{"id":496575,"date":"2026-02-06T14:59:50","date_gmt":"2026-02-06T14:59:50","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=496575"},"modified":"2026-02-06T17:55:54","modified_gmt":"2026-02-06T17:55:54","slug":"publica-ou-privada-em-qual-nuvem-investir-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2026\/02\/publica-ou-privada-em-qual-nuvem-investir-em-2026\/","title":{"rendered":"P\u00fablica ou privada: em qual nuvem investir em 2026?"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Com crescimento na procura por solu&ccedil;&otilde;es de cloud, l&iacute;deres das companhias buscam orienta&ccedil;&atilde;o sobre qual caminho seguir nos pr&oacute;ximos meses<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Fevereiro de 2026 &ndash;<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> O mercado de computa&ccedil;&atilde;o em nuvem segue em forte expans&atilde;o global, com gastos globais que devem ultrapassar os 723 bilh&otilde;es de d&oacute;lares (3,9 trilh&otilde;es de reais) neste ano, de acordo com proje&ccedil;&otilde;es do Gartner. J&aacute; a consultoria IDC refor&ccedil;a esse movimento ao estimar que o investimento global em cloud deve dobrar at&eacute; 2028, impulsionado pela ado&ccedil;&atilde;o de IA, machine learning e workloads de dados cada vez mais complexos.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse avan&ccedil;o mostra que a migra&ccedil;&atilde;o para nuvem deixou de ser apenas uma decis&atilde;o tecnol&oacute;gica e passou a ser um movimento estrat&eacute;gico. Nesse contexto, tanto a nuvem p&uacute;blica quanto a privada ganham relev&acirc;ncia, e muitos executivos ainda avaliam qual modelo &ndash; ou combina&ccedil;&atilde;o entre eles &ndash; melhor atende &agrave;s necessidades de escala, seguran&ccedil;a e efici&ecirc;ncia da empresa.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">&ldquo;Em 2026, empresas globais seguem migrando sistemas legados e ampliando seus ambientes em nuvem para dar suporte a iniciativas de transforma&ccedil;&atilde;o digital e intelig&ecirc;ncia artificial&rdquo;, conta Carlos Maia, Diretor de Cloud Solutions da TIVIT, empresa do grupo Almaviva e provedora de servi&ccedil;os de tecnologia na Am&eacute;rica Latina. &ldquo;Ao entrar no universo de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Cloud Computing,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> l&iacute;deres se deparam com a grande d&uacute;vida sobre escolher investir entre nuvem p&uacute;blica ou privada, mas a decis&atilde;o deve ser guiada por v&aacute;rios fatores estrat&eacute;gicos, alinhados &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o digital e n&atilde;o mais em custo.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Como escolher?<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo Maia, ao optar entre nuvem p&uacute;blica, privada ou h&iacute;brida, os l&iacute;deres de TI devem considerar m&uacute;ltiplos crit&eacute;rios estrat&eacute;gicos, a necessidade de soberania de dados e conformidade s&atilde;o fatores importantes para a escolha. Os setores altamente regulados, como o financeiro, de sa&uacute;de e governamental tendem a preferir ambientes privados ou h&iacute;bridos para manter dados sob controle.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J&aacute; empresas que buscam agilidade e inova&ccedil;&atilde;o podem aproveitar a escalabilidade e todo o ecossistema de solu&ccedil;&otilde;es da nuvem p&uacute;blica. Para Maia, o custo-benef&iacute;cio tamb&eacute;m deve orientar a escolha. &ldquo;A cloud p&uacute;blica opera em modelo pay-per-use flex&iacute;vel, ideal para evitar grandes gastos iniciais, enquanto nuvens privadas exigem investimento pr&oacute;prio, mas podem ser vantajosas para cargas est&aacute;veis de longo prazo e para trazer uma previsibilidade de custos&rdquo;, diz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Enquanto a nuvem p&uacute;blica oferece expans&atilde;o praticamente ilimitada sob demanda, a privada tem capacidade fixa e a h&iacute;brida permite equilibrar picos usando recursos p&uacute;blicos sem abrir m&atilde;o do n&uacute;cleo privado.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Outros fatores incluem performance,lat&ecirc;ncia -aplica&ccedil;&otilde;es de baixa lat&ecirc;ncia ou dados que devem ficar pr&oacute;ximos do usu&aacute;rio podem exigir infraestrutura local ou privada- e legado tecnol&oacute;gico, em que sistemas legados podem integrar os dados em um ambiente h&iacute;brido, com parte das informa&ccedil;&otilde;es preservadas em locais f&iacute;sicos, enquanto novas aplica&ccedil;&otilde;es migram para a nuvem.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Tend&ecirc;ncias para o setor de nuvem em 2026<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com Maia, a consolida&ccedil;&atilde;o de modelos h&iacute;bridos e multicloud como padr&atilde;o &eacute; a grande tend&ecirc;ncia. A arquitetura dominante torna-se distribu&iacute;da e h&iacute;brida, com a combina&ccedil;&atilde;o de nuvem p&uacute;blica e ambientes locais para atender diferentes necessidades.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">&ldquo;As empresas devem buscar arquiteturas flex&iacute;veis, nas quais fluxos de trabalho possam transitar entre ambientes conforme crit&eacute;rios de custo, lat&ecirc;ncia e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">compliance<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Tecnologias como containers e Kubernetes permanecer&atilde;o como as principais a serem utilizadas, um cen&aacute;rio j&aacute; observado at&eacute; mesmo entre os clientes da TIVIT&rdquo;, explica.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a, o modelo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Zero Trust<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> ser&aacute; a refer&ecirc;ncia para 2026 &ndash; ele opera pelo princ&iacute;pio de &ldquo;nunca confie, sempre verifique&rdquo; e elimina a confian&ccedil;a impl&iacute;cita em qualquer usu&aacute;rio ou dispositivo, mesmo dentro da rede corporativa. At&eacute; o fim do pr&oacute;ximo ano, ser&aacute; amplamente adotado como padr&atilde;o de mercado, exigindo autentica&ccedil;&atilde;o e autoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nuas para cada acesso, carga de trabalho ou chamada de API (Interface de Programa&ccedil;&atilde;o de Aplica&ccedil;&otilde;es).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com o refor&ccedil;o das leis de privacidade na Am&eacute;rica Latina, incluindo a LGPD no Brasil, as condi&ccedil;&otilde;es para a transfer&ecirc;ncia internacional de dados pessoais tornam-se cada vez mais rigorosas, o que exige garantias de prote&ccedil;&atilde;o equivalentes &agrave;s leis nacionais. Isso significa que empresas precisam tamb&eacute;m avaliar onde seus dados s&atilde;o armazenados na nuvem e sob quais jurisdi&ccedil;&otilde;es legais eles caem. O investimento em provedores e infraestruturas que garantam que dados sens&iacute;veis permane&ccedil;am em data centers localizados na pr&oacute;pria regi&atilde;o ou pa&iacute;s, sob legisla&ccedil;&atilde;o local, ganham espa&ccedil;o em 2026.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">&ldquo;N&atilde;o existe uma &uacute;nica resposta, a escolha da &ldquo;melhor&rdquo; nuvem depende do perfil da empresa e de suas prioridades. Em geral, recomendamos uma estrat&eacute;gia h&iacute;brida\/multicloud. Esse arranjo permite usufruir da elasticidade e do amplo portf&oacute;lio de servi&ccedil;os das nuvens p&uacute;blicas (para inova&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida e flexibilidade), mantendo ao mesmo tempo ambientes privados ou regionais para dados cr&iacute;ticos e compliance. Para 2026, o mercado nacional busca cada vez mais solu&ccedil;&otilde;es que equilibrem inova&ccedil;&atilde;o e controle&rdquo;, finaliza Maia.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com crescimento na procura por solu&ccedil;&otilde;es de cloud, l&iacute;deres das companhias buscam orienta&ccedil;&atilde;o sobre qual caminho&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[],"class_list":["post-496575","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-eventos","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/496575","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=496575"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/496575\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=496575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=496575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=496575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}