{"id":635065,"date":"2026-09-24T17:14:24","date_gmt":"2026-09-24T17:14:24","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=635065"},"modified":"2026-09-24T22:20:07","modified_gmt":"2026-09-24T22:20:07","slug":"melatonina-ganha-espaco-e-tecnologia-avanca-no-desenvolvimento-de-formulacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/09\/melatonina-ganha-espaco-e-tecnologia-avanca-no-desenvolvimento-de-formulacoes\/","title":{"rendered":"Melatonina ganha espa\u00e7o e tecnologia avan\u00e7a no desenvolvimento de formula\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O ritmo acelerado da rotina, o uso constante de telas e a dificuldade de desconectar fazem do sono um tema cada vez mais presente nas discuss&otilde;es sobre sa&uacute;de.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/publicacoes\/svsa\/vigitel\/vigitel-brasil-2006-2024.pdf\/view\">Dados do Vigitel 2006-2024<\/a>, levantamento do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de sobre fatores de risco para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, mostram que 20,2% da popula&ccedil;&atilde;o dorme menos de seis horas por noite, enquanto 31,7% relata sintomas de ins&ocirc;nia.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A aten&ccedil;&atilde;o crescente ao sono tamb&eacute;m tem colocado a melatonina em evid&ecirc;ncia. Produzida naturalmente pelo organismo, principalmente pela gl&acirc;ndula pineal, a subst&acirc;ncia participa da regula&ccedil;&atilde;o do ritmo circadiano, funcionando como um dos sinalizadores que ajudam o corpo a reconhecer os per&iacute;odos biol&oacute;gicos de vig&iacute;lia e repouso. Na suplementa&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da presen&ccedil;a do ativo, a forma como ele &eacute; incorporado ao produto tamb&eacute;m faz parte do desenvolvimento.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Gustavo Cadurim, farmac&ecirc;utico, fundador e CEO da Yosen, empresa de base cient&iacute;fica criada a partir de pesquisas da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas da USP de Ribeir&atilde;o Preto, esse &eacute; um aspecto importante na elabora&ccedil;&atilde;o de suplementos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Uma formula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; definida apenas pelo ingrediente que aparece no r&oacute;tulo. A forma como esse ativo &eacute; incorporado, a estabilidade do sistema e o comportamento da formula&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo tamb&eacute;m fazem parte do desenvolvimento. &Eacute; esse conjunto de fatores que precisa ser considerado quando se trabalha com diferentes ativos&rdquo;, explica Cadurim.<br>\nA compreens&atilde;o sobre o papel da melatonina tamb&eacute;m passa pela diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o aos medicamentos utilizados para dormir. A nutricionista Camila Colombo explica que, apesar de aparecerem muitas vezes associados ao mesmo assunto, melatonina e medicamentos hipn&oacute;ticos n&atilde;o devem ser tratados como equivalentes nem utilizados a partir de uma decis&atilde;o pr&oacute;pria.<br>\n&ldquo;A melatonina est&aacute; relacionada &agrave; sinaliza&ccedil;&atilde;o do ciclo circadiano, enquanto medicamentos hipn&oacute;ticos produzem uma a&ccedil;&atilde;o farmacol&oacute;gica sedativa. A avalia&ccedil;&atilde;o profissional &eacute; o que determina qual abordagem faz sentido para cada pessoa&rdquo;, afirma.<br>\n<a href=\"https:\/\/www.thieme-connect.de\/products\/ejournals\/html\/10.1055\/s-0046-1825529\">Estudo brasileiro<\/a> realizado por pesquisadores ligados &agrave; USP e ao Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da USP, publicado na revista Sleep Science, identificou que 60% dos adultos com sintomas de ins&ocirc;nia avaliados utilizavam medicamentos para dormir e cerca de 40% deles relataram uso sem prescri&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A avalia&ccedil;&atilde;o individual tamb&eacute;m deve considerar fatores que v&atilde;o al&eacute;m da suplementa&ccedil;&atilde;o. Hor&aacute;rios de sono, exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz, h&aacute;bitos, alimenta&ccedil;&atilde;o, atividade f&iacute;sica, medicamentos em uso e poss&iacute;veis condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas ajudam a compor esse quadro.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Antes de qualquer suplementa&ccedil;&atilde;o, &eacute; importante investigar hor&aacute;rios de sono e vig&iacute;lia, exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz, h&aacute;bitos, medicamentos em uso e poss&iacute;veis condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas&rdquo;, orienta Camila.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SOBRE A YOSEN &ndash;<\/strong> Com atua&ccedil;&atilde;o no mercado de nutrac&ecirc;uticos e solu&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; sa&uacute;de e qualidade de vida, a Yosen &eacute; a empresa que desenvolveu a Ydrosolv&reg;, uma tecnologia criada por pesquisadores que melhora a forma como o corpo absorve vitaminas e outros nutrientes dos suplementos. A inova&ccedil;&atilde;o funciona porque os nutrientes s&atilde;o envolvidos por pequenas estruturas lip&iacute;dicas, chamadas lipossomas, que protegem os ativos ao longo do trato gastrointestinal e favorecem sua absor&ccedil;&atilde;o.<br>\nCom isso, os nutrientes chegam efetivamente &agrave; corrente sangu&iacute;nea, potencializando a biodisponibilidade e contribuindo para maior efici&ecirc;ncia das formula&ccedil;&otilde;es. O resultado desse processo &eacute; um melhor desempenho com doses menores, al&eacute;m de reduzir desconfortos comuns em alguns tipos de suplementa&ccedil;&atilde;o. Atualmente, a marca possui mais de 20 produtos em seu portf&oacute;lio e atua em diferentes segmentos, como suplementa&ccedil;&atilde;o, farmac&ecirc;utico, cosm&eacute;tico, veterin&aacute;rio e agro, com desenvolvimento conectado a institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa e participa&ccedil;&atilde;o em projetos fomentados por FAPESP, FINEP e CNPq.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ritmo acelerado da rotina, o uso constante de telas e a dificuldade de desconectar fazem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[9,21201],"tags":[40822],"class_list":["post-635065","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciencia","category-destaques","tag-yosen","wpcat-9-id","wpcat-21201-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/635065","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=635065"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/635065\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":635438,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/635065\/revisions\/635438"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=635065"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=635065"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=635065"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}