{"id":632464,"date":"2026-09-22T17:38:39","date_gmt":"2026-09-22T17:38:39","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=632464"},"modified":"2026-09-22T22:26:35","modified_gmt":"2026-09-22T22:26:35","slug":"adocao-de-biofertilizantes-a-base-de-algas-marinhas-amplia-estrategias-de-manejo-na-agricultura-no-brasil-30-dos-biofertilizantes-sao-a-base-de-algas-marinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/09\/adocao-de-biofertilizantes-a-base-de-algas-marinhas-amplia-estrategias-de-manejo-na-agricultura-no-brasil-30-dos-biofertilizantes-sao-a-base-de-algas-marinhas\/","title":{"rendered":"Ado\u00e7\u00e3o de biofertilizantes \u00e0 base de algas marinhas amplia estrat\u00e9gias de manejo na agricultura. No Brasil 30% dos biofertilizantes s\u00e3o a base de algas marinhas"},"content":{"rendered":"<p>O uso de solu&ccedil;&otilde;es &agrave; base de algas marinhas ganha cada vez mais espa&ccedil;o na agricultura brasileira. A tecnologia biol&oacute;gica tem sido incorporada ao manejo de diferentes culturas para melhorar o desenvolvimento das plantas, aumentar a efici&ecirc;ncia no uso de nutrientes e preparar as lavouras para enfrentar situa&ccedil;&otilde;es de estresse. O Brasil representa cerca de 50% do mercado de bioestimulantes da Am&eacute;rica Latina, equivalente a aproximadamente US$ 600 milh&otilde;es. Desse total, cerca de 30% correspondem a solu&ccedil;&otilde;es &agrave; base de algas marinhas, evidenciando a relev&acirc;ncia dessa tecnologia no pa&iacute;s. &ldquo;Com taxas de expans&atilde;o superiores a 10% ao ano projetadas at&eacute; 2031, o segmento, liderado pela alga <i>Ascophyllum nodosum<\/i>, representa uma frente estrat&eacute;gica para o sucesso da agricultura&rdquo;, assinala Bruno Carloto, gerente de Marketing Estrat&eacute;gico da Acadian Sea Beyond para a BU Atlantic (Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai).<br>\nA alga <i>Ascophyllum nodosum<\/i>, esp&eacute;cie origin&aacute;ria do Atl&acirc;ntico Norte, incluindo a costa do Canad&aacute;, destaca-se por ser adaptada a condi&ccedil;&otilde;es ambientais desafiadoras, como varia&ccedil;&otilde;es de mar&eacute;, temperatura, salinidade, luminosidade e per&iacute;odos de seca. &ldquo;Essa capacidade est&aacute; entre os fatores que despertam o interesse dos agricultores pelos compostos bioativos da alga e por seu uso na agricultura&rdquo;, explica Carloto.<br>\nPara o gerente de marketing estrat&eacute;gico da Acadian Sea Beyond, a utiliza&ccedil;&atilde;o de <i>Ascophyllum nodosum <\/i>na agricultura est&aacute; relacionada justamente &agrave; diversidade de compostos presentes em sua composi&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Ela &eacute; rica em compostos bioativos que podem contribuir para diferentes processos fisiol&oacute;gicos das plantas. Por isso, trabalhamos no desenvolvimento de solu&ccedil;&otilde;es que se integrem ao manejo, acompanhando diferentes momentos do ciclo da cultura&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p class=\"ads_banner_text\">\n<\/p><div id=\"ads-790x90-2\" class=\"wjs-ads ads-790x90-2 ads_banner_content\" role=\"region\" data-load=\"790x90xp2\" data-formato=\"790x90\" data-posicao=\"2\" data-fit=\"scale-down\" data-pad=\"0\" aria-label=\"Publicidade\" data-loaded=\"true\"><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al&eacute;m da atua&ccedil;&atilde;o sobre as plantas, os biofertilizantes &agrave; base de <i>Ascophyllum nodosum<\/i> podem integrar estrat&eacute;gias voltadas ao solo e ao sistema radicular, auxiliando o desenvolvimento das ra&iacute;zes e o aproveitamento de &aacute;gua e nutrientes, complementando pr&aacute;ticas j&aacute; adotadas pelo produtor para melhorar as condi&ccedil;&otilde;es do cultivo.<br>\n&ldquo;O solo &eacute; a base de todo o sistema produtivo. Quando favorecemos o desenvolvimento das ra&iacute;zes e a intera&ccedil;&atilde;o da planta com o ambiente, criamos condi&ccedil;&otilde;es mais favor&aacute;veis para que a cultura desenvolva seu potencial&rdquo;, afirma Bruno Carloto.<br>\nEm grandes cultivos, manter a uniformidade e o potencial produtivo diante das varia&ccedil;&otilde;es de clima e das condi&ccedil;&otilde;es do solo representam importantes desafios. Per&iacute;odos de altas temperaturas, d&eacute;ficit h&iacute;drico e fatores de estresse podem comprometer o desenvolvimento das culturas, aumentando a busca por solu&ccedil;&otilde;es eficazes.<br>\n&ldquo;A agricultura moderna precisa olhar para a planta como parte de um sistema. N&atilde;o basta apenas fornecer nutrientes. &Eacute; preciso considerar tamb&eacute;m a capacidade da planta de absorv&ecirc;-los e utiliz&aacute;-los, al&eacute;m do desenvolvimento das ra&iacute;zes e das condi&ccedil;&otilde;es do solo&rdquo;, destaca o gerente da Acadian, maior empresa independente do mundo na colheita e extra&ccedil;&atilde;o de algas marinhas.<br>\n<b>Sobre a Acadian Sea Beyond<\/b><br>\nA Acadian Sea Beyond, fundada em 1981 no Canad&aacute;, &eacute; a maior empresa independente de coleta, manejo e extra&ccedil;&atilde;o de algas marinhas do mundo, al&eacute;m de ser l&iacute;der internacional em solu&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas sustent&aacute;veis baseadas em ci&ecirc;ncia para cultivos de alto valor, bem como para cultivos em larga escala. A empresa est&aacute; comprometida com o desenvolvimento de produtos inovadores e patenteados, com foco em sustentabilidade, produtividade e agricultura regenerativa. Presente em mais de 80 pa&iacute;ses e com cerca de 400 colaboradores em todo o mundo, a Acadian se dedica &agrave; pesquisa com <i>Ascophyllum nodosum<\/i>, a alga marinha mais estudada no mundo e com resultados consistentes para bioestimula&ccedil;&atilde;o de plantas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso de solu&ccedil;&otilde;es &agrave; base de algas marinhas ganha cada vez mais espa&ccedil;o na agricultura&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":632463,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[29,21201],"tags":[34276],"class_list":["post-632464","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-destaques","tag-colunistas","wpcat-29-id","wpcat-21201-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/632464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=632464"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/632464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":632713,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/632464\/revisions\/632713"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/632463"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=632464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=632464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=632464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}