{"id":653925,"date":"2026-10-06T19:22:47","date_gmt":"2026-10-06T19:22:47","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=653925"},"modified":"2026-10-06T20:40:21","modified_gmt":"2026-10-06T20:40:21","slug":"carolina-garcia-marques-representa-o-teatro-de-animacao-brasileiro-na-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/10\/carolina-garcia-marques-representa-o-teatro-de-animacao-brasileiro-na-china\/","title":{"rendered":"Carolina Garcia Marques representa o teatro de anima\u00e7\u00e3o brasileiro na China"},"content":{"rendered":"<p>Com &ldquo;Habite-me&rdquo;, artista integra o Ano Cultural Brasil&ndash;China; programa&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne festivais, oficinas e masterclasses em Pequim e Xangai<\/p>\n<p><a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a> (SP), 6 de outubro de 2026 &ndash; O espet&aacute;culo &ldquo;Habite-me&rdquo;, criado e interpretado pela atriz-marionetista Carolina Garcia Marques, chega &agrave; China como parte da programa&ccedil;&atilde;o do Ano Cultural Brasil&ndash;China. A artista representa o teatro de anima&ccedil;&atilde;o brasileiro em uma agenda de apresenta&ccedil;&otilde;es, oficinas e interc&acirc;mbios. A circula&ccedil;&atilde;o conta com apoio da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Minist&eacute;rio da Cultura, por meio do programa Brasil Conex&otilde;es Internacionais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>De 6 a 12 de outubro, Carolina participa do Beijing International Puppet Festival, em Pequim, com o solo e uma oficina. Na sequ&ecirc;ncia, de 14 a 17 de outubro, integra o China Shanghai International Arts Festival (CSIAF), em Xangai. A programa&ccedil;&atilde;o inclui ainda masterclasses de Contemporary Puppetry com Tito Lorefice, na Central Academy of Drama, em Pequim: no dia 27, para estudantes do terceiro ano, e no dia 28, para turmas do primeiro ano.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Levar &lsquo;Habite-me&rsquo; para a China &eacute; tamb&eacute;m perceber como essa pesquisa se transforma no encontro com outras pessoas e outros contextos. Representar o Brasil neste momento de aproxima&ccedil;&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses tem um significado especial e desperta uma vontade de aprender. Espero que a gente possa compartilhar o que faz, conhecer o que os artistas de l&aacute; est&atilde;o criando e ampliar essas rela&ccedil;&otilde;es. Uma experi&ecirc;ncia continua na outra, e esses encontros passam a fazer parte do trabalho&rdquo;, afirma Carolina Garcia Marques.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Entre os dias 7 e 18 de novembro, o espet&aacute;culo Habite-me integra a programa&ccedil;&atilde;o do Daliangshan International Theater Festival, em Xichang, cidade situada no sul da prov&iacute;ncia de Sichuan, na China, e sede da Prefeitura Aut&ocirc;noma Yi de Liangshan. As apresenta&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o realizadas no Teatro n&ordm; 19 (NO.19 Theater), no dia 8 de novembro, &agrave;s 14h30 e &agrave;s 19h30.<br>\nA viagem acontece ap&oacute;s uma sequ&ecirc;ncia de apresenta&ccedil;&otilde;es e atividades pedag&oacute;gicas. Em setembro, Carolina esteve no FITAZ, em La Paz, na Bol&iacute;via, onde apresentou &ldquo;Habite-me&rdquo; e ministrou a oficina &ldquo;Cuerpo y t&iacute;tere: escucha, movimiento y presencia&rdquo;. Depois, circulou por Maring&aacute;, Bela Vista do Para&iacute;so e Londrina, no Paran&aacute;, com o espet&aacute;culo e oficinas de princ&iacute;pios b&aacute;sicos para o teatro de formas animadas. Nos dias 30 de setembro e 1&ordm; de outubro, o solo integrou o Animaforma, no Sesc 24 de Maio, em <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Um corpo que se transforma em cena<br>\nEm &ldquo;Habite-me&rdquo;, Carolina se desdobra em sete personagens por meio de m&aacute;scaras, bonecos e dan&ccedil;a. O espet&aacute;culo explora diferentes maneiras de ocupar o pr&oacute;prio corpo e de se relacionar com o mundo. Na linguagem do teatro de formas animadas, bonecos, m&aacute;scaras e objetos ganham vida pela atua&ccedil;&atilde;o; nesta montagem, o corpo da int&eacute;rprete tamb&eacute;m se torna espa&ccedil;o onde a narrativa acontece. &ldquo;Habitar, para mim, come&ccedil;a na forma como eu ocupo este corpo e me relaciono com aquilo que est&aacute; ao meu redor. Depois v&ecirc;m a roupa, o outro, o contexto social, o planeta e o universo. O espet&aacute;culo percorre essas diferentes camadas de fazer parte&rdquo;, explica Carolina.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com dire&ccedil;&atilde;o e dramaturgia de Paulo Balardim, bonecos e m&aacute;scaras da canadense Emilie Racine e trilha sonora original do compositor belga Tuur Florizoone, a montagem constr&oacute;i imagens sobre amor, mem&oacute;ria, envelhecimento, vida e morte. A cenografia &eacute; de Elcio Rossini, os figurinos s&atilde;o de Cris Lisot e a produ&ccedil;&atilde;o executiva &eacute; da L&iacute;ria Cultural.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A cria&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou em 2017, durante uma resid&ecirc;ncia de pesquisa em Montreal, realizada por meio de uma parceria entre o Festival Casteliers, o Conselho das Artes de Montreal, o bairro de Outremont e o Espa&ccedil;o de Resid&ecirc;ncia Art&iacute;stica Vale Arvoredo. O processo prosseguiu no Brasil e reuniu profissionais de diferentes pa&iacute;ses.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Estreado em 2019, &ldquo;Habite-me&rdquo; recebeu, em 2021, o Pr&ecirc;mio APTR de melhor espet&aacute;culo em formato virtual. Em 2023, integrou a mostra oficial do Festival Mundial de Teatros de Marionetes de Charleville-M&eacute;zi&egrave;res, na Fran&ccedil;a.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Da bicicleta aos palcos internacionais<br>\nA trajet&oacute;ria que agora leva Carolina &agrave; China come&ccedil;ou na periferia de Porto Alegre. Aos 13 anos, ela assistiu a uma pe&ccedil;a de teatro pela primeira vez, por meio da escola p&uacute;blica onde estudava. Naquele per&iacute;odo, n&atilde;o tinha acesso regular &agrave; arte nem recursos para se deslocar em busca de forma&ccedil;&atilde;o. Um ano depois, uma bicicleta recebida de presente ampliou suas possibilidades de circular pela cidade.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com ela, passou a chegar a projetos culturais, oficinas e grupos de teatro. &ldquo;Eu fui buscando refer&ecirc;ncias, oficinas e espa&ccedil;os. Com a bicicleta, conseguia chegar a lugares que antes estavam fora do meu alcance&rdquo;, conta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A primeira aproxima&ccedil;&atilde;o com a cria&ccedil;&atilde;o c&ecirc;nica aconteceu quando uma professora prop&ocirc;s &agrave; turma a montagem de uma pe&ccedil;a. Carolina assumiu parte da organiza&ccedil;&atilde;o e encontrou no processo atividades que continuariam presentes em sua carreira.<br>\n&ldquo;A gente teve que construir o cen&aacute;rio, pensar no texto e organizar o que cada um faria. Eu j&aacute; gostava dessa dimens&atilde;o coletiva e percebi que o teatro reunia muitos elementos que me interessavam&rdquo;, recorda.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Aos 15 anos, ganhou dos familiares um curso de teatro. Ao t&eacute;rmino das aulas, perguntou &agrave; professora como poderia continuar estudando sem pagar. A resposta a levou ao grupo porto-alegrense &Oacute;i N&oacute;is Aqui Traveiz, que oferecia oficinas gratuitas. Carolina passou a frequentar o espa&ccedil;o, acompanhar ensaios e colaborar com as atividades do coletivo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Sua trajet&oacute;ria profissional come&ccedil;ou em 1994. Desde os primeiros anos, conciliou atua&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o. Trabalhou em espet&aacute;culos apresentados em escolas, integrou a primeira forma&ccedil;&atilde;o do grupo Povo da Rua e atuou na produ&ccedil;&atilde;o de festivais, entre eles o Porto Alegre em Cena.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Em uma das primeiras experi&ecirc;ncias independentes, ela e um colega percorriam escolas de &ocirc;nibus para oferecer espet&aacute;culos. Levavam apresenta&ccedil;&otilde;es impressas, negociavam as sess&otilde;es, vendiam ingressos antecipadamente e preparavam materiais pedag&oacute;gicos para acompanhar as montagens. &ldquo;A produ&ccedil;&atilde;o foi uma forma de sobreviver dentro do teatro, e n&atilde;o fora dele. A economia da cultura exige que a gente compreenda v&aacute;rias dimens&otilde;es do trabalho. Eu posso atuar, dar aula, cuidar de um espa&ccedil;o, ajudar na montagem e entender o que as outras pessoas da equipe est&atilde;o fazendo&rdquo;, afirma.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A experi&ecirc;ncia pr&aacute;tica foi acompanhada pela forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Carolina &eacute; licenciada em Artes C&ecirc;nicas e especialista em Economia da Cultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tamb&eacute;m &eacute; formada pelo M&eacute;todo Feldenkrais, abordagem de educa&ccedil;&atilde;o som&aacute;tica voltada &agrave; percep&ccedil;&atilde;o do corpo e do movimento.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O encontro com os bonecos<br>\nO teatro de bonecos ganhou centralidade em sua trajet&oacute;ria a partir de um encontro com o diretor e pesquisador Paulo Balardim. Durante o lan&ccedil;amento de um livro sobre teatro de bonecos, foi organizada uma atividade de improvisa&ccedil;&atilde;o com formas animadas. Carolina colocou um boneco na m&atilde;o pela primeira vez, participou da proposta e venceu o concurso realizado durante o encontro. Depois, recebeu o convite para um curso de seis meses. &ldquo;Quando comecei aquela forma&ccedil;&atilde;o, pensei: era isso que estava faltando&rdquo;, lembra.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A partir dali, iniciou uma investiga&ccedil;&atilde;o continuada sobre anima&ccedil;&atilde;o, movimento e mat&eacute;ria. Integrou a Caixa do Elefante Teatro de Bonecos e participou da cria&ccedil;&atilde;o de &ldquo;A Tecel&atilde;&rdquo;, espet&aacute;culo inspirado na obra de Marina Colasanti. Ap&oacute;s dois anos de pesquisa, a montagem circulou por seis anos e chegou a festivais como os de Edimburgo, na Esc&oacute;cia, e Avignon, na Fran&ccedil;a. Pelo trabalho, Carolina recebeu o Pr&ecirc;mio Braskem de melhor atriz no Porto Alegre em Cena, em 2011.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A pesquisa corporal ganhou novos caminhos com sua forma&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o som&aacute;tica. &ldquo;O m&eacute;todo apareceu quando eu buscava compreender melhor a rela&ccedil;&atilde;o do corpo com a mat&eacute;ria. No trabalho com bonecos, lidamos o tempo todo com gravidade, peso, calor, equil&iacute;brio e movimento. A educa&ccedil;&atilde;o som&aacute;tica trouxe mais percep&ccedil;&atilde;o, menos esfor&ccedil;o e outra qualidade de presen&ccedil;a para essa pesquisa&rdquo;, explica.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Desde 2020, desenvolve &ldquo;Corpo Percurso&rdquo;, investiga&ccedil;&atilde;o que aproxima o teatro de luvas do corpo humano como espa&ccedil;o de representa&ccedil;&atilde;o. Nessa proposta, o int&eacute;rprete atua simultaneamente como manipulador, personagem e territ&oacute;rio onde as cenas acontecem.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Carolina tamb&eacute;m &eacute; cofundadora do Espa&ccedil;o de Resid&ecirc;ncia Art&iacute;stica Vale Arvoredo, no Rio Grande do Sul, e atua na curadoria cultural da Fazenda Tulha, entre Minas Gerais e <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>. Nessas atividades, articula cria&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e rela&ccedil;&otilde;es com o territ&oacute;rio.<br>\n&ldquo;Tenho dificuldade de me definir porque sinto que estou sempre em processo. Uma experi&ecirc;ncia continua na outra. O que espero &eacute; poder contribuir, dentro do meu tamanho, para ampliar nossa rela&ccedil;&atilde;o com o ambiente e com as pessoas, trazendo mais arte e mais camadas de conex&atilde;o&rdquo;, afirma.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>SERVI&Ccedil;O<br>\nAGENDA DA ARTISTA CAROLIN GARCIA MARQUEZ NA CHINA | OUTUBRO DE 2026<br>\n6 a 12 de outubro | Pequim: Beijing International Puppet Festival, com &ldquo;Habite-me&rdquo; e oficina.<br>\n14 a 18 de outubro | Xangai: participa&ccedil;&atilde;o no China Shanghai International Arts Festival (CSIAF).<br>\n27 de outubro | Pequim: masterclass de Contemporary Puppetry com Tito Lorefice, para estudantes do terceiro ano da Central Academy of Drama.<br>\n28 de outubro | Pequim: masterclass de Contemporary Puppetry com Tito Lorefice, para estudantes do primeiro ano da Central Academy of Drama.<br>\n7 a 18\/11 | Xichang, China: Daliangshan International Theater Festival<br>\nLocal das apresenta&ccedil;&otilde;es: Teatro n&ordm; 19 (NO.19 Theater)<br>\nApresenta&ccedil;&otilde;es de Habite-me: 08\/11, &agrave;s 14h30 e &agrave;s 19h30<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com &ldquo;Habite-me&rdquo;, artista integra o Ano Cultural Brasil&ndash;China; programa&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne festivais, oficinas e masterclasses em Pequim&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":653924,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[],"class_list":["post-653925","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-eventos","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/653925","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=653925"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/653925\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":654012,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/653925\/revisions\/654012"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/653924"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=653925"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=653925"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=653925"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}