{"id":512159,"date":"2026-05-19T10:57:27","date_gmt":"2026-05-19T10:57:27","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=512159"},"modified":"2026-05-19T12:58:06","modified_gmt":"2026-05-19T12:58:06","slug":"inimigo-invisivel-como-o-controle-de-infeccoes-atua-para-frear-o-avanco-da-resistencia-microbiana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/05\/inimigo-invisivel-como-o-controle-de-infeccoes-atua-para-frear-o-avanco-da-resistencia-microbiana\/","title":{"rendered":"Inimigo invis\u00edvel: como o controle de infec\u00e7\u00f5es atua para frear o avan\u00e7o da resist\u00eancia microbiana"},"content":{"rendered":"<p>No Dia Nacional do Controle de Infec&ccedil;&atilde;o, especialistas do Grupo VITA explicam os desafios do setor e mostram como h&aacute;bitos simples podem salvar vidas<\/p>\n<p>O avan&ccedil;o global da resist&ecirc;ncia microbiana projeta cen&aacute;rios em que bact&eacute;rias comuns podem se tornar imbat&iacute;veis &agrave; medicina tradicional. No Dia Nacional do Controle de Infec&ccedil;&atilde;o Hospitalar, 15 de maio, hospitais como o Grupo VITA explicam como atuam na linha de frente dessa batalha silenciosa<br>\nSegundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), a resist&ecirc;ncia bacteriana pode causar at&eacute; 10 milh&otilde;es de mortes anuais at&eacute; 2050. Nos hospitais, milh&otilde;es de microrganismos circulam diariamente, mas medidas rigorosas de controle de infec&ccedil;&atilde;o, como a higieniza&ccedil;&atilde;o correta das m&atilde;os, podem reduzir significativamente a transmiss&atilde;o, em at&eacute; 50%. A elimina&ccedil;&atilde;o completa do risco est&aacute; associada ao controle de outros fatores, como a desinfec&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies e equipamentos, a identifica&ccedil;&atilde;o de pacientes portadores de bact&eacute;rias resistentes e o gerenciamento do fluxo de visitantes. Por isso, o cumprimento de protocolos integrados garante que o ambiente hospitalar permane&ccedil;a seguro para pacientes e profissionais de sa&uacute;de.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O controle de infec&ccedil;&otilde;es protege cada etapa do atendimento, desde a qualidade da &aacute;gua e do ar hospitalar at&eacute; a manipula&ccedil;&atilde;o de sondas, cateteres e outros dispositivos invasivos, essenciais ao tratamento, mas que exigem monitoramento constante.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Identificamos muitos pacientes que j&aacute; chegam com bact&eacute;rias resistentes adquiridas fora do hospital. Por isso, mantemos uma vigil&acirc;ncia ativa para mapear o perfil de cada microrganismo e ajustar a terap&ecirc;utica de forma precisa&rdquo;, explica Marta Fragoso, m&eacute;dica infectologista e gerente do N&uacute;cleo de Gest&atilde;o da Seguran&ccedil;a Assistencial do Grupo VITA. &ldquo;O controle de infec&ccedil;&atilde;o aqui funciona como uma ferramenta de qualidade e seguran&ccedil;a para nossos pacientes.&rdquo;<\/p>\n<p>O paciente como aliado na seguran&ccedil;a<br>\nA seguran&ccedil;a assistencial n&atilde;o depende apenas da equipe de sa&uacute;de. O Estatuto dos Direitos do Paciente incentiva que pacientes e familiares participem ativamente, garantindo que protocolos de prote&ccedil;&atilde;o sejam cumpridos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Observar se todos higienizam as m&atilde;os antes e depois do contato com o paciente &eacute; uma forma de cada pessoa se tornar aliada na preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;, refor&ccedil;a Fragoso. Estudos indicam que as m&atilde;os, superf&iacute;cies e objetos de toque frequente respondem por at&eacute; 80% das transmiss&otilde;es de infec&ccedil;&atilde;o hospitalar, mostrando que pequenas a&ccedil;&otilde;es podem salvar vidas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Solange de Lima Silva Matsumoto, enfermeira chefe do N&uacute;cleo de Controle de Infec&ccedil;&atilde;o Hospitalar (NCIH), refor&ccedil;a: &ldquo;Durante a visita ao familiar, muitas vezes os acompanhantes n&atilde;o higienizam as m&atilde;os antes e depois do contato e acabam tocando outras superf&iacute;cies do hospital. Por isso, &eacute; importante permanecer no leito ou no box do paciente e evitar sair do local desnecessariamente.&rdquo; Ela acrescenta: &ldquo;Celulares e crach&aacute;s tamb&eacute;m devem ser limpos regularmente, pois podem acumular microrganismos. Seguindo essas orienta&ccedil;&otilde;es simples, cada visitante ajuda a manter o ambiente hospitalar mais seguro e agrad&aacute;vel para todos.&rdquo;<\/p>\n<p>Do hospital para o cotidiano: h&aacute;bitos que salvam vidas<br>\nOs protocolos hospitalares tamb&eacute;m servem de refer&ecirc;ncia para a sociedade. Lavar as m&atilde;os corretamente, desinfetar celulares, crach&aacute;s e mesas de trabalho reproduz a barreira sanit&aacute;ria utilizada pelos especialistas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;A higieniza&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os e o cuidado com a desinfec&ccedil;&atilde;o de equipamentos s&atilde;o fundamentais. Orientamos constantemente a equipe e os acompanhantes para que pequenos descuidos n&atilde;o comprometam a seguran&ccedil;a de todo o ambiente hospitalar e a recupera&ccedil;&atilde;o do paciente&rdquo;, alerta Vanusa Lucas, enfermeira chefe do Controle de Infec&ccedil;&atilde;o da Unidade Vita Curitiba.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m de preservar vidas, seguir protocolos impacta diretamente na gest&atilde;o hospitalar: ambientes com controle epidemiol&oacute;gico eficiente reduzem o tempo de internamento e permitem alta mais &aacute;gil e segura.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A integra&ccedil;&atilde;o entre tecnologia de monitoramento, protocolos rigorosos e conscientiza&ccedil;&atilde;o da comunidade sobre o uso correto de antibi&oacute;ticos &eacute; essencial para manter a efic&aacute;cia da medicina frente &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o bacteriana. Em tempos de resist&ecirc;ncia microbiana crescente, cada a&ccedil;&atilde;o &mdash; hospitalar ou cotidiana &mdash; faz diferen&ccedil;a.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Nacional do Controle de Infec&ccedil;&atilde;o, especialistas do Grupo VITA explicam os desafios do setor&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":512158,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,32309,1,14418,7,37179],"tags":[4385,7067,29484,40634,1731],"class_list":["post-512159","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-nao-deixe-de-ler","category-eventos","category-noticias","category-sde","category-servicos","tag-controle","tag-higiene","tag-infeccoes","tag-microbiana","tag-saude","wpcat-21201-id","wpcat-32309-id","wpcat-1-id","wpcat-14418-id","wpcat-7-id","wpcat-37179-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/512159","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=512159"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/512159\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/512158"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=512159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=512159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=512159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}