{"id":506738,"date":"2026-03-27T15:06:13","date_gmt":"2026-03-27T15:06:13","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=506738"},"modified":"2026-05-22T17:47:13","modified_gmt":"2026-05-22T17:47:13","slug":"7-em-cada-10-brasileiros-recorreram-a-ia-no-ultimo-ano-para-tirar-duvidas-sobre-sintomas-e-doencas-especialista-alerta-para-riscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/03\/7-em-cada-10-brasileiros-recorreram-a-ia-no-ultimo-ano-para-tirar-duvidas-sobre-sintomas-e-doencas-especialista-alerta-para-riscos\/","title":{"rendered":"7 em cada 10 brasileiros recorreram \u00e0 IA no \u00faltimo ano para tirar d\u00favidas sobre sintomas e doen\u00e7as; especialista alerta para riscos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Seguir orienta&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; recomenda&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, bem como maximizar ou minimizar&nbsp;<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400;\">sintomas, est&atilde;o entre os perigos mais identificados no novo estudo da Ol&aacute; Doutor&nbsp;<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Febre persistente, dores incomuns, mal-estar: diante de sinais que geram d&uacute;vida ou preocupa&ccedil;&atilde;o, cada vez mais brasileiros t&ecirc;m recorrido &agrave; intelig&ecirc;ncia artificial em busca de respostas r&aacute;pidas. Um estudo recente aponta que <\/span><b>7 em cada 10 pessoas afirmaram ter utilizado a IA no &uacute;ltimo ano para tirar d&uacute;vidas sobre sintomas ou poss&iacute;veis doen&ccedil;as<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, transformando tais plataformas em uma esp&eacute;cie de primeiro ponto de consulta para quest&otilde;es de sa&uacute;de.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dados s&atilde;o do <\/span><a href=\"https:\/\/oladoutor.app\/blog\/inteligencia-artificial-na-saude\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">novo levantamento<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da Ol&aacute; Doutor, plataforma de consultas online via chat, que investigou <\/span><b>como os brasileiros v&ecirc;m utilizando tecnologias de intelig&ecirc;ncia artificial para esclarecer d&uacute;vidas sobre o pr&oacute;prio corpo e organismo.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> A pesquisa ouviu pessoas de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s e analisou desde a frequ&ecirc;ncia de uso dessas ferramentas at&eacute; os temas de sa&uacute;de mais buscados pelos usu&aacute;rios.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al&eacute;m das d&uacute;vidas sobre sintomas, quase metade dos entrevistados tamb&eacute;m relataram utilizar a IA para pesquisar sobre medicamentos ou compreender diagn&oacute;sticos m&eacute;dicos &mdash; h&aacute;bitos que, muitas vezes, trazem consigo efeitos indesejados: <\/span><b>30,4% deles afirmaram j&aacute; ter interpretado sintomas como mais graves do que realmente eram<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, enquanto 22,4% disseram ter minimizado sinais que depois se mostraram mais s&eacute;rios.&nbsp;<\/span><\/p>\n<h2><b>Quais quest&otilde;es de sa&uacute;de levam os brasileiros &agrave; IA todos os meses?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em um contexto marcado, ao mesmo tempo, pela busca por mais agilidade nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e a populariza&ccedil;&atilde;o da IA no cotidiano, os dados recentes divulgados pela Ol&aacute; Doutor apenas comprovam uma impress&atilde;o geral: <\/span><b>como, nos &uacute;ltimos anos, a tecnologia passou a ocupar um espa&ccedil;o cada vez mais presente na rotina dos pacientes brasileiros<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, antes ou ap&oacute;s uma consulta m&eacute;dica.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao serem questionados pela plataforma, por exemplo, <\/span><b>71% dos entrevistados afirmaram ter recorrido &agrave; IA no &uacute;ltimo ano para tirar d&uacute;vidas sobre sintomas ou doen&ccedil;as<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, pr&aacute;tica que se mostrou ainda mais comum entre pessoas com doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas (81,4%) se comparadas &agrave;quelas que que n&atilde;o convivem com condi&ccedil;&otilde;es cont&iacute;nuas de sa&uacute;de (61,6%).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outras diferen&ccedil;as tamb&eacute;m aparecem quando se observa o perfil dos usu&aacute;rios: <\/span><b>as mulheres brasileiras tendem a utilizar mais a IA para quest&otilde;es m&eacute;dicas do que os homens (74,5% contra 66,2%)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, h&aacute;bito tamb&eacute;m mais frequente entre entre os estudantes e pessoas com at&eacute; 30 anos &mdash; grupos que mais recorreram &agrave; tecnologia no &uacute;ltimo ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na pr&aacute;tica, de acordo com a Ol&aacute; Doutor, canais como o ChatGPT e Gemini t&ecirc;m servido como uma esp&eacute;cie de ferramenta de apoio para compreender melhor certas orienta&ccedil;&otilde;es ou informa&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas: <\/span><b>metade dos entrevistados (49%) afirmaram ter usado a IA nos &uacute;ltimos meses para pesquisar sobre medicamentos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 41,6% recorreram &agrave; tecnologia para entender diagn&oacute;sticos e 35,4% disseram us&aacute;-la para interpretar exames ou laudos.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas, afinal, quais t&oacute;picos de sa&uacute;de mais v&ecirc;m levando a popula&ccedil;&atilde;o at&eacute; a Intelig&ecirc;ncia Artificial recentemente? Quando o assunto s&atilde;o os temas que mais despertam buscas na IA, <\/span><b>sintomas gerais, como febre, dores e desconfortos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> lideram o ranking (59,6%), seguidos por <\/span><b>nutri&ccedil;&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o (54%)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> e <\/span><b>quest&otilde;es de sa&uacute;de mental<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, como ansiedade, estresse ou depress&atilde;o (46,8%) &mdash; que evidenciam como a tecnologia tem sido utilizada tanto para d&uacute;vidas imediatas quanto para quest&otilde;es relacionadas ao bem-estar no dia a dia.&nbsp;<\/span><\/p>\n<h3><b>O outro lado da tecnologia: os riscos de se recorrer &agrave; IA para fins de sa&uacute;de<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais do que um recurso para esclarecer d&uacute;vidas r&aacute;pidas, algo que a Ol&aacute; Doutor descobriu &eacute; que, <\/span><b>para o bem ou para o mal, o uso da IA tamb&eacute;m vem influenciando a forma como os brasileiros observam e interpretam a pr&oacute;pria sa&uacute;de<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, afetando a maneira como a popula&ccedil;&atilde;o se informa e toma decis&otilde;es relacionadas ao pr&oacute;prio corpo e organismo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os efeitos positivos identificados pelos entrevistados, muitos relataram uma postura mais ativa em rela&ccedil;&atilde;o aos cuidados pessoais: <\/span><b>cerca de 58,8% afirmaram ter passado a prestar mais aten&ccedil;&atilde;o em sintomas e sinais do pr&oacute;prio corpo ap&oacute;s utilizar ferramentas de IA<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, enquanto 52,4% disseram se informar com maior frequ&ecirc;ncia sobre preven&ccedil;&atilde;o e cuidados de sa&uacute;de. Al&eacute;m disso, uma parcela consider&aacute;vel destacou <\/span><b>ter adotado mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos no dia a dia (45,4%)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, incluindo melhorias na alimenta&ccedil;&atilde;o ou rotina de atividades f&iacute;sicas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, o estudo tamb&eacute;m revela que o uso dessas ferramentas pode trazer uma s&eacute;rie de riscos quando utilizado sem orienta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica adequada. <\/span><b>Muitos respondentes, por exemplo, afirmaram ter passado a pesquisar de forma excessiva sobre poss&iacute;veis doen&ccedil;as (20,2%) ou se tornar mais ansiosos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de ap&oacute;s recorrer &agrave; IA (16,8%).<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em alguns casos, a interpreta&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m gerou distor&ccedil;&otilde;es: <\/span><b>3 em cada 10 deles relataram j&aacute; ter interpretado um sintoma como mais grave do que realmente era<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, ao passo que 22,4% minimizaram sinais que depois se mostraram mais s&eacute;rios.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>Para Anderon Zilli, CEO do Ol&aacute; Doutor, esse cen&aacute;rio refor&ccedil;a o papel da tecnologia como complemento, e n&atilde;o substituto, da avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica. &ldquo;Ferramentas podem, sim, ampliar o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o substituem a an&aacute;lise cl&iacute;nica feita por um profissional de sa&uacute;de&rdquo;, explica. &ldquo;Com o avan&ccedil;o da telemedicina, ser atendido por um m&eacute;dico deixou de ser um processo demorado e burocr&aacute;tico: hoje, consultas online permitem que pacientes tenham acesso &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o profissional em poucos cliques, reduzindo o risco de decis&otilde;es baseadas apenas em informa&ccedil;&otilde;es encontradas na internet.&rdquo;<\/p>\n<h2><b>Futuro da IA na sa&uacute;de: o que pensam os brasileiros?&nbsp;&nbsp;<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora o uso da IA para esclarecer d&uacute;vidas m&eacute;dicas j&aacute; fa&ccedil;a parte da rotina de muitos brasileiros, a rela&ccedil;&atilde;o com a tecnologia, segundo os respondentes, ainda &eacute; marcada por certo n&iacute;vel de cautela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com a Ol&aacute; Doutor, <\/span><b>mais da metade dos entrevistados (52,8%) afirmam ter algum grau de desconfian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao uso da IA em quest&otilde;es de sa&uacute;de<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, seja porque confiam parcialmente nas respostas das ferramentas (33,8%), confiam pouco (12,6%) ou n&atilde;o confiam de forma alguma nesse tipo de tecnologia (6,4%).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&Eacute; um cen&aacute;rio que ajuda a explicar como a popula&ccedil;&atilde;o enxerga o futuro da intelig&ecirc;ncia artificial no setor. <\/span><b>N&atilde;o por acaso, quando questionados sobre os pr&oacute;ximos anos, a maior parte dos ouvidos pela empresa acreditam que a tecnologia deve avan&ccedil;ar, mas com certas limita&ccedil;&otilde;es e cuidados<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para 29,8% dos respondentes, a IA tende a impulsionar novas inova&ccedil;&otilde;es na sa&uacute;de, desde que acompanhada por regulamenta&ccedil;&otilde;es adequadas, enquanto 26,8% acreditam que seu uso ser&aacute; mais restrito &mdash; funcionando principalmente como uma ferramenta de apoio, e n&atilde;o como substituta da orienta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/span><\/p>\n<h2><b>Metodologia&nbsp;<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para entender o impacto da IA nos h&aacute;bitos de sa&uacute;de dos brasileiros, nas &uacute;ltimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regi&otilde;es e conectados &agrave; internet. O &iacute;ndice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 quest&otilde;es, que exploraram a frequ&ecirc;ncia com que recorrem &agrave; IA para fins de sa&uacute;de,&nbsp; os t&oacute;picos mais levados &agrave;s ferramentas e seus impactos no dia a dia. A organiza&ccedil;&atilde;o das respostas possibilitou a cria&ccedil;&atilde;o de diferentes rankings, nos quais voc&ecirc; confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.&nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seguir orienta&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; recomenda&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, bem como maximizar ou minimizar&nbsp;sintomas, est&atilde;o entre os perigos mais&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":506755,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[32309,35812,7],"tags":[40269,40271,10711,1731,688,40270],"class_list":["post-506738","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-deixe-de-ler","category-www-redelajeado-com-br-noticias","category-sde","tag-duvidas-de-ia","tag-duvidas-sobre-sintomas","tag-inteligencia-artificial","tag-saude","tag-tecnologia","tag-uso-de-ia-para-duvidas","wpcat-32309-id","wpcat-35812-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/506738","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=506738"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/506738\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/506755"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=506738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=506738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=506738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}