{"id":549197,"date":"2026-07-21T17:52:20","date_gmt":"2026-07-21T17:52:20","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=549197"},"modified":"2026-07-21T21:08:32","modified_gmt":"2026-07-21T21:08:32","slug":"leo-bleggi-cruza-brasil-e-rio-da-prata-em-milonga-de-contrabando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/07\/leo-bleggi-cruza-brasil-e-rio-da-prata-em-milonga-de-contrabando\/","title":{"rendered":"Leo Bleggi cruza Brasil e Rio da Prata em \u201cMilonga de Contrabando\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Primeiro &aacute;lbum do violonista e pesquisador radicado em Bras&iacute;lia apresenta arranjos in&eacute;ditos para milongas, valsas e tangos da regi&atilde;o do Rio da Prata, com o &aacute;lbum &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Bras&iacute;lia (DF), 21 de julho de 2026 &ndash; A milonga, a valsa e o tango atravessam fronteiras sem pedir licen&ccedil;a. Nascem do tr&acirc;nsito entre portos, pampas, cidades e deslocamentos. &Eacute; nessa zona de passagem &mdash; entre Brasil, Argentina, Uruguai e as paisagens sonoras do Rio da Prata &mdash; que o violonista, compositor, arranjador e pesquisador Leo Bleggi apresenta seu primeiro &aacute;lbum &ldquo;Milonga de Contrabando. O &aacute;lbum &eacute; uma produ&ccedil;&atilde;o de Bleggi dedicada &agrave; m&uacute;sica instrumental do Cone Sul e resulta do encontro art&iacute;stico entre o violonista brasileiro e o mestre do viol&atilde;o argentino Pino Enr&iacute;quez, que divide com ele a autoria e a interpreta&ccedil;&atilde;o do trabalho.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mestre em Artes pela Universidade de Bras&iacute;lia (UnB) e professor de Viol&atilde;o Popular da Escola de M&uacute;sica de Bras&iacute;lia desde 2011, Bleggi vem aprofundando sua rela&ccedil;&atilde;o com essa linguagem por meio de estudos, resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas na Argentina e da parceria musical com o violonista argentino Pino Enr&iacute;quez. <\/p>\n<p>&ldquo;Fiz um mestrado sobre milonga h&aacute; alguns anos e me aprofundei no g&ecirc;nero por meio de resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas na Argentina onde tive a oportunidade de estudar com Pino, Hugo Rivas e August&iacute;n Luna&rdquo;, conta Bleggi.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Gravado em formato de trio, o &aacute;lbum re&uacute;ne Leo Bleggi e Pino Enr&iacute;quez nos viol&otilde;es e Oswaldo Amorim no contrabaixo ac&uacute;stico. Um dos grandes diferenciais do trabalho est&aacute; no encontro de dois violonistas com trajet&oacute;rias como solistas, que compartilham a condu&ccedil;&atilde;o mel&oacute;dica, harm&ocirc;nica e interpretativa do repert&oacute;rio. <\/p>\n<p>A forma&ccedil;&atilde;o evidencia uma escolha est&eacute;tica: diferentemente de trabalhos mais tradicionais, em que um viol&atilde;o assume a fun&ccedil;&atilde;o solista enquanto o outro se concentra na base, neste projeto os dois viol&otilde;es dividem protagonismo. &ldquo;Eu e Pino fazemos os solos, integrando melodia e harmonia no pr&oacute;prio instrumento e criando uma conversa musical marcada por riqueza de timbres, texturas e possibilidades expressivas&rdquo;, afirma o m&uacute;sico.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mais do que revisitar um repert&oacute;rio, &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo; prop&otilde;e um deslocamento de olhar. Bleggi parte da tradi&ccedil;&atilde;o platense, mas evita uma abordagem folcl&oacute;rica ou regionalista. &ldquo;Este &aacute;lbum apresenta uma vis&atilde;o urbana da m&uacute;sica dessa regi&atilde;o &ndash; universal e cosmopolita&rdquo;, explica.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Um contrabandista de milonga<br>\nO t&iacute;tulo do &aacute;lbum sintetiza a po&eacute;tica do trabalho. Em &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo;, Leo Bleggi assume a imagem do m&uacute;sico que atravessa fronteiras levando repert&oacute;rios, acentos, levadas e modos de tocar. O contrabando, aqui, aparece como met&aacute;fora art&iacute;stica: o gesto de fazer circular uma m&uacute;sica que pertence ao Sul da Am&eacute;rica do Sul, mas que n&atilde;o cabe em um &uacute;nico local. &ldquo;O t&iacute;tulo do disco &eacute; uma brincadeira e se remete ao que acontece em fronteiras, o contrabando. No &aacute;lbum, eu sou um contrabandista de milongas, porque trago uma m&uacute;sica t&iacute;pica de uma regi&atilde;o para ser ouvida e apreciada no Brasil&rdquo;, define Bleggi.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A frase carrega humor, mas tamb&eacute;m define uma abordagem art&iacute;stica. Ao investigar milongas, valsas e tangos a partir do Brasil central, o artista tensiona a ideia de uma m&uacute;sica brasileira restrita aos eixos mais consagrados da identidade nacional. Em vez de perguntar o que pertence ou n&atilde;o ao Brasil, o projeto sugere outra quest&atilde;o: como certos g&ecirc;neros musicais permanecem &agrave; margem de narrativas dominantes, quando na realidade ajudam a compor uma matriz cultural mais ampla do Pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A partir dessa perspectiva, &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo; trata milongas, valsas e tangos como repert&oacute;rios em movimento, reorganizados pela escuta de Bleggi e pela forma&ccedil;&atilde;o em trio.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O Rio da Prata como territ&oacute;rio sonoro<br>\nO repert&oacute;rio do &aacute;lbum se conecta &agrave; regi&atilde;o do Rio da Prata, onde milonga, tango e valsa se formaram como g&ecirc;neros de circula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m de ser entendida como um g&ecirc;nero musical, a milonga &eacute; um tipo de baile, onde esses tr&ecirc;s g&ecirc;neros est&atilde;o presentes.  <\/p>\n<p>O repert&oacute;rio do &aacute;lbum se conecta &agrave; regi&atilde;o do Rio da Prata, espa&ccedil;o em que milonga, tango e valsa se formaram como g&ecirc;neros de circula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m de ser entendida como g&ecirc;nero musical, a milonga tamb&eacute;m designa um tipo de baile que re&uacute;ne essas tr&ecirc;s express&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>No disco, Bleggi se aproxima desse repert&oacute;rio sem trat&aacute;-lo como pe&ccedil;a de arquivo. A milonga aparece em suas tens&otilde;es entre o rural e o urbano; o tango, como linguagem de climas, cortes, acentos e fraseados; e a valsa criolla, como forma incorporada ao universo platense dos bailes. &ldquo;Mais do que classificar g&ecirc;neros, o &aacute;lbum investiga modos de tocar, escutar e reorganizar essas tradi&ccedil;&otilde;es&rdquo;, explica o m&uacute;sico.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para Bleggi, tocar esse repert&oacute;rio exige mais do que dom&iacute;nio t&eacute;cnico. &ldquo;Exige escuta, conviv&ecirc;ncia e compreens&atilde;o do gesto musical&rdquo;, explica. Por isso, o &aacute;lbum ocupa um lugar pr&oacute;prio dentro da pesquisa: &eacute; o espa&ccedil;o da cria&ccedil;&atilde;o, da interpreta&ccedil;&atilde;o e da performance.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Trabalho coletivo<br>\nEmbora &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo; seja o primeiro &aacute;lbum de Leo Bleggi, o m&uacute;sico reconhece a dimens&atilde;o coletiva do processo. Segundo ele, a parceria com Pino Enr&iacute;quez e Oswaldo Amorim foi decisiva para a constru&ccedil;&atilde;o sonora do disco.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Bleggi comenta que a presen&ccedil;a de Enr&iacute;quez, m&uacute;sico argentino e seu mestre, estabelece uma liga&ccedil;&atilde;o direta com a tradi&ccedil;&atilde;o pesquisada. J&aacute; Amorim, contrabaixista de Bras&iacute;lia, amplia a base harm&ocirc;nica e r&iacute;tmica do trio, dando sustenta&ccedil;&atilde;o &agrave;s atmosferas do repert&oacute;rio.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Essa forma&ccedil;&atilde;o cria uma sonoridade ao mesmo tempo camer&iacute;stica e popular, com espa&ccedil;o para di&aacute;logo entre os instrumentos, altern&acirc;ncia de fun&ccedil;&otilde;es e constru&ccedil;&atilde;o de climas &mdash; dimens&atilde;o essencial para o tango, a milonga e a valsa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;O &aacute;lbum e esses arranjos que a gente fez formam um trabalho muito especial para minha carreira. N&atilde;o conhe&ccedil;o um material com essa integra&ccedil;&atilde;o de linguagens no Brasil hoje. Considero um trabalho com um certo ineditismo&rdquo;, afirma Bleggi.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Livro amplia a pesquisa para a forma&ccedil;&atilde;o e acessibilidade<br>\nParalelo ao &aacute;lbum, Leo Bleggi lan&ccedil;a o livro digital &ldquo;Estudando Milongas, Valsas e Tangos: edi&ccedil;&atilde;o com acessibilidade para pessoas com defici&ecirc;ncia visual&rdquo;. A obra foi pensada para completar a forma&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sicos populares interessados em tocar e conhecer esses g&ecirc;neros musicais ou em ampliar o repert&oacute;rio.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Embora tenham origem da mesma pesquisa, os dois produtos t&ecirc;m naturezas diferentes: o &aacute;lbum se apresenta como obra art&iacute;stica e fonogr&aacute;fica; o livro organiza m&uacute;sicas\/harmonias desse mesmo repert&oacute;rio como material de estudo, divulga&ccedil;&atilde;o e acessibilidade musical.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A publica&ccedil;&atilde;o, que possui v&iacute;deos e &aacute;udios de apoio, re&uacute;ne oito harmonias disponibilizadas em formato play along &mdash; recurso em que o instrumentista toca melodias sobre uma base gravada, como um playback. O material pode ser utilizado por solistas e acompanhadores e est&aacute; adaptado para pessoas com defici&ecirc;ncia visual, com melodias e harmonias escritas tamb&eacute;m em braille.<br>\n&ldquo;Existe uma lacuna na oferta de materiais de forma&ccedil;&atilde;o voltados &agrave;s pessoas com defici&ecirc;ncia visual. Muitas vezes, o ensino da m&uacute;sica n&atilde;o considera suas necessidades de acessibilidade&rdquo;, afirma Bleggi.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A publica&ccedil;&atilde;o est&aacute; organizada em tr&ecirc;s cap&iacute;tulos: o primeiro apresenta uma introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica da regi&atilde;o Rio da Prata e aos aspectos hist&oacute;ricos e musicais da milonga, da valsa e do tango; o segundo aborda as levadas b&aacute;sicas de cada g&ecirc;nero, com explica&ccedil;&otilde;es voltadas ao viol&atilde;o em v&iacute;deo e em partituras, mas adapt&aacute;veis a outros instrumentos; e o terceiro re&uacute;ne partituras com cifras, links para download das partituras em braile e acesso aos &aacute;udios do play along.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Segundo o artista, a constru&ccedil;&atilde;o do material envolveu consultoria especializada em acessibilidade e aten&ccedil;&atilde;o a aspectos que v&atilde;o al&eacute;m da adapta&ccedil;&atilde;o visual. A estrutura da publica&ccedil;&atilde;o foi pensada para funcionar com leitores de tela e os v&iacute;deos editados com audiodescri&ccedil;&atilde;o, permitindo o uso por pessoas com defici&ecirc;ncia visual.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m do &aacute;lbum e do livro, o m&uacute;sico tamb&eacute;m ofereceu oficinas no pr&eacute;-lan&ccedil;amento das produ&ccedil;&otilde;es, propondo uma reflex&atilde;o sobre pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas inclusivas a partir da experi&ecirc;ncia musical.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O livro est&aacute; dispon&iacute;vel gratuitamente para download no portal Viol&atilde;o Brasileiro, reconhecido como uma das maiores refer&ecirc;ncias na preserva&ccedil;&atilde;o, pesquisa e difus&atilde;o do instrumento. A plataforma re&uacute;ne um amplo acervo de partituras, pesquisas, grava&ccedil;&otilde;es, v&iacute;deos e materiais dedicados ao instrumento.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Sobre Leo Bleggi<br>\nLeonardo Bleggi &eacute; violonista, compositor, arranjador e pesquisador da m&uacute;sica argentina. Mestre em Artes pela Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), desenvolveu pesquisa voltada ao ensino do viol&atilde;o popular e da m&uacute;sica do Cone Sul. Desde 2021 mant&eacute;m parceria musical com o mestre argentino Pino Enr&iacute;quez. &Eacute; professor de Viol&atilde;o Popular da Escola de M&uacute;sica de Bras&iacute;lia desde 2011.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Neste ano, lan&ccedil;a seu primeiro &aacute;lbum &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo;, trabalho dedicado &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o de milongas, valsas e tangos em di&aacute;logo com a regi&atilde;o do Rio da Prata.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Servi&ccedil;o<br>\nLan&ccedil;amento: &aacute;lbum &ldquo;Milonga de Contrabando&rdquo;, de Leo Bleggi<br>\nArtista: Leo Bleggi<br>\nFormato: &aacute;lbum com 10 faixas<br>\nG&ecirc;neros: milonga, valsa e tango<br>\nForma&ccedil;&atilde;o: Leo Bleggi, Pino Enr&iacute;quez e Oswaldo Amorim<br>\nCidade: Bras&iacute;lia<br>\nAno: 2026<br>\nDispon&iacute;vel nas principais plataformas de streaming.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Livro vinculado ao projeto: &ldquo;Investigando Milongas, Valsas e Tangos: edi&ccedil;&atilde;o para pessoas com defici&ecirc;ncia visual&rdquo;<br>\nAutoria: Leo Bleggi<br>\nDispon&iacute;vel no portal Viol&atilde;o Brasileiro:<br>\nhttps:\/\/www.violaobrasileiro.com.br\/loja\/categoria-produto\/ebooks\/<\/p>\n<p>Instagram:<br>\nhttps:\/\/www.instagram.com\/leobleggi\/<\/p>\n<p>YouTube:<br>\nhttps:\/\/www.youtube.com\/@leobleggi2133<\/p>\n<p>Acesso ao &aacute;lbum pelo Spotify:<br>\n<iframe title=\"Spotify Embed: Milonga de contrabando\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/1aSu0bKWaaO9pgrkZDdrrV?si=2u35CRNYRKKDbJd2tdA-bA&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<p>Cr&eacute;dito<br>\nOs produtos apresentados (&aacute;lbum, publica&ccedil;&atilde;o e oficinas) foram realizados a partir de projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio &agrave; Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeiro &aacute;lbum do violonista e pesquisador radicado em Bras&iacute;lia apresenta arranjos in&eacute;ditos para milongas, valsas e&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":549196,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[],"class_list":["post-549197","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-eventos","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549197","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=549197"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549197\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/549196"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=549197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=549197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=549197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}