{"id":452336,"date":"2025-10-09T12:16:28","date_gmt":"2025-10-09T12:16:28","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=452336"},"modified":"2025-10-09T12:39:06","modified_gmt":"2025-10-09T12:39:06","slug":"semeadura-da-soja-avanca-pelo-pais-apos-fim-do-vazio-sanitario-conheca-os-desafios-da-safra-2025-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/10\/semeadura-da-soja-avanca-pelo-pais-apos-fim-do-vazio-sanitario-conheca-os-desafios-da-safra-2025-2026\/","title":{"rendered":"Semeadura da soja avan\u00e7a pelo pa\u00eds ap\u00f3s fim do vazio sanit\u00e1rio; conhe\u00e7a os desafios da safra 2025\/2026"},"content":{"rendered":"<p><em>Produ&ccedil;&atilde;o est&aacute; projetada em 177,67 milh&otilde;es de toneladas para o atual ciclo agr&iacute;cola, estima Conab<\/em><\/p>\n<p>A produ&ccedil;&atilde;o de soja no Brasil em 2025\/2026 tem aumento projetado de 3,6%. A estimativa &eacute; de 177,67 milh&otilde;es de toneladas, frente a uma colheita de 171,47 milh&otilde;es de toneladas no ciclo 2024\/2025, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento deve-se ao aumento da &aacute;rea semeada e aos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos aplicados &agrave; cultura, mas a produtividade ainda enfrenta desafios importantes, como varia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, incid&ecirc;ncia de pragas e quest&otilde;es log&iacute;sticas em algumas regi&otilde;es do pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Esse crescimento da &aacute;rea de soja est&aacute; relacionado ao aumento da demanda pelo gr&atilde;o. De um lado, h&aacute; o mercado interno, que precisa de mais soja para processamento e esmagamento, j&aacute; que a produ&ccedil;&atilde;o de biodiesel ganhou for&ccedil;a com a eleva&ccedil;&atilde;o da mistura no diesel, que passou de 14% para 15%. De outro, o mercado externo continua aquecido, principalmente pela forte procura da China por farelo de soja, usado na alimenta&ccedil;&atilde;o animal, o que refor&ccedil;a ainda mais a press&atilde;o por expans&atilde;o&rdquo;, destaca Manoel &Aacute;lvares, gerente de intelig&ecirc;ncia da OR&Iacute;GEO, joint venture entre Bunge e UPL especializada em solu&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis e gest&atilde;o integrada para o Cerrado.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O vazio sanit&aacute;rio da soja j&aacute; chegou ao fim na maioria das regi&otilde;es do Brasil. No MATOPIBAPA, o calend&aacute;rio foi definido para cada estado nos seguintes termos: no Maranh&atilde;o (Regi&atilde;o I), o plantio come&ccedil;ou em 1&ordm; de outubro; no Tocantins, tamb&eacute;m em 1&ordm; de outubro; no Piau&iacute; (Regi&atilde;o I), ser&aacute; permitido a partir de 1&ordm; de dezembro; na Bahia (Regi&atilde;o I), o plantio come&ccedil;ou em 8 de outubro; e no Par&aacute; (Regi&atilde;o I), a semeadura foi autorizada em 16 de setembro.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>No Mato Grosso, o vazio sanit&aacute;rio da soja ocorreu entre 8 de junho e 6 de setembro, com o plantio autorizado de 7 de setembro de 2025 a 7 de janeiro de 2026. Em Rond&ocirc;nia, o per&iacute;odo de restri&ccedil;&atilde;o foi de 10 de junho a 10 de setembro, e a semeadura ocorre desde 11 de setembro de 2025.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;O sucesso da safra depende de aten&ccedil;&atilde;o e planejamento. Estamos entrando no ciclo da soja 2025\/2026 e v&aacute;rios fatores podem comprometer o resultado final. Al&eacute;m de pragas e doen&ccedil;as, o produtor enfrenta desafios, como irregularidade das chuvas, estiagens localizadas, concorr&ecirc;ncia por insumos e aumento de custos de produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica o especialista.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;As plantas daninhas, como a buva e o capim p&eacute;-de-galinha, por exemplo, competem com a soja por &aacute;gua, luz e nutrientes, dificultando o desenvolvimento da lavoura. Os fungos tamb&eacute;m exigem cuidado. A ferrugem-asi&aacute;tica pode causar terr&iacute;veis preju&iacute;zos, se n&atilde;o for corretamente controlada, assim como outras doen&ccedil;as emergentes, que t&ecirc;m desafiado o manejo tradicional&rdquo;, complementa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outro ponto s&atilde;o as defici&ecirc;ncias nutricionais. A falta de f&oacute;sforo pode limitar o enraizamento e a forma&ccedil;&atilde;o inicial da planta, enquanto a falta de pot&aacute;ssio compromete o enchimento dos gr&atilde;os e deixa a lavoura mais vulner&aacute;vel a doen&ccedil;as. &ldquo;Esses problemas destacam os desafios do manejo integrado, que exige monitoramento constante e estrat&eacute;gias adaptativas frente a condi&ccedil;&otilde;es vari&aacute;veis de solo e clima&rdquo;, explica Manoel. &ldquo;Nas regi&otilde;es onde atuamos &ndash; MATOPIBAPA, Mato Grosso e Rond&ocirc;nia &ndash;, oferecemos solu&ccedil;&otilde;es de ponta a ponta que apoiam o produtor em todas as etapas, ajudando a explorar ao m&aacute;ximo o potencial da lavoura.&rdquo;<\/p>\n<p>A OR&Iacute;GEO oferece portf&oacute;lio completo de solu&ccedil;&otilde;es, desde defensivos agr&iacute;colas at&eacute; programas de aux&iacute;lio ao produtor (como o OR&Iacute;GEO+), acompanhamento de campo e suporte t&eacute;cnico. &ldquo;Nosso objetivo &eacute; ajudar o agricultor a superar os desafios, garantindo maior produtividade, rentabilidade e sustentabilidade mesmo diante das adversidades clim&aacute;ticas e sanit&aacute;rias&rdquo;, finaliza Manoel &Aacute;lvares.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Sobre a OR&Iacute;GEO<\/strong><strong>&#8239;&#8239;<\/strong><\/p>\n<p>Fundada em 2022, OR&Iacute;GEO &eacute; uma joint venture de Bunge e UPL e est&aacute; comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de solu&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis e t&eacute;cnicas de gest&atilde;o &ndash; antes e depois da porteira. A empresa fornece solu&ccedil;&otilde;es de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranh&atilde;o, Mato Grosso, Par&aacute;, Piau&iacute;, Rond&ocirc;nia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes t&eacute;cnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informa&ccedil;&otilde;es, acesse <a href=\"http:\/\/origeo.com\">origeo.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Produ&ccedil;&atilde;o est&aacute; projetada em 177,67 milh&otilde;es de toneladas para o atual ciclo agr&iacute;cola, estima Conab A&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":452335,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[29],"tags":[35555],"class_list":["post-452336","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","tag-origeo","wpcat-29-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/452336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=452336"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/452336\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/452335"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=452336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=452336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=452336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}