{"id":505877,"date":"2026-03-05T17:49:33","date_gmt":"2026-03-05T17:49:33","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=505877"},"modified":"2026-03-05T22:53:02","modified_gmt":"2026-03-05T22:53:02","slug":"incidencia-de-tumores-femininos-cresce-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/03\/incidencia-de-tumores-femininos-cresce-no-brasil\/","title":{"rendered":"Incid\u00eancia de tumores femininos cresce no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><strong>Incid&ecirc;ncia de tumores femininos cresce no Brasil<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n<em>Em alus&atilde;o ao Dia Internacional da Mulher, evento &ldquo;Mulheres em AntecipA&Ccedil;&Atilde;O&rdquo; re&uacute;ne especialistas em SP para alertar sobre fatores de risco e preven&ccedil;&atilde;o dos tumores de mama, de &uacute;tero, colorretal e pulm&atilde;o<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\nNo momento em que o c&acirc;ncer se consolida como uma das principais causas de mortalidade entre mulheres no Brasil, entidades m&eacute;dicas promovem em <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>, nesta sexta-feira 6 de mar&ccedil;o, a segunda edi&ccedil;&atilde;o do evento &ldquo;Mulheres em AntecipA&Ccedil;&Atilde;O &ndash; Autoconhecimento &eacute; poder!&rdquo;, com foco em preven&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoce dos tumores femininos. O semin&aacute;rio &eacute; promovido pela Sociedade Brasileira de Oncologia Cl&iacute;nica (SBOC), Grupo Brasileiro de Tumores Ginecol&oacute;gicos (EVA), o Grupo Brasileiro de Estudos do C&acirc;ncer de Mama (GBECAM), o Grupo Brasileiro de Oncologia Tor&aacute;cica (GBOT) e Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG). O objetivo &eacute; ampliar o di&aacute;logo entre especialistas e popula&ccedil;&atilde;o, refor&ccedil;ando sinais de alerta, fatores de risco e exames recomendados.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Antecipa&ccedil;&atilde;o significa agir antes do problema se agravar. No c&acirc;ncer, tempo &eacute; determinante&rdquo;, resume a presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl&iacute;nica (SBOC), Dra. Clarissa Baldotto.<br>\nCom a expectativa de aumento da incid&ecirc;ncia nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas, profissionais de sa&uacute;de defendem que preven&ccedil;&atilde;o, vacina&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoce ser&atilde;o centrais para reduzir mortalidade e desigualdade no acesso ao tratamento do c&acirc;ncer.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Estimativas do Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA) apontam que os tumores de mama est&atilde;o entre os mais frequentes entre as brasileiras. Para cada ano do tri&ecirc;nio 2026&ndash;2028, estima-se 78.610 novos casos. Na sequ&ecirc;ncia aparecem os c&acirc;nceres colorretal (27.540), do colo do &uacute;tero (19.310) e de pulm&atilde;o (16.650).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a presidente da SBOC, a combina&ccedil;&atilde;o entre envelhecimento populacional e falhas no acesso ao rastreamento ajuda a explicar esse cen&aacute;rio. &ldquo;O Brasil est&aacute; em processo de envelhecimento populacional, e o c&acirc;ncer &eacute; uma doen&ccedil;a associada &agrave; idade. Mas o que realmente impacta a mortalidade &eacute; o diagn&oacute;stico tardio. Quando conseguimos identificar a doen&ccedil;a em est&aacute;gios iniciais, as chances de cura aumentam de forma significativa&rdquo;, explica Dra. Clarissa Baldotto.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>C&acirc;ncer de mama lidera incid&ecirc;ncia<br>\n<\/strong><br>\nO c&acirc;ncer de mama responde pela maior parcela dos diagn&oacute;sticos femininos, correspondendo a 30% dos casos. Enquanto no tri&ecirc;nio de 2023 a 2025, registravam-se anualmente 73.610 novos casos de c&acirc;ncer de mama no pa&iacute;s, no per&iacute;odo de 2026 a 2028, a expectativa &eacute; de que sejam registrados 78.610 casos, representando um aumento de 6,8%.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A mamografia &eacute; um dos principais recursos para a detec&ccedil;&atilde;o precoce deste c&acirc;ncer. O exame gera imagens de alta qualidade e revela sinais iniciais da doen&ccedil;a. Embora o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de recomende a mamografia a partir dos 50 anos de idade a cada dois anos, Sociedades m&eacute;dicas defendem sua realiza&ccedil;&atilde;o anual a partir dos 40 anos. Se altera&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-malignas e tumores mam&aacute;rios forem detectados na fase inicial, as chances de cura chegam a 95%.<br>\nAcesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o &eacute; parte essencial da estrat&eacute;gia de enfrentamento. &ldquo;Autoconhecimento n&atilde;o substitui o exame m&eacute;dico, mas ajuda a mulher a reconhecer sinais de alerta e a buscar atendimento com mais agilidade. Informa&ccedil;&atilde;o de qualidade &eacute; uma ferramenta de sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo;, afirma Dra. Clarissa Baldotto.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a diretora do GBECAM, Dra. Laura Testa, ampliar o acesso a informa&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis sobre o rastreamento do c&acirc;ncer de mama &eacute; fundamental para fortalecer o diagn&oacute;stico precoce. A especialista destaca que iniciativas de conscientiza&ccedil;&atilde;o ajudam a combater mitos e receios que ainda cercam a doen&ccedil;a, muitas vezes alimentados por informa&ccedil;&otilde;es equivocadas, o que pode gerar inseguran&ccedil;a e afastar pacientes das consultas e exames preventivos. A m&eacute;dica tamb&eacute;m ressalta: &ldquo;Al&eacute;m do rastreamento, a ado&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis desempenha papel essencial na preven&ccedil;&atilde;o. Manter uma alimenta&ccedil;&atilde;o equilibrada, praticar atividade f&iacute;sica regularmente e evitar o consumo de &aacute;lcool pode parecer simples e trivial, mas tem impacto important&iacute;ssimo na redu&ccedil;&atilde;o do risco de diversos tipos de c&acirc;ncer&rdquo;, complementa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Colo do &uacute;tero: aumento de incid&ecirc;ncia em quase 14%<br>\n<\/strong><br>\nApesar de ser considerado altamente preven&iacute;vel por meio da vacina contra o HPV, o c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero ainda apresenta n&uacute;meros expressivos no pa&iacute;s. A estimativa de casos novos para o Brasil, para cada ano do tri&ecirc;nio de 2026 a 2028, &eacute; de 19.310. No &uacute;ltimo levantamento, eram estimados cerca de 17 mil casos, o que representa um aumento de aproximadamente 13,5% na incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a. A infec&ccedil;&atilde;o persistente pelo HPV (papilomav&iacute;rus humano) &eacute; o principal fator de risco.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a presidente do Grupo EVA, Dra. Andrea Gadelha, o problema central n&atilde;o &eacute; a aus&ecirc;ncia de tecnologia, mas a dificuldade de ampliar a cobertura preventiva. &ldquo;N&oacute;s temos vacina contra o HPV e exames capazes de identificar les&otilde;es antes que se tornem c&acirc;ncer. O desafio est&aacute; em garantir acesso e ades&atilde;o. Nenhuma mulher deveria morrer de uma doen&ccedil;a que pode ser prevenida ou tratada quando diagnosticada precocemente&rdquo;, afirma.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Ela ressalta que desigualdades regionais e barreiras socioecon&ocirc;micas ainda interferem no rastreamento adequado. &ldquo;Precisamos falar sobre c&acirc;ncer ginecol&oacute;gico fora do ambiente hospitalar. Informa&ccedil;&atilde;o clara e acess&iacute;vel &eacute; uma forma de reduzir desigualdades.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Dra. Ang&eacute;lica Nogueira, presidente de honra da SBOC, idealizadora e Diretora de Planejamento do EVA, resume que a mensagem central do novo relat&oacute;rio do INCA &eacute; o aumento de incid&ecirc;ncia, uma vez que n&atilde;o houve aumento populacional no Brasil. &ldquo;O que chama aten&ccedil;&atilde;o &eacute; alta na incid&ecirc;ncia principalmente em doen&ccedil;as pass&iacute;veis de preven&ccedil;&atilde;o pr&iacute;maria ou secund&aacute;ria&rdquo;, diz a Dra. Ang&eacute;lica. &ldquo;Houve tamb&eacute;m aumento na incid&ecirc;ncia de outras doen&ccedil;as como o c&acirc;ncer de intestino, que tamb&eacute;m &eacute; uma doen&ccedil;a pass&iacute;vel de preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, com a colonoscopia, por exemplo. O c&acirc;ncer de colo de &uacute;tero pode ser evitado com vacina&ccedil;&atilde;o, rastreio com HPVDNA, que s&atilde;o novas tecnologias. Mas o Papanicolau tamb&eacute;m pode evitar a doen&ccedil;a, e observamos que a cobertura inadequada do Papanicolau ao longo de d&eacute;cadas n&atilde;o teve efeito em queda de incid&ecirc;ncia. C&acirc;ncer de colo de &uacute;tero continua sendo a terceira causa de c&acirc;ncer na mulher e ao inv&eacute;s de reduzir esse aumento real de incid&ecirc;ncia, registramos mais casos. Isso &eacute; um alerta para as novas tecnologias sendo incorporadas, como o rastreio com HPVDNA, como vacina&ccedil;&atilde;o. Ou seja, sem cobertura adequada, tecnologias &oacute;timas, como sempre foi o Papanicolau, n&atilde;o atingem o seu potencial.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>C&acirc;ncer colorretal: desafio do momento com quase 16,5% de aumento na incid&ecirc;ncia<br>\n<\/strong><br>\nO c&acirc;ncer colorretal j&aacute; ocupa posi&ccedil;&atilde;o de destaque em incid&ecirc;ncia entre mulheres. O n&uacute;mero estimado de casos novos de c&acirc;nceres de c&oacute;lon e reto para o Brasil, para cada ano do tri&ecirc;nio de 2026 a 2028, &eacute; de 53.810 casos. Desse total, estima-se que 27.540 casos ocorram entre as mulheres. O que representa um aumento de registros de casos de 16,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao tri&ecirc;nio<br>\nde 2023 a 2025. A colonoscopia permite tanto a detec&ccedil;&atilde;o precoce quanto a retirada de les&otilde;es precursoras.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Segundo a presidente do GTG, Dra. Maria Ignez Braghiroli, a articula&ccedil;&atilde;o entre sociedades de especialidades &eacute; essencial para somar esfor&ccedil;os e promover um cuidado integral &agrave; sa&uacute;de da mulher, favorecendo melhores resultados em preven&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;stico precoce e aprimoramento do tratamento. &ldquo;Essa colabora&ccedil;&atilde;o impacta positivamente milhares de pacientes e contribui para o fortalecimento do sistema de sa&uacute;de como um todo&rdquo;, comenta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>C&acirc;ncer de pulm&atilde;o: alta de 14,5% no n&uacute;mero de casos novos e enfrentamento ao tabagismo<br>\nO c&acirc;ncer de pulm&atilde;o permanece entre os mais incidentes, mesmo com a redu&ccedil;&atilde;o do tabagismo nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. O n&uacute;mero estimado de casos novos de c&acirc;nceres de traqueia, br&ocirc;nquio e pulm&atilde;o para o Brasil, para cada ano do tri&ecirc;nio de 2026 a 2028, &eacute; de 35.380 casos, com risco estimado de 16,51 casos por 100 mil habitantes. Desse total, s&atilde;o estimados 16.650 entre as mulheres, um aumento de 14,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao tri&ecirc;nio de 2023 a 2025.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Especialistas apontam tamb&eacute;m o impacto do tabagismo passivo e da polui&ccedil;&atilde;o. Aproximadamente 85% dos casos diagnosticados possuem alguma rela&ccedil;&atilde;o com o consumo de tabaco e derivados. Mas, apesar de o tabagismo ser o principal fator de risco para essa doen&ccedil;a, outros fatores como polui&ccedil;&atilde;o, tabagismo passivo e exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; radia&ccedil;&atilde;o natural (rad&ocirc;nio) e agentes qu&iacute;micos, como ars&ecirc;nico e amianto, tamb&eacute;m influenciam no desenvolvimento da doen&ccedil;a.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para a presidente eleita do GBOT, Dra. Samira Mascarenhas, a &ldquo;informa&ccedil;&atilde;o &eacute; nossa maior aliada em qualquer contexto, especialmente na sa&uacute;de, pois o diagn&oacute;stico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento.&rdquo; Como as mulheres tendem a iniciar o consumo de tabaco em idade mais avan&ccedil;ada e o c&acirc;ncer pode levar cerca de 20 anos para se manifestar ap&oacute;s a exposi&ccedil;&atilde;o ao cigarro, os impactos do tabagismo de d&eacute;cadas anteriores ainda s&atilde;o observados. &ldquo;Al&eacute;m disso, h&aacute; ind&iacute;cios de que elas possam ter maior vulnerabilidade a carcin&oacute;genos ambientais, como a polui&ccedil;&atilde;o do ar, embora essa associa&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o esteja totalmente esclarecida&rdquo;, explica.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o do evento Mulheres em AntecipaA&ccedil;&atilde;o<\/strong><br>\n&#9679; Fatores de risco al&eacute;m do &oacute;bvio &ndash; Fatores de risco que costumam receber menos aten&ccedil;&atilde;o nas conversas com mulheres: 14h25 &agrave;s 15h20<br>\n&#9679; Rastreamento cen&aacute;rio privado e SUS, alto risco e disparidades &ndash; &ldquo;O que rastrear&rdquo; para o &ldquo;quem consegue, de fato, ser rastreado: 15h20 &agrave;s 16h<br>\n&#9679; Advocacy e participa&ccedil;&atilde;o social &ndash; Como advocacy aproxima informa&ccedil;&atilde;o, direitos, pesquisa e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas da vida real das mulheres: 16h &agrave;s 16h<br>\n&#9679; Paciente falando de advocacy<br>\n&#9679; Debate<br>\n&#9679; Perguntas finais<br>\n&#9679; Encerramento: 16h35 &agrave;s 17h<br>\n&#9679; Cocktail: &nbsp;17h &agrave;s 18h<\/p>\n<p><strong>Servi&ccedil;o:<\/strong><br>\nEvento: Mulheres em AntecipA&Ccedil;&Atilde;O: Autoconhecimento &eacute; Poder<\/p>\n<p><strong><br>\nAssessoria de Imprensa<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">gisele@gvcomunicacao.com<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Gisele Vit&oacute;ria &ndash; 11 99624-2133<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">anaarakakii@outlook.com<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Ana Arakaki &ndash; 35 99990-6310<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\n<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Incid&ecirc;ncia de tumores femininos cresce no Brasil Em alus&atilde;o ao Dia Internacional da Mulher, evento &ldquo;Mulheres&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,7],"tags":[],"class_list":["post-505877","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-sde","wpcat-21201-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505877","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=505877"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505877\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=505877"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=505877"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=505877"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}