{"id":505628,"date":"2026-02-27T18:36:22","date_gmt":"2026-02-27T18:36:22","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=505628"},"modified":"2026-02-28T02:00:45","modified_gmt":"2026-02-28T02:00:45","slug":"acoes-do-governo-contrariam-o-discurso-oficial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/02\/acoes-do-governo-contrariam-o-discurso-oficial\/","title":{"rendered":"A\u00e7\u00f5es do governo contrariam o discurso oficial"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Os indicadores econ&ocirc;micos e sociais, divulgados por institui&ccedil;&otilde;es oficiais como IBGE, Banco Mundial e portal gov.br, al&eacute;m da Transpar&ecirc;ncia Internacional, revelam que o governo federal n&atilde;o tem priorizado o cumprimento do arcabou&ccedil;o fiscal tal qual foi aprovado pelo Congresso. Tampouco tem buscado combater os d&eacute;ficits prim&aacute;rio e nominal, nem atuado para estancar o crescimento da d&iacute;vida p&uacute;blica, que j&aacute; atinge quase R$ 1 trilh&atilde;o ao ano. Ainda &eacute; condescendente com a corrup&ccedil;&atilde;o &ndash; ao n&atilde;o combat&ecirc;-la com prioridade -, e com a inefici&ecirc;ncia da m&aacute;quina p&uacute;blica e das estatais federais, que acumulam d&eacute;ficits bilion&aacute;rios.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Contrariando os princ&iacute;pios da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute;tica, eficiente e transparente, o governo tem agido recorrentemente no sentido de obter aprova&ccedil;&atilde;o do parlamento para excluir despesas bilion&aacute;rias do teto de gastos (170.000.000,0 foram excluido do teto de gastos conforme calculos feitos por instituicao fiscal independente do Senado Federal &ndash; Folha de S. Paulo de 22.12.2025) e para evitar o comparecimento de muitos de seus membros para depoimentos da Comiss&atilde;o Parlamentar Mista (CPMI) que investiga o roubo do INSS, blindando, dessa forma, alguns dos envolvidos sob maior suspei&ccedil;&atilde;o e benefici&aacute;rios do esquema.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Al&eacute;m disso, decretou sigilo por longos per&iacute;odos &ndash; que chegam a 100 anos &ndash; sobre despesas duvidosas, inclusive algumas relativas a ostenta&ccedil;&otilde;es. Fez o que havia criticado em rela&ccedil;&atilde;o aos advers&aacute;rios. E como se n&atilde;o bastasse, silencia diante do fato p&uacute;blico da contrata&ccedil;&atilde;o &ndash; por valores exorbitantes &ndash; &nbsp;de ministros de Estado por empresas de conduta duvidosa, algumas respons&aacute;veis pela emiss&atilde;o de t&iacute;tulos banc&aacute;rios falsos, sem lastro, que causaram preju&iacute;zos de at&eacute; R$ 20 bilh&otilde;es aos compradores\/portadores desses t&iacute;tulos. N&atilde;o custa lembrar que essa mesma empresa pagou cerca de R$ 400 milh&otilde;es por ano, a t&iacute;tulo de consultorias, conselhos e assessorias.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O governo tamb&eacute;m faz vista grossa aos esc&acirc;ndalos de sonega&ccedil;&atilde;o de tributos em escala bilion&aacute;ria, facilitadas pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o deficiente nas zonas prim&aacute;rias. &Eacute; igualmente omisso ao deixar de atuar como deveria para impedir o espantoso crescimento das organiza&ccedil;&otilde;es criminosas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Nas estatais, a meritocracia foi engavetada, dando lugar a nomea&ccedil;&otilde;es de pessoas escolhidas pelo crit&eacute;rio da identidade ideol&oacute;gica. Coincidentemente, os d&eacute;ficits dessas empresas cresceram nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos e j&aacute; atingem cifras bilion&aacute;rias, tendo como maior exemplo os Correios, que acabam de receber autoriza&ccedil;&atilde;o para contrair empr&eacute;stimo banc&aacute;rio de R$ 20 bilh&otilde;es, com aval da Uni&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O cen&aacute;rio &eacute; extremamente preocupante, ainda mais diante da constata&ccedil;&atilde;o de que as verdades t&ecirc;m sido sistematicamente substitu&iacute;das por narrativas convenientes. As despesas com propaganda e publicidade dos atos do governo t&ecirc;m batido recorde, chegando a bilh&otilde;es de reais, tudo visando a impactar parte do eleitorado com foco na reelei&ccedil;&atilde;o em 2026.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Esse esfor&ccedil;o sacrifica mais de 110 milh&otilde;es de brasileiros que mais precisam do governo, pois est&atilde;o aposentados ou s&atilde;o idosos e deficientes. Afeta inclusive trabalhadores privados com carteira assinada que ganham at&eacute; 1 sal&aacute;rio-m&iacute;nimo, via altera&ccedil;&atilde;o da f&oacute;rmula de c&aacute;lculo de reajuste anual do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo, retirando da mesa dos mais necessitados alimentos indispens&aacute;veis ao sustento de suas fam&iacute;lias<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">N&atilde;o foi e nem &eacute; diferente o preju&iacute;zo causado aos benefici&aacute;rios do Bolsa Fam&iacute;lia cujo benef&iacute;cio m&eacute;dio mensal &eacute; R$ 668,50, valor que n&atilde;o teve nenhuma corre&ccedil;&atilde;o inflacion&aacute;ria em 2024 e 2025.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Dif&iacute;cil entender v&aacute;rias decis&otilde;es do chefe do poder executivo atual, pois s&atilde;o diametralmente opostas aos pronunciamentos e narrativas de sua campanha eleitoral vitoriosa, prioritariamente para proporcionar melhor distribui&ccedil;&atilde;o de renda &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, assegurar a implanta&ccedil;&atilde;o de programas sociais voltados &agrave;s pessoas que mais precisam. A promessa foi que, para consecu&ccedil;&atilde;o desses objetivos, seria feita justi&ccedil;a fiscal, inclusive com aumentos de tributos sobre os mais ricos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">H&aacute; outras contradi&ccedil;&otilde;es nas medidas do governo adotadas entre 2023 e 2025, cujas repercuss&otilde;es j&aacute; s&atilde;o quantific&aacute;veis para os pr&oacute;ximos cinco anos. Uma delas foi o projeto de lei de iniciativa do l&iacute;der do governo na C&acirc;mara, aprovado no dia 28 de dezembro de 2024, quando as aten&ccedil;&otilde;es estavam voltadas para as comemora&ccedil;&otilde;es de final de ano. Transformado na Lei n&ordm; 14.663, imp&ocirc;s redu&ccedil;&otilde;es substanciais do poder aquisitivo ao introduzir modifica&ccedil;&otilde;es na f&oacute;rmula de c&aacute;lculo e de fixa&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo, vigorando de 2025 at&eacute; 2030. Essa lei reduziu a parcela de reajuste real e estabeleceu limites m&iacute;nimos e m&aacute;ximos para a parcela relativa ao aumento real (entre 0,6% a 2,5%).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Pouco ou nada se ouviu falar sobre esses efeitos negativos &nbsp;da lei, ignorados por parcela consider&aacute;vel da grande m&iacute;dia e nunca &nbsp;devidamente analisados pelas entidades civis. As perdas do poder aquisitivo e a redu&ccedil;&atilde;o da massa salarial dos trabalhadores de baixa renda s&atilde;o significativas e, na pr&aacute;tica, retiram dinheiro dos bolsos e alimentos das mesas de 28,50 milh&otilde;es de aposentados e pensionistas da Previd&ecirc;ncia Social, dos 4,70 milh&otilde;es de idosos e deficientes benefici&aacute;rios do programa de presta&ccedil;&atilde;o continuada (bpc) e ainda atingiem mais de 35% do total dos trabalhadores do setor privado com carteira assinada, abrangendo 31,3 milh&otilde;es de trabalhadores que t&ecirc;m remunera&ccedil;&atilde;o igual a um sal&aacute;rio-m&iacute;nimo. Os efeitos dessas contradi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o ainda piores com a constata&ccedil;&atilde;o de que as regi&otilde;es mais atingidas foram o norte e o nordeste, sabidamente as mais empobrecidas do pa&iacute;s.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Ningu&eacute;m tem coragem de dizer, por&eacute;m 64,5 milh&otilde;es de pessoas que mais precisam da assist&ecirc;ncia do governo foram tra&iacute;das por ele. Ainda aguardam a prometida picanha que n&atilde;o veio e nem perceberam que em 2025 o governo &nbsp;tirou R$ 123,13 de cada um dos 28,5 milh&otilde;es de aposentados e pensionistas do INSS que recebem um sal&aacute;rio- m&iacute;nimo\/m&ecirc;s, ao alterar a f&oacute;rmula de reajuste do benef&iacute;cio. &Eacute; dinheiro suficiente para comprar 40 kg de feij&atilde;o e 10 kg de arroz que nunca chegar&atilde;o &agrave; mesa. Para 2026 o apetite do governo ser&aacute; ainda maior: vai retirar desses mesmos benefic&aacute;rios R$ 322,66, suficientes para comprar 100 kg de feij&atilde;o 25 kg de arroz. E tudo se repetir&aacute; em 2027.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">N&atilde;o satisfeito, atingiu tamb&eacute;m idosos e deficientes benefici&aacute;rios do BPC, com a perda dolorosa de R$ 116,52 em 2025, de R$ 297,84 em 2026 e de R$318,12 em 2027.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">O desastre continua, pois reduzindo R$ 4,15 bilh&otilde;es (em 2025), R$ 10,60 milh&otilde;es (2026), e R$ 11,32 bilh&otilde;es (202) as despesas da deficit&aacute;ria e sempre pessimamente gerida Previd&ecirc;ncia Social (rgps), a economia alcan&ccedil;ar&aacute; apenas R$ 26 bilh&otilde;es, ou seja, inexpressivos 0,13% do total or&ccedil;ament&aacute;rio de quase R$ 20 trilh&otilde;es previstos para o tri&ecirc;nio.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">A quest&atilde;o &eacute; que para alcan&ccedil;ar essa min&uacute;scula economia nas contas previdenci&aacute;rias, o governo n&atilde;o se furtou de retirar renda do bolso e atendimentos das mesas dos 31,3 milh&otilde;es de trabalhadores no setor privado com carteira assinada, com remunera&ccedil;&atilde;o de apenas um sal&aacute;rio m&iacute;nimo\/m&ecirc;s, e que somam mais de 35% do total dessa classe. A concentra&ccedil;&atilde;o de renda ser&aacute; acentuada, mas ningu&eacute;m parece se importar com tamanha maldade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Pior ainda &eacute; constatar que se retira a capacidade de compra de quem pouco ou nada tem em um per&iacute;odo de infla&ccedil;&atilde;o fora de controle, porque superior &agrave;s metas (2024: 4,77%; previstos 2025: 4,52%; 2026: 4,50% e 2027: 4,5%). Como desde mar&ccedil;o de 2023 n&atilde;o s&atilde;o reajustados os valores do benef&iacute;cio m&iacute;nimo (R$ 600\/m&ecirc;s) e do benef&iacute;cio m&eacute;dio (R$ 668,65\/ fam&iacute;lia\/m&ecirc;s), cada benefici&aacute;rio do Bolsa Fam&iacute;lia perdeu em 2025 capacidade de comprar alimentos para suas fam&iacute;lias equivalente a R$ 387,60\/fam&iacute;lia-ano e em 2026, a perda ser&aacute; superior a R$ 766,00\/fam&iacute;lia-m&ecirc;s. Na pr&aacute;tica, ser&aacute; como o benefici&aacute;rio receber apenas 11 dos 12 meses previstos. Tudo com artif&iacute;cios silenciosos e nada transparentes, em nome da economia. Afinal, ao n&atilde;o fazer a corre&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios pela varia&ccedil;&atilde;o anual do INPC, o governo poupou R$ 8,0 bilh&otilde;es em 2025, economia que subir&aacute; para R$ 15,8 bilh&otilde;es em 2026.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Se somado tudo o que deixar&atilde;o de ganhar os aposentados e pensionistas do INSS, os benefici&aacute;rios do BPC e do Bolsa Fam&iacute;lia, o governo economizar&aacute; mais de R$ 30,00 bilh&otilde;es em dois anos (2025 e 2026), &agrave;s custas do&nbsp; sacrif&iacute;cio de mais de 118,30 milh&otilde;es de pessoas que mais necessitam e deveriam ser priorizadas pelo governo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Sob o sil&ecirc;ncio de grande parte da oposi&ccedil;&atilde;o inoperante e da m&iacute;dia, foi a sa&iacute;da mais f&aacute;cil visando a campanha da reelei&ccedil;&atilde;o em 2026. Afinal, mesmo com aumentos consider&aacute;veis de arrecada&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria &nbsp;(de 32,3% do PIB em 2022 para mais de 34% em 2025), a previs&atilde;o &eacute; de que o governo n&atilde;o ter&aacute; recursos para novas medidas de bondades.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Pensando nisso, j&aacute; se antecipou, aprovando lei que vigorar&aacute; apenas por um ano (coincidentemente o ano eleitoral), garantindo o justo e necess&aacute;rio aumento da isen&ccedil;&atilde;o no Imposto de Renda para os 17 milh&otilde;es de contribuintes que ganham at&eacute; R$ 5.000,00 por m&ecirc;s. O custo; R$ 31,5 bilh&otilde;es em 2026.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Mas como diz o velho ditado, deu com uma m&atilde;o e tirou com a outra porque em 2025 economizar&aacute;&nbsp; R$ 12,15 bilh&otilde;es com os aposentados, pensionistas,&nbsp; e benefici&aacute;rios do Bolsa Fam&iacute;lia, valor que subir&aacute; para R$ 26,45 bilh&otilde;es em 2026 e que se somar&aacute; a mais R$ 225 bilh&otilde;es arrecadados com o aumento da carga tribut&aacute;ria.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Para fazer justi&ccedil;a social de fato, o reajuste da tabela de isen&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda deveria ser anual e assim fixado por lei. Nada mais justo porque a infla&ccedil;&atilde;o corr&oacute;i os rendimentos do trabalhador. E infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; renda; &eacute; custo, n&atilde;o b&ocirc;nus. &nbsp;A corre&ccedil;&atilde;o, portanto, &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o favor.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\">Ano que vem teremos novas campanhas e elei&ccedil;&otilde;es, esta na hora de se cobrar melhor gest&atilde;o, transparencia, mais verdades e menos promessas ilus&oacute;rias. A realidade est&aacute; estampada nos indicadores econ&ocirc;micos e sociais e n&atilde;o na propaganda oficial. &Eacute; preciso enxerg&aacute;-los com olhos cr&iacute;ticos, isentos de paix&otilde;es partid&aacute;rias ou ideol&oacute;gicas, colocando-se no lugar dos que precisam mais e n&atilde;o podem se deixar enganar por artif&iacute;cios.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12pt\"><em>*Samuel Hanan &eacute; engenheiro com especializa&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de macroeconomia, administra&ccedil;&atilde;o de empresas e finan&ccedil;as, empres&aacute;rio, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros &ldquo;Brasil, um pa&iacute;s &agrave; deriva&rdquo;, &ldquo;Caminhos para um pa&iacute;s sem rumo&rdquo; e &ldquo;Amaz&ocirc;nia brasileira, presersar para viver, responsabilidade mundial&rdquo;. Site: https:\/\/samuelhanan.com.br<\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Os indicadores econ&ocirc;micos e sociais, divulgados por institui&ccedil;&otilde;es oficiais como IBGE, Banco Mundial e portal&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":505627,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[11,21201],"tags":[3937],"class_list":["post-505628","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-destaques","tag-economia","wpcat-11-id","wpcat-21201-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505628","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=505628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505628\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/505627"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=505628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=505628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=505628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}