{"id":455725,"date":"2025-11-28T18:34:57","date_gmt":"2025-11-28T18:34:57","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=455725"},"modified":"2026-01-21T12:57:52","modified_gmt":"2026-01-21T12:57:52","slug":"austeridade-fiscal-caminho-obrigatorio-para-ordem-e-progresso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/11\/austeridade-fiscal-caminho-obrigatorio-para-ordem-e-progresso\/","title":{"rendered":"Austeridade fiscal, caminho obrigat\u00f3rio para ordem e progresso"},"content":{"rendered":"<p>Quando se aproximam as elei&ccedil;&otilde;es, o brasileiro se pergunta se &eacute; poss&iacute;vel ter um pa&iacute;s melhor em condi&ccedil;&otilde;es de vida para todos os cidad&atilde;os. &Eacute; o que se deseja. O problema &eacute; que, na hora de escolher o futuro presidente, o eleitor &eacute; bombardeado por uma avalanche de publicidade governamental e de promessas no hor&aacute;rio eleitoral gratuito e, sem condi&ccedil;&otilde;es de fazer uma an&aacute;lise t&eacute;cnica da situa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, acaba envolvido em narrativas e ret&oacute;ricas que, sabidamente, n&atilde;o refletem a realidade e, na maioria das vezes, n&atilde;o se realizar&atilde;o. Esse cen&aacute;rio remete ao fil&oacute;sofo Sigmund Freud, segundo o qual<em> &ldquo;as massas nunca tiveram sede da verdade, elas querem ilus&atilde;o e n&atilde;o vivem sem elas<\/em>&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Agora, a um ano do pleito, uma an&aacute;lise mais profunda da situa&ccedil;&atilde;o nacional revela que nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas o pa&iacute;s enveredou por um caminho muito perigoso. &Eacute; inadmiss&iacute;vel que os governos nacionais continuem querendo amenizar o fracasso de gest&otilde;es transferindo a culpa a governos anteriores. Lembremos que desde 2000, o Brasil foi governado por diferentes gestores de ideologias diversas (2 anos de PSBD, 16,4 anos de PT, 2,3 anos de PMDB, e 4 anos de PL), e que seguem postulando o mesmo cargo nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O fato de o Brasil estar entre as 10 maiores economias do planeta n&atilde;o esconde que ainda enfrenta problemas grav&iacute;ssimos, em especial o empobrecimento da maioria da popula&ccedil;&atilde;o. Segundo o Banco Mundial, em 2010, a renda anual per capita do brasileiro era de US$ 11.391. Em 2024, fechou em US$ 10.234, perda de 10,15% em 14 anos. Nesse mesmo per&iacute;odo o PIB mundial cresceu 64%, mostrando que o Brasil ficou para tr&aacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Pior ainda foi o resultado prim&aacute;rio. Em 2022, o pa&iacute;s registrou super&aacute;vit prim&aacute;rio de R$ 55 bilh&otilde;es, o correspondente a 0,60% do PIB. Depois disso, a situa&ccedil;&atilde;o se inverteu. A partir de 2023, em todos os anos se registrou d&eacute;ficit prim&aacute;rio: de R$ 229 bilh&otilde;es naquele ano, ou 2,10% do PIB; de R$ 11 bilh&otilde;es (0,10% do PIB) em 2024, e para 2025 a previs&atilde;o &eacute; de d&eacute;ficit de R$ 75 bilh&otilde;es (0,60% do PIB), sem contar as exclus&otilde;es n&atilde;o recomendadas pela TCU, estimadas em outros R$90bilh&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Sem controle de gastos, a d&uacute;vida p&uacute;blica da Uni&atilde;o s&oacute; aumenta. Em 2022 (governo anterior), era de R$ 5,95 trilh&otilde;es (59,8% do PIB) e agora dever&aacute; atingir o recorde de R$ 8,00 trilh&otilde;es em 2025, equivalente a 65,0% do PIB, segundo as previs&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com a d&iacute;vida p&uacute;blica da Uni&atilde;o crescendo &agrave; raz&atilde;o de R$ 1,0 trilh&atilde;o\/ano, o custo para a na&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se eleva muito em raz&atilde;o da consequente alta da taxa de juros. Os juros da d&iacute;vida p&uacute;blica que consumiram R$ 700 bilh&otilde;es em 2022, gra&ccedil;as &agrave; taxa Selic de 11,75% de acordo com as estimativas, devem atingir R$ 1,12 trilh&atilde;o em 2025, com a taxa Selic em 15,00% devido ao descontrole gerncial e teimosia em n&atilde;o cortar gastos. A conta sobra para o contribuinte. Nesses &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, a carga tribut&aacute;ria passou de 30,3% do PIB em 2022, devendo fechar 2025 com algo pr&oacute;ximo entre 34,0% e 34,5%, ou seja, eleva&ccedil;&atilde;o assustadora de 3,2 pontos percentuais. E querem mais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Paradoxalmente, o brasileiro vem pagando mais impostos, por&eacute;m n&atilde;o v&ecirc; sua vida melhorar. As desigualdades permanecem. Mais de um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o (35,60%) tem renda bruta mensal de at&eacute; um sal&aacute;rio-m&iacute;nimo (R$ 1.518,00), enquanto outros 21,60% dos brasileiros vivem com renda entre 1 e 2 sal&aacute;rios-m&iacute;nimos (de R$ 1.518,00 at&eacute; R$ 3.036,00). E 22,80% da popula&ccedil;&atilde;o ganham entre 2 e 2,3 sal&aacute;rios-m&iacute;nimos por m&ecirc;s, ou seja, entre R$ 3.036,00 e R$ 3.500,00. &nbsp;Em resumo, 90% dos brasileiros vivem com renda mensal bruta de at&eacute; R$ 3.500,00.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>H&aacute; ainda outros indicadores sociais mostrando que o Brasil n&atilde;o garante qualidade de vida de seu povo. Em 2022, o pa&iacute;s ocupava a 73&ordf; posi&ccedil;&atilde;o no mundo em &Iacute;ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) e caiu para a 84&ordf; coloca&ccedil;&atilde;o em 2024. No coeficiente de Gini, que mede a desigualdade na distribui&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; em 53&ordm; lugar entre 58 pa&iacute;ses. No &Iacute;ndice de Retorno de Bem-Estar &agrave; Sociedade (IRBES), que analisa a&nbsp;rela&ccedil;&atilde;o entre a carga tribut&aacute;ria e o retorno em qualidade de vida &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, o Brasil &eacute; o &uacute;ltimo colocado entre as 30 na&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em o ranking. Tamb&eacute;m &eacute; p&iacute;fio o desempenho brasileiro na educa&ccedil;&atilde;o, a n&iacute;vel mundial. O Pisa, mostra que ficamos em 53&ordm; lugar em leitura; 65&ordm; em matem&aacute;tica, e 53&ordm; em ci&ecirc;ncias. No &Iacute;ndice de Percep&ccedil;&atilde;o da Corrup&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s ocupa hoje sua pior coloca&ccedil;&atilde;o na hist&oacute;ria: caiu 35 posi&ccedil;&otilde;es e est&aacute; na 107&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Quando o assunto &eacute; viol&ecirc;ncia urbana, somos campe&otilde;es mundiais em n&uacute;mero absoluto de homic&iacute;dios intencionais, um t&iacute;tulo vergonhoso.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A m&aacute;quina p&uacute;blica &eacute; gigante e ineficiente. Consome anualmente cerca de R$ 1,7 trilh&atilde;o por ano ou quase 13,5% do PIB (Estad&atilde;o 07.09.25), mais do que a m&eacute;dia (9,3%) dos 38 pa&iacute;ses da OCDE, mesmo possuindo quase metade do n&uacute;mero de servidores. Esse paradoxo encontra explica&ccedil;&atilde;o nos privil&eacute;gios e penduricalhos nos sal&aacute;rios. A remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos ocupantes do topo da pir&acirc;mide do funcionalismo do governo federal &eacute; 67% maior que a m&eacute;dia paga pelo setor privado. E mesmo entre os poderes h&aacute; diferen&ccedil;as: se comparado com o Executivo, o Poder Legislativo paga 63% a mais, e o Judici&aacute;rio tem remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia 263% maior.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para 2026, o or&ccedil;amento da Uni&atilde;o prev&ecirc; gastos de R$ 219,80 bilh&otilde;es em programas sociais, incluindo Bolsa Fam&iacute;lia, BPC, P&eacute; de Meia, aux&iacute;lio-g&aacute;s, farm&aacute;cia popular e FIES. S&atilde;o programas importantes e necess&aacute;rios, por&eacute;m sem porta de sa&iacute;da. Consomem 1,64% do PIB, mais do que a Uni&atilde;o investir&aacute; em educa&ccedil;&atilde;o (1,02% do PIB), em seguran&ccedil;a p&uacute;blica (0,03%) e em habita&ccedil;&atilde;o (0,04% do PIB). Para essas &aacute;reas essenciais, o Or&ccedil;amento 2026 garantir&aacute; R$ 391,60 bilh&otilde;es, ou 6,00% do total, ante 3,37% dos programas sociais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Os investimentos poderiam ser bem maiores se o pa&iacute;s n&atilde;o tivesse de pagar R$ 1,12 trilh&atilde;o de juros sobre as d&iacute;vidas p&uacute;blicas (7,76% do PIB), al&eacute;m de R$ 455 bilh&otilde;es (3,40% do PIB) em d&eacute;ficits previdenci&aacute;rios. Nessa conta entram mais de R$ 600 bilh&otilde;es (cerca de 5,00% do PIB) em gastos tribut&aacute;rios da Uni&atilde;o &ndash; ren&uacute;ncias fiscais &ndash; , dinheiro que o governo deixa de arrecadar (muitas das vezes sem prazo de vig&ecirc;ncia nem decrescente ao longo do tempo). Por tudo isso, o valor para investimento previsto ser&aacute; de p&iacute;fios R$ 83 bilh&otilde;es, ou 0,62% do PIB. Pouco demais para um pa&iacute;s que precisa de muito investimento em infraestrutura para atender minimamente sua popula&ccedil;&atilde;o de 213,4 milh&otilde;es de pessoas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Embora venha aumentando a carga tribut&aacute;ria e com previs&atilde;o de arrecada&ccedil;&atilde;o recorde em 2026 e 2027, amarga o maior d&eacute;ficit nominal e a mais alta d&iacute;vida p&uacute;blica. Esses resultados reprovam todos os governos das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, revelando que o pa&iacute;s se ressente de um plano de metas e de maior controle dos privil&eacute;gios e da corrup&ccedil;&atilde;o, exigindo mais verdades e menos narrativas, e reclamando urgentemente maior austeridade fiscal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A hist&oacute;ria registra, infelizmente, que, desde 1990, dos seis presidentes da Rep&uacute;blica eleitos ou que depois assumiram o cargo, apenas dois (Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso) encerraram seus mandatos sem nenhum arranh&atilde;o na esfera penal. Outros dois sofreram impeachment e os demais enfrentaram problemas na Justi&ccedil;a. No mesmo per&iacute;odo, quatro ex-presidentes da C&acirc;mara dos Deputados foram presos, situa&ccedil;&atilde;o que mostra bem a deteriora&ccedil;&atilde;o &eacute;tica dos pol&iacute;ticos brasileiros.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O diagn&oacute;stico da situa&ccedil;&atilde;o nacional n&atilde;o &eacute; bom, face gest&atilde;o inadequada e inexist&ecirc;ncia de plano de metas ou plano de governo. H&aacute;, por&eacute;m, caminhos para que essa situa&ccedil;&atilde;o seja revertida e o pa&iacute;s reencontre o rumo do desenvolvimento com justi&ccedil;a social. Para isso ser&aacute; necess&aacute;rio que o presidente cumpra as obriga&ccedil;&otilde;es contidas no arcabou&ccedil;o fiscal j&aacute; aprovado, especialmente a de acabar com o d&eacute;ficit e gerar super&aacute;vit prim&aacute;rio, o que facilitaria a redu&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o &ndash; hoje entre 4,8% e 5,1% -, levando-a para perto do centro da meta de 3% ao ano.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outro exemplo: se o governo reduzir em apenas 1,5 ponto percentual as despesas prim&aacute;rias, que j&aacute; foram de 14,7% do PIB no governo de FHC e hoje ultrapassam 19% do PIB, o d&eacute;ficit prim&aacute;rio de 0,60% do PIB passar&aacute; a super&aacute;vit de 0,90% do PIB. Atrelado &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gios, penduricalhos e desperd&iacute;cios, isso contribuiria para a redu&ccedil;&atilde;o das despesas acima de R$ 180 bilh&otilde;es\/ano, sem traumas e sinalizando a investidores, analistas, institui&ccedil;&otilde;es financeiras, empres&aacute;rios e &agrave; m&iacute;dia, a disposi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica de inaugurar uma nova era, a era da austeridade fiscal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&Eacute; poss&iacute;vel economizar ainda mais. Basta o Executivo enviar ao Congresso Nacional um programa de redu&ccedil;&atilde;o dos gastos tribut&aacute;rios da Uni&atilde;o, em cumprimento ao j&aacute; determinado pela Emenda Constitucional n&ordm; 109, de 2021, que estabeleceu o teto de gastos em 2% do PIB, hoje cerca de R$ 250 bilh&otilde;es\/ano. Esse teto &eacute; ignorado e hoje gasta-se mais de 5,5% do PIB. Se houvesse a redu&ccedil;&atilde;o de apenas metade do estabelecido pela EC n&ordm; 109, o pa&iacute;s economizaria mais R$ 220 bilh&otilde;es por ano.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m disso, com super&aacute;vit de 4,0% a 4,5% do PIB (de R$ 500 a R$ 560 bilh&otilde;es\/ano), seria poss&iacute;vel trazer a infla&ccedil;&atilde;o para o centro da meta (3% ao ano) e, com isso, estabilizar a d&iacute;vida p&uacute;blica da Uni&atilde;o (hoje de 70% do PIB) e do governo geral, de 80% do PIB, criando-se as condi&ccedil;&otilde;es para a redu&ccedil;&atilde;o da taxa real Selic de 9,5% a.a. para 6% a.a. descontada a infla&ccedil;&atilde;o de 3% ou 3,5% (nominal de 15% para 11%). O resultado seria redu&ccedil;&atilde;o dos juros e economia de cerca de R$ 300 bilh&otilde;es anuais. Com todas essas medidas, seria facilmente poss&iacute;vel economizar mais de R$ 800 bilh&otilde;es\/ano. N&atilde;o &eacute; pouca coisa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Permitiria ampliar em 50% todos os programas sociais existentes, refor&ccedil;ar o SUS e ainda implantar o ensino obrigat&oacute;rio em tempo integral, capacitar e remunerar melhor os professores, melhorar a vigil&acirc;ncia das fronteiras, portos e aeroportos para evitar a entrada de armas e drogas que alimentam as fac&ccedil;&otilde;es criminosas, e ainda realizar grandes investimentos em infraestrutura. Seria um passo fundamental para reduzir o custo Brasil e gerar valor adicionado em nossa pauta de com&eacute;rcio exterior.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&Eacute; urgente o governo entender que praticar Austeridade Fiscal &eacute; o maior Programa Social em benef&iacute;cio da popula&ccedil;&atilde;o, a maior e melhor fonte de recurso j&aacute; dispon&iacute;vel para manuten&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o dos t&atilde;o necess&aacute;rios Programas Sociais para corre&ccedil;&atilde;o das inaceit&aacute;veis e injustas desigualdades sociais e regionais do pa&iacute;s, tudo sem nenhum aumento de tributo e sem culpar ningu&eacute;m. Sem dar concretude a essas duas palavras, nunca atingiremos as outras duas que s&atilde;o o lema da na&ccedil;&atilde;o: ordem e progresso.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><em>*<\/em><em>Samuel Hanan &eacute; engenheiro com especializa&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de macroeconomia, administra&ccedil;&atilde;o de empresas e finan&ccedil;as, empres&aacute;rio, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros &ldquo;Brasil, um pa&iacute;s &agrave; deriva&rdquo; e &ldquo;Caminhos para um pa&iacute;s sem rumo&rdquo;. Site: <\/em><a href=\"https:\/\/samuelhanan.com.br\"><em>https:\/\/samuelhanan.com.br<\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando se aproximam as elei&ccedil;&otilde;es, o brasileiro se pergunta se &eacute; poss&iacute;vel ter um pa&iacute;s melhor&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":455724,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[11,21679,20906,21201,13,32309],"tags":[3663],"class_list":["post-455725","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-assunto-do-momento","category-brasil","category-destaques","category-economia","category-nao-deixe-de-ler","tag-sociedade","wpcat-11-id","wpcat-21679-id","wpcat-20906-id","wpcat-21201-id","wpcat-13-id","wpcat-32309-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/455725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=455725"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/455725\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/455724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=455725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=455725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=455725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}