{"id":507325,"date":"2026-04-10T20:45:23","date_gmt":"2026-04-10T20:45:23","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=507325"},"modified":"2026-04-13T19:06:09","modified_gmt":"2026-04-13T19:06:09","slug":"o-filho-perdido-expoe-os-limites-do-amor-materno-em-uma-historia-real-e-perturbadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/04\/o-filho-perdido-expoe-os-limites-do-amor-materno-em-uma-historia-real-e-perturbadora\/","title":{"rendered":"&#8216;O Filho Perdido&#8217; exp\u00f5e os limites do amor materno em uma hist\u00f3ria real e perturbadora"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Livro transforma dor extrema em um relato contundente de uma m&atilde;e, cujo &uacute;nico filho &eacute; diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial, potencializado pelo uso de drogas, que resulta em trag&eacute;dia <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong>&lsquo;O Filho Perdido&rsquo;, estreia liter&aacute;ria da jornalista Irene Vucovix, apresenta um relato real, cru e profundamente inquietante: a experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e diante da perda gradual &mdash; emocional, psicol&oacute;gica e, por fim, f&iacute;sica &mdash; do pr&oacute;prio filho.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mais do que narrar uma trag&eacute;dia, o livro a faz pulsar diante do leitor, linha a linha, at&eacute; o limite do suport&aacute;vel.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><a href=\"https:\/\/www.magazinevoce.com.br\/magazineezu\/busca\/irene+vucovix\/\"><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=75&amp;resize=75&amp;ssl=1 75w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=100&amp;resize=100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=150&amp;resize=150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=240&amp;resize=240&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=320&amp;resize=320&amp;ssl=1 320w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=500&amp;resize=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=640&amp;resize=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=800&amp;resize=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1024&amp;resize=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1280&amp;resize=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1600&amp;resize=1600&amp;ssl=1 1600w\" class=\"aligncenter wp-image-507328 size-full\" fifu-data-src=\"https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg?ssl=1\" alt=\"\" width=\"157\" height=\"218\"\/><\/a><\/p>\n<p>Com 240 p&aacute;ginas e publicado pela Gera&ccedil;&atilde;o Editorial, a obra combina leitura fluida &mdash; cap&iacute;tulos curtos e ritmo &aacute;gil &mdash; com um conte&uacute;do denso e impactante. Ao longo da narrativa, Irene exp&otilde;e, com coragem, a trajet&oacute;ria de uma m&atilde;e que acompanha a deteriora&ccedil;&atilde;o do filho, envolvido em uma espiral de drogas, viol&ecirc;ncia e ilegalidade, at&eacute; sua morte, em 2017, aos 39 anos. O resultado &eacute; um testemunho direto sobre amor, impot&ecirc;ncia e os limites extremos da maternidade.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narrado em primeira pessoa, como um di&aacute;logo tardio com quem j&aacute; n&atilde;o pode responder, o livro revela a conviv&ecirc;ncia com um filho diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial e sua escalada de comportamentos destrutivos. Pris&otilde;es, epis&oacute;dios de viol&ecirc;ncia, estelionato, furtos e rupturas sucessivas comp&otilde;em o cotidiano de quem assiste, sem conseguir impedir, &agrave; desintegra&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m que ama profundamente. Em contraponto, a autora reconstr&oacute;i a mem&oacute;ria de uma inf&acirc;ncia marcada por afeto e cercado por av&oacute;s, tios, primos maternos &mdash; um contraste que intensifica ainda mais a for&ccedil;a do relato.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Meu filho era um jovem de personalidade violenta, sem empatia, sem afetividade, desrespeitoso e ego&iacute;sta. Enfrentei grandes problemas a partir da pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia, quando ele tinha cerca de 13 anos e a droga apareceu. J&aacute; n&atilde;o havia como esconder que algo estava profundamente errado&rdquo;, afirma Irene. &ldquo;Apesar das v&aacute;rias interna&ccedil;&otilde;es e tratamentos, nada se resolveu.&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma escrita nascida do impacto emocional &mdash; <\/strong>A escrita come&ccedil;ou em 2019, dois anos ap&oacute;s a morte do filho, a partir de um impulso inesperado provocado pela leitura de um conto de Franz Kafka. O que seria um texto breve se transformou, ao longo dos anos, em um processo intenso e fragmentado &mdash; descrito pela autora como &ldquo;um arrombamento emocional&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Conclu&iacute;do em 2024, o manuscrito permaneceu guardado por mais de um ano at&eacute; que Irene decidisse torn&aacute;-lo p&uacute;blico. &ldquo;N&atilde;o foi f&aacute;cil escrever. Foi sofrido, arrastado: avan&ccedil;ava, parava, recome&ccedil;ava. Quase como se desnudar em pra&ccedil;a p&uacute;blica&rdquo;, relata.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem concess&otilde;es ou romantiza&ccedil;&otilde;es, &lsquo;O Filho Perdido&rsquo; rompe com a ideia idealizada da maternidade e apresenta uma figura rara na literatura: a m&atilde;e que ama profundamente, mas que tamb&eacute;m &eacute; levada a tomar decis&otilde;es dif&iacute;ceis e duras na tentativa de salvar o filho. &ldquo;Tinha esperan&ccedil;a de que ele pudesse levar uma vida digna e feliz. N&atilde;o consegui. E meu filho escreveu o final da nossa hist&oacute;ria. Eu o vi, enfim. Morto. No caix&atilde;o&rdquo;, diz.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo da narrativa, um segredo aterrador atravessa a obra e s&oacute; se revela ao final, conferindo ao livro uma dimens&atilde;o ainda mais inquietante e inesquec&iacute;vel. Mais do que reconstruir uma hist&oacute;ria pessoal, <em>&ldquo;O Filho Perdido&rdquo;<\/em> dialoga com uma realidade silenciosa e compartilhada por in&uacute;meras fam&iacute;lias. Depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica, viol&ecirc;ncia, culpa, vergonha e solid&atilde;o emergem como temas centrais &mdash; compondo um retrato &iacute;ntimo de um drama social frequentemente ocultado.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre consultas, terapias, interna&ccedil;&otilde;es e crises imprevis&iacute;veis, a autora exp&otilde;e uma realidade vivida por muitas fam&iacute;lias, mas raramente compartilhada. Em um dos trechos, relata: &ldquo;Passei a dormir com a porta do quarto trancada &agrave; chave e uma cadeira inclinada prendendo a ma&ccedil;aneta&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde o lan&ccedil;amento, em novembro de 2025, Irene tem recebido mensagens de apoio e solidariedade de leitores com perfis muito diversos. &ldquo;H&aacute; muitas m&atilde;es que enfrentam ou j&aacute; enfrentaram situa&ccedil;&otilde;es semelhantes. Que elas saibam que n&atilde;o est&atilde;o sozinhas: formamos um pequeno ex&eacute;rcito de cora&ccedil;&otilde;es despeda&ccedil;ados, que nunca deixaram de amar seus filhos&rdquo;, afirma. &ldquo;Nunca fui t&atilde;o abra&ccedil;ada, nos sentidos literal e figurado.&rdquo;<\/p>\n<p>Escrito como um gesto de mem&oacute;ria e resist&ecirc;ncia, o livro busca preservar a exist&ecirc;ncia do filho para al&eacute;m de seus erros. &ldquo;Meu filho foi muito mais do que o fim que teve. Ele foi amado, teve uma hist&oacute;ria. E eu precisava contar isso.&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No posf&aacute;cio, o escritor e fil&oacute;sofo Rodrigo Petronio (autor de mais de 20 livros) define a obra como &ldquo;uma dinamite pura&rdquo;, destacando a for&ccedil;a e a singularidade do relato. Em outro trecho, afirma que a brutalidade dos fatos apresentados &ldquo;n&atilde;o encontra paralelo em quase nenhum autor ou obra&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Irene Vucovix<\/strong> &mdash; Paulistana, teve sempre uma rela&ccedil;&atilde;o prazerosa e c&uacute;mplice com as palavras. Jornalista formada na Universidade de <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>, nos duros e dif&iacute;ceis anos 70, trabalhou na &aacute;rea durante toda a vida profissional. Ainda na faculdade, foi rep&oacute;rter da editora Abril. Depois, durante toda a d&eacute;cada de 80, foi rep&oacute;rter especial do jornal O Estado de S. Paulo; por mais de 20 anos, dirigiu, com a tamb&eacute;m jornalista C&eacute;lia Romano, uma ag&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o, que chegou a figurar entre as maiores do mercado. Em 2023, seu conto &ldquo;Retalhos&rdquo; ficou entre os tr&ecirc;s selecionados do Pr&ecirc;mio Arte e Literatura USP60+. Em 2024, o conto &ldquo;Senhora dos Solit&aacute;rios&rdquo; foi um dos 10 escolhidos pela editora Sinete para a antologia &ldquo;Quem, onde e adeus&rdquo;. &ldquo;O Filho Perdido&rdquo; &eacute; seu primeiro romance.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.magazinevoce.com.br\/magazineezu\/busca\/irene+vucovix\/\"><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=75&amp;resize=75&amp;ssl=1 75w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=100&amp;resize=100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=150&amp;resize=150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=240&amp;resize=240&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=320&amp;resize=320&amp;ssl=1 320w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=500&amp;resize=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=640&amp;resize=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=800&amp;resize=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1024&amp;resize=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1280&amp;resize=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1&amp;w=1600&amp;resize=1600&amp;ssl=1 1600w\" class=\"aligncenter size-full wp-image-507330\" fifu-data-src=\"https:\/\/i1.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Irene-Vucovix.jpg?ssl=1\" alt=\"\" width=\"308\" height=\"417\"\/><\/a>Servi&ccedil;o<\/strong>:<\/p>\n<p>T&iacute;tulo: O Filho Perdido<\/p>\n<p>Autora: Irene Vucovix (@ivucovix)<\/p>\n<p>G&ecirc;nero: N&atilde;o fic&ccedil;&atilde;o \/ Mem&oacute;rias<\/p>\n<p>Editora: Gera&ccedil;&atilde;o Editorial<\/p>\n<p>Pre&ccedil;o de capa: a partir de R$ 53,49<\/p>\n<p>Dispon&iacute;vel em livrarias f&iacute;sicas e plataformas digitais: Livraria da Vila, Livraria da Travessa, Amazon, Estante Virtual e Martins Fontes, al&eacute;m de vers&atilde;o e-book Kindle.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong> &ndash; A trag&eacute;dia da rela&ccedil;&atilde;o de uma m&atilde;e com seu &uacute;nico filho diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial na adolesc&ecirc;ncia at&eacute; a morte prematura, &eacute; retratada em &lsquo;O Filho Perdido&rsquo;, junto ao drama e &agrave; dor. O leitor acompanha p&aacute;gina por p&aacute;gina o desespero da m&atilde;e que tenta a todo custo salvar aquele que ama, enquanto guarda um segredo que ser&aacute; revelado no final.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Trecho do livro e depoimentos de quem j&aacute; leu<\/strong><\/p>\n<p><strong><u>&nbsp;<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Trecho do livro, em uma conversa de Irene com a terapeuta <\/u><\/strong><u>(P&aacute;g. 113<\/u>):<\/p>\n<p>&ldquo;Falou que voc&ecirc; era de um egocentrismo extremo, n&atilde;o demonstrava arrependimento, empatia ou afetividade, e tinha evidentes tra&ccedil;os de psicopatia. A cada frase dela eu me sentia como aquelas mulheres de circo que atuam como alvo para o arremesso de facas: o p&uacute;blico suspende a respira&ccedil;&atilde;o a cada novo lan&ccedil;amento, mas a mulher sai sempre inc&oacute;lume. Eu, n&atilde;o. As facas me atravessavam, uma ap&oacute;s outra, e, sentada diante da terapeuta, eu me sentia morrer um pouco ouvindo aquele diagn&oacute;stico que n&atilde;o deixava margem para a esperan&ccedil;a&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Alguns depoimentos<\/u><\/strong>:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Uma tarde, a de hoje. Foi o tempo que levou ler seu livro. Tinha compromissos, coisas a fazer. Larguei tudo. De uma coragem que nunca vi, n&atilde;o tenho como expressar o estado em que estou. Fascinada, dolorida, chocada, agradecida&hellip;N&atilde;o sei o que dizer. Qualquer coisa ser&aacute; amadora demais frente ao que li.&rdquo; &ndash; Edna Uip, advogada e escritora, autora de &ldquo;Espelhos Quebrados&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Acabo de ler seu livro. Devorei-o como o fiz com outros bons livros que li. &Eacute; triste, cruel, dolorido, tudo isso envolto no sofrimento da m&atilde;e e da fam&iacute;lia. (&hellip;) Enfim, um bom livro, uma boa narrativa e uma hist&oacute;ria comovente sobre uma alma que amou um filho perdido. Voc&ecirc; nunca o abandonou, Irene. Voc&ecirc; apenas se protegeu do que ele se tornou.&rdquo; &ndash; Paulo Andreoli, jornalista e CEO da AND.ALL.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o me lembro quando foi a &uacute;ltima vez que li um livro em tr&ecirc;s dias em meio a tantas coisas a fazer. N&atilde;o dava vontade de parar. Como obra liter&aacute;ria &eacute; realmente eletrizante. De arrepiar. Prende o leitor do in&iacute;cio ao fim, torcendo por uma reviravolta imposs&iacute;vel, pois logo no in&iacute;cio a perda &eacute; revelada. Quanto aos fatos, torci para que ao final voc&ecirc; declarasse &lsquo;esta &eacute; uma obra de fic&ccedil;&atilde;o&rsquo;.&rdquo; &ndash; Laerte Temple, administrador, professor universit&aacute;rio, escritor, autor de &ldquo;Humor na quarentena&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr>\n<h6>\n<em><a href=\"http:\/\/www.tudoemcomunicacao.com.br\">Tudo em Comunica&ccedil;&atilde;o<\/a><\/em><\/h6>\n<h6><em>Deborah Ferreira &ndash; <a href=\"mailto:deborah@tudoemcomunicacao.com.br\">deborah@tudoemcomunicacao.com.br<\/a>. Cel.:55 11 97252-2360<\/em><\/h6>\n<h6><em>M&eacute;rcia Suzuki &ndash; <a href=\"mailto:mercia@tudoemcomunicacao.com.br\">mercia@tudoemcomunicacao.com.br<\/a>. Cel.:55 11 99705-7720<\/em><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro transforma dor extrema em um relato contundente de uma m&atilde;e, cujo &uacute;nico filho &eacute; diagnosticado&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":507331,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/O-Filho-Perdido-estreia-literaria-da-jornalista-Irene-Vucovix.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21679,12,21201,33221,38892,32309,14418,19,7,27],"tags":[],"class_list":["post-507325","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-assunto-do-momento","category-cultura","category-destaques","category-eventos-2","category-lancamentos","category-nao-deixe-de-ler","category-noticias","category-novidades","category-sde","category-sociedade","wpcat-21679-id","wpcat-12-id","wpcat-21201-id","wpcat-33221-id","wpcat-38892-id","wpcat-32309-id","wpcat-14418-id","wpcat-19-id","wpcat-7-id","wpcat-27-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/507325","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=507325"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/507325\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/507331"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=507325"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=507325"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=507325"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}