandes pilares: Gest&atilde;o, por meio do software; Educa&ccedil;&atilde;o, por meio da Omie.Academy; Finan&ccedil;as, por meio de linhas de cr&eacute;dito e solu&ccedil;&otilde;es para apoio &agrave; gest&atilde;o de PMEs; e Comunidade, por meio de um ecossistema que conecta clientes, fornecedores e prestadores de servi&ccedil;os. L&iacute;der do segmento, a empresa conta com mais de 27 mil escrit&oacute;rios cont&aacute;beis parceiros, mais de 180 mil clientes, aproximadamente 1600 colaboradores. Atualmente, o Omie processa mais de R$ 35 bilh&otilde;es em notas fiscais emitidas por m&ecirc;s, representando um fluxo de cerca de 3,5% do PIB brasileiro.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a class=\"glossaryLink\" aria-describedby=\"tt\" data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\" href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\" data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]' tabindex=\"0\" role=\"link\">S&atilde;o Paulo<\/a>, 16 de outubro de 2026 &ndash; O &Iacute;ndice Omie de Desempenho Econ&ocirc;mico das PMEs&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[],"class_list":["post-687330","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-eventos","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/687330","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=687330"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/687330\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":687366,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/687330\/revisions\/687366"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=687330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=687330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=687330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}