{"id":607418,"date":"2026-09-05T22:53:06","date_gmt":"2026-09-05T22:53:06","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=607418"},"modified":"2026-09-07T20:48:47","modified_gmt":"2026-09-07T20:48:47","slug":"25a-fil-encerra-programacao-com-humor-reflexao-e-encontros-entre-diferentes-geracoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/09\/25a-fil-encerra-programacao-com-humor-reflexao-e-encontros-entre-diferentes-geracoes\/","title":{"rendered":"25\u00aa FIL encerra programa\u00e7\u00e3o com humor, reflex\u00e3o e encontros entre diferentes gera\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>&Uacute;ltimo dia da Feira Internacional do Livro de reuniu atividades sobre autocuidado, arte, tecnologia, literatura e cria&ccedil;&atilde;o; encerramento teve Sess&atilde;o Abayomi com H&eacute;lio de La Pe&ntilde;a e espet&aacute;culo &ldquo;Pirou na Batatinha&rdquo;<\/p>\n<p>Ribeir&atilde;o Preto (SP), 4 de setembro de 2026 &ndash; O &uacute;ltimo dia da 25&ordf; FIL &ndash; Feira Internacional do Livro de Ribeir&atilde;o Preto reuniu diferentes formas de encontro com a cultura, o conhecimento e a cria&ccedil;&atilde;o. Neste s&aacute;bado (5), a programa&ccedil;&atilde;o durante a passou pelo cuidado com o corpo, pelas artes visuais, pela literatura, pela tecnologia e pelas experi&ecirc;ncias l&uacute;dicas, antes de chegar a um dos destaques do encerramento: a Sess&atilde;o Abayomi com H&eacute;lio de La Pe&ntilde;a.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com o tema &ldquo;Rir, resistir e ocupar espa&ccedil;os &ndash; humor, negritude e cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica&rdquo;, o encontro levou ao p&uacute;blico uma reflex&atilde;o sobre o humor como linguagem, express&atilde;o e tamb&eacute;m como espa&ccedil;o de representa&ccedil;&atilde;o. Ao longo da conversa, H&eacute;lio de La Pe&ntilde;a compartilhou experi&ecirc;ncias de sua trajet&oacute;ria e discutiu as rela&ccedil;&otilde;es entre cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica, identidade e presen&ccedil;a negra nos diferentes espa&ccedil;os da cultura e da comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Irrever&ecirc;ncia e Literatura<br>\nO humor como ferramenta de cr&iacute;tica social, resist&ecirc;ncia e representatividade guiou o bate-papo com H&eacute;lio de La Pe&ntilde;a, durante a Sess&atilde;o Abayomi. O ator, roteirista e escritor revisitou sua trajet&oacute;ria da engenharia ao Casseta &amp; Planeta, refletindo sobre racismo, cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica e as transforma&ccedil;&otilde;es do humor ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Ao falar sobre a carreira, ele deixou um recado aos jovens. &ldquo;N&atilde;o adianta voc&ecirc; ir para uma profiss&atilde;o que supostamente d&aacute; muito dinheiro, mas voc&ecirc; n&atilde;o gosta daquilo. &Eacute; mais f&aacute;cil ser bem-sucedido fazendo uma atividade de que voc&ecirc; realmente gosta&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m de compartilhar os bastidores da televis&atilde;o e lembran&ccedil;as da carreira, H&eacute;lio falou sobre a import&acirc;ncia da representatividade e explicou porque mudou sua posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s cotas raciais, destacando que compreender diferentes realidades tamb&eacute;m significa rever opini&otilde;es. &ldquo;Achei importante mostrar que &eacute; poss&iacute;vel mudar de opini&atilde;o&rdquo;, afirmou.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Cinema Brasileiro<br>\nO cinema como instrumento de leitura da realidade brasileira deu o tom do bate-papo com o <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/\">cineasta<\/a> e escritor Jo&atilde;o Batista de Andrade, um dos principais nomes da cinematografia nacional. O <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/\">cineasta<\/a> revisitou sua trajet&oacute;ria, das reportagens do Globo Rep&oacute;rter aos filmes marcados pela cr&iacute;tica social, e relembrou o enfrentamento a censura durante a ditadura militar. &ldquo;Eu s&oacute; sei fazer filme assim: cr&iacute;tico, para revelar o pa&iacute;s&rdquo;, afirmou ao contar como insistia em abordar temas sociais mesmo sob constantes suspens&otilde;es e persegui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Em uma conversa marcada por mem&oacute;ria e reflex&atilde;o, o diretor tamb&eacute;m emocionou o p&uacute;blico ao recordar a amizade com o jornalista Vladimir Herzog, morto pela ditadura em 1975, e destacou a import&acirc;ncia de preservar essa hist&oacute;ria por meio do cinema. Ao responder a um jovem interessado em seguir na carreira audiovisual, deixou um conselho direto. &ldquo;Se voc&ecirc; quer fazer <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/\">cinema,<\/a> fa&ccedil;a cinema. Pegue um celular, filme, entreviste, edite. A for&ccedil;a de vontade de realizar a sua aspira&ccedil;&atilde;o &eacute; humana&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Do cuidado com o corpo &agrave; troca<br>\nNa Biblioteca Sinh&aacute; Junqueira, a programa&ccedil;&atilde;o abriu espa&ccedil;o para uma experi&ecirc;ncia voltada &agrave; pausa e &agrave; percep&ccedil;&atilde;o corporal. A terapeuta corporal Miriam Carla Carneiro conduziu a atividade &lsquo;Viv&ecirc;ncia de Toque Terap&ecirc;utico&rsquo;, com t&eacute;cnicas de automassagem, est&iacute;mulos corporais e massagem em dupla.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A proposta convidou os participantes a desacelerar e voltar a aten&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;prio corpo, em uma experi&ecirc;ncia que tamb&eacute;m estimulou a troca e a integra&ccedil;&atilde;o entre as pessoas. A atividade apresentou diferentes recursos, como bolinhas de t&ecirc;nis, bast&otilde;es e exerc&iacute;cios de automassagem. &ldquo;Desde o momento que a pessoa tem um contato com alguns elementos ela j&aacute; come&ccedil;a a se perceber e sentir que est&aacute; se voltando para si&rdquo;, ensinou Miriam.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O fio como arte, escrita e reflex&atilde;o<br>\nNo Museu de Arte de Ribeir&atilde;o Preto (MARP), a programa&ccedil;&atilde;o aproximou literatura e artes visuais com a apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &ldquo;Fio Escrita Cont&iacute;nua&rdquo;, da artista e autora Mariana Guimar&atilde;es. A publica&ccedil;&atilde;o nasce de uma pesquisa te&oacute;rico-art&iacute;stica que utiliza o fio como elemento de conex&atilde;o, investiga&ccedil;&atilde;o e reflex&atilde;o sobre pr&aacute;ticas historicamente associadas ao feminino e ao espa&ccedil;o dom&eacute;stico. Durante a atividade, o p&uacute;blico tamb&eacute;m acompanhou trechos do document&aacute;rio &ldquo;Sentidos do Fio&rdquo;, produzido a partir da pesquisa conduzida pela autora.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O encontro apresentou o fio n&atilde;o apenas como mat&eacute;ria ou t&eacute;cnica, mas como elemento capaz de estabelecer rela&ccedil;&otilde;es entre pessoas, palavras, mem&oacute;rias e experi&ecirc;ncias. &ldquo;O p&uacute;blico pode levar aqui uma forma de pensar nessa rela&ccedil;&atilde;o entre o coletivo, uma reflex&atilde;o, e tamb&eacute;m pensar no fio como uma pr&aacute;tica, como uma forma de unir, mas tamb&eacute;m de ser cr&iacute;tico&rdquo;, explicou Camila Paulucci, assistente de ateli&ecirc; e integrante da editora Biblioteca-Floresta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Literatura diante das novas tecnologias<br>\nO futuro da cria&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m esteve entre os temas do &uacute;ltimo dia da FIL. No espa&ccedil;o Autores da Casa, o bate-papo &ldquo;Gera&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-humanas &ndash; literatura, tecnologia e cria&ccedil;&atilde;o&rdquo; reuniu Regina Baptista, Gisele Amorim Zwicker, Matheus Viana Machado, Aron Hussid Ferreira e Marlene Marques. A conversa discutiu os impactos da intelig&ecirc;ncia artificial nas formas de produzir, consumir e pensar a literatura. Entre as quest&otilde;es levantadas esteve o pr&oacute;prio conceito de autoria em um cen&aacute;rio no qual ferramentas tecnol&oacute;gicas j&aacute; s&atilde;o capazes de gerar textos, imagens e diferentes tipos de conte&uacute;do.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a coordenadora do projeto Autores da Casa, Juliana Judice, o debate sobre as gera&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-humanas tamb&eacute;m envolve a maneira como as novas tecnologias podem interferir na educa&ccedil;&atilde;o, na cria&ccedil;&atilde;o e na rela&ccedil;&atilde;o das pessoas com a leitura. &ldquo;&Eacute; muito necess&aacute;rio discutirmos o que vem depois do humano, quem s&atilde;o esses p&oacute;s-humanos e como isso vai interferir na literatura, na educa&ccedil;&atilde;o, na nossa forma de criar e pensar&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A discuss&atilde;o trouxe ainda uma quest&atilde;o que permanece aberta para escritores e leitores: diante de ferramentas capazes de reproduzir estruturas de linguagem, qual &eacute; o lugar da experi&ecirc;ncia, da subjetividade e da cria&ccedil;&atilde;o humana?<\/p>\n<p>Do papel ao movimento<br>\nA programa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m mostrou que a tecnologia nem sempre &eacute; necess&aacute;ria para criar encantamento. Na oficina &ldquo;Brinquedos &Oacute;pticos: Flip Book&rdquo;, crian&ccedil;as e adultos foram convidados a conhecer os princ&iacute;pios da anima&ccedil;&atilde;o por meio de uma sequ&ecirc;ncia de desenhos feitos em papel. Orientados pela docente de Computa&ccedil;&atilde;o Gr&aacute;fica Thais Schiavinotto, os participantes produziram pequenos livros com imagens sequenciais que, ao terem as p&aacute;ginas folheadas rapidamente, criavam a sensa&ccedil;&atilde;o de movimento.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A atividade apresentou de forma pr&aacute;tica um dos princ&iacute;pios fundamentais da anima&ccedil;&atilde;o e do cinema. Cada desenho representava uma etapa diferente de um movimento e, juntos, davam origem &agrave; imagem animada. &ldquo;Cada desenho &eacute; um fragmento de um movimento. Ent&atilde;o, eles s&atilde;o desenhos sequenciais. Esse &eacute; o princ&iacute;pio da anima&ccedil;&atilde;o. Para que uma anima&ccedil;&atilde;o aconte&ccedil;a, precisamos de v&aacute;rias imagens de um mesmo movimento, s&oacute; que em diferentes etapas desse movimento&rdquo;, explicou Thais Schiavinotto.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>10 anos do Era Uma Vez&hellip; Brasil<br>\nQuem conta a hist&oacute;ria do Brasil? E quais vozes ficaram de fora dessa narrativa ao longo do tempo? As perguntas estiveram no centro do lan&ccedil;amento do livro e bate-papo &ldquo;Quem conta a nossa hist&oacute;ria? 10 anos do projeto Era Uma Vez&hellip; Brasil&rdquo;. O encontro reuniu estudantes autores da edi&ccedil;&atilde;o de 2026 e jovens que participaram do projeto em anos anteriores para compartilhar experi&ecirc;ncias e refletir sobre os caminhos percorridos pela iniciativa de arte-educa&ccedil;&atilde;o ao longo de uma d&eacute;cada. Entre pesquisas, hist&oacute;rias em quadrinhos e produ&ccedil;&otilde;es art&iacute;sticas, os participantes discutiram as diferentes formas de olhar para o passado e a import&acirc;ncia de reconhecer perspectivas historicamente silenciadas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Durante a conversa, os jovens compartilharam como a experi&ecirc;ncia alterou sua forma de compreender a hist&oacute;ria do pa&iacute;s. As reflex&otilde;es tamb&eacute;m se voltaram para perman&ecirc;ncias que atravessam o tempo, como o racismo, o preconceito e outras formas de viol&ecirc;ncia. Para os estudantes, conhecer essas hist&oacute;rias tamb&eacute;m significa compreender melhor a realidade contempor&acirc;nea e reconhecer que a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade diferente depende da forma como cada gera&ccedil;&atilde;o se relaciona com o passado.<br>\nB&aacute;rbara Scatena, produtora do projeto, destacou a forma como as pesquisas realizadas pelos estudantes aparecem nas reflex&otilde;es compartilhadas pelos pr&oacute;prios jovens. &ldquo;&Eacute; muito potente ouvir essa vis&atilde;o cr&iacute;tica que os alunos j&aacute; t&ecirc;m nessa idade. S&atilde;o jovens que podem contribuir para que outras pessoas ao redor tamb&eacute;m pensem sobre a nossa realidade e o nosso passado de uma forma diferente, sem reproduzir preconceitos&rdquo;, afirmou.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a produtora, esse processo de reflex&atilde;o tamb&eacute;m amplia o papel dos estudantes dentro e fora da escola. &ldquo;&Eacute; importante ter jovens com essa vis&atilde;o cr&iacute;tica, porque eles podem ajudar colegas que tamb&eacute;m est&atilde;o nesse processo de entender melhor a nossa hist&oacute;ria e contribuir para transformar as pessoas&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Encerramento com m&uacute;sica, teatro e imagina&ccedil;&atilde;o<br>\nDepois de uma semana de encontros, conversas e atividades distribu&iacute;das pelos espa&ccedil;os da cidade, a 25&ordf; FIL encerrou sua programa&ccedil;&atilde;o com o espet&aacute;culo &ldquo;Pirou na Batatinha&rdquo;, apresentado pela Banda Pequeno Cidad&atilde;o e pela Cia. de Teatro Pia Fraus. A apresenta&ccedil;&atilde;o reuniu m&uacute;sica, teatro e imagina&ccedil;&atilde;o no encerramento da Feira, levando ao palco uma experi&ecirc;ncia voltada a p&uacute;blicos de diferentes idades.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Sobre a Funda&ccedil;&atilde;o<br>\nA Funda&ccedil;&atilde;o do Livro e Leitura de Ribeir&atilde;o Preto &eacute; uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, respons&aacute;vel pela realiza&ccedil;&atilde;o da Feira Internacional do Livro de Ribeir&atilde;o Preto e de feiras liter&aacute;rias em munic&iacute;pios do interior paulista.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m da FIL, desenvolve projetos ligados ao livro e &agrave; leitura, com um calend&aacute;rio de atividades durante todo o ano. A Funda&ccedil;&atilde;o se mant&eacute;m com o apoio de mantenedores e patrocinadores e por meio de recursos provenientes de leis e programas de incentivo &agrave; cultura, como a Pol&iacute;tica Nacional Aldir Blanc, o ProAC Editais, a CultSP, a Secretaria da Cultura, Economia e Ind&uacute;stria Criativas do Estado de <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a> e o Minist&eacute;rio da Cultura.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es:<br>\nwww.fundacaodolivroeleiturarp.com<br>\nInstagram: @fundacaolivrorp<br>\nFacebook: @fundacaodolivroeleiturarp<br>\nYouTube: \/FeiraDoLivroRibeirao<br>\nTwitter: @FundacaoLivroRP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Uacute;ltimo dia da Feira Internacional do Livro de reuniu atividades sobre autocuidado, arte, tecnologia, literatura e&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":607417,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"jetpack_seo_schema_type":"","_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[],"class_list":["post-607418","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-eventos","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/Sabado-na-FIL-4.jpg?fit=750%2C938&ssl=1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/607418","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=607418"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/607418\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":610790,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/607418\/revisions\/610790"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/607417"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=607418"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=607418"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=607418"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}