{"id":454548,"date":"2025-08-18T17:09:21","date_gmt":"2025-08-18T17:09:21","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/08\/o-que-falta-para-a-construcao-civil-entrar-no-seculo-xxi\/"},"modified":"2025-08-18T17:09:21","modified_gmt":"2025-08-18T17:09:21","slug":"o-que-falta-para-a-construcao-civil-entrar-no-seculo-xxi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/08\/o-que-falta-para-a-construcao-civil-entrar-no-seculo-xxi\/","title":{"rendered":"O que falta para a constru\u00e7\u00e3o civil entrar no s\u00e9culo XXI?*"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Apesar de representar cerca de 6% do PIB brasileiro e empregar mais de 7 milh&otilde;es de pessoas, a constru&ccedil;&atilde;o civil ainda opera, em muitos aspectos, como no s&eacute;culo passado. Obras geridas em planilhas, atrasos recorrentes, desperd&iacute;cios de materiais e a aus&ecirc;ncia de dados confi&aacute;veis seguem como marcas registradas de um setor que resiste &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o digital &mdash; e cultural.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mas para que a constru&ccedil;&atilde;o civil finalmente entre no s&eacute;culo XXI, n&atilde;o basta digitalizar processos: &eacute; preciso mudar a forma como o setor enxerga efici&ecirc;ncia, inova&ccedil;&atilde;o e diversidade.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Um dos primeiros passos &eacute; abandonar a ideia de que tecnologia &eacute; custo. Quando bem aplicada, a inova&ccedil;&atilde;o &eacute; o principal caminho para aumentar a produtividade e garantir mais previsibilidade nas entregas &mdash; algo cr&iacute;tico para investidores, incorporadoras e clientes finais. Modelos BIM, sensores conectados por IoT, plataformas de gest&atilde;o de obra e dados integrados permitem prever atrasos, controlar or&ccedil;amentos com mais rigor e at&eacute; antecipar riscos estruturais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outro ponto essencial &eacute; a inclus&atilde;o de novos perfis de lideran&ccedil;a, especialmente das mulheres. A constru&ccedil;&atilde;o civil ainda &eacute; marcada por uma cultura masculina e hier&aacute;rquica, mas a presen&ccedil;a feminina vem crescendo e mostrando que diversidade n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma quest&atilde;o de justi&ccedil;a social &mdash; &eacute; tamb&eacute;m um diferencial competitivo. Lideran&ccedil;as femininas tendem a trazer olhares mais colaborativos, foco em processos e uma escuta ativa que impulsiona a inova&ccedil;&atilde;o. &Eacute; nesse contexto que surge uma nova gera&ccedil;&atilde;o de empresas lideradas por mulheres que n&atilde;o apenas constroem obras, mas tamb&eacute;m reconstroem modelos de neg&oacute;cio, rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e prop&oacute;sito.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Tamb&eacute;m &eacute; preciso enfrentar a fragmenta&ccedil;&atilde;o da cadeia. A constru&ccedil;&atilde;o civil envolve uma enorme rede de fornecedores, prestadores e subempreiteiros, o que dificulta a padroniza&ccedil;&atilde;o de processos e a ado&ccedil;&atilde;o de tecnologias em escala. Mas o que hoje &eacute; visto como obst&aacute;culo pode ser a chave para criar ecossistemas mais &aacute;geis, colaborativos e inteligentes, com apoio de construtechs e proptechs que atuam em nichos espec&iacute;ficos para resolver problemas reais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O futuro do setor n&atilde;o ser&aacute; definido por quem constr&oacute;i mais r&aacute;pido ou mais barato, mas por quem entrega com mais intelig&ecirc;ncia, sustentabilidade e previsibilidade. E isso s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel com dados no centro da opera&ccedil;&atilde;o, equipes diversas liderando projetos e tecnologia conectando os elos de uma cadeia ainda anal&oacute;gica.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Entrar no s&eacute;culo XXI n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, &eacute; uma quest&atilde;o de decis&atilde;o. E quem decidir agora, sair&aacute; na frente.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><i><strong>*por Daniela Lopes, Chief Sales Officer da We Are Group, empresa especializada na execu&ccedil;&atilde;o de ambientes corporativos e comerciais de alto padr&atilde;o.<\/strong> <strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es no <\/strong><\/i><a href=\"https:\/\/www.wearegroup.com.br\/\">site<\/a><i><strong>.<\/strong><\/i><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de representar cerca de 6% do PIB brasileiro e empregar mais de 7 milh&otilde;es de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,17,14418],"tags":[],"class_list":["post-454548","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-geral","category-noticias","wpcat-21201-id","wpcat-17-id","wpcat-14418-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/454548","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=454548"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/454548\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=454548"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=454548"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=454548"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}