{"id":419361,"date":"2025-04-03T20:51:03","date_gmt":"2025-04-03T20:51:03","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=419361"},"modified":"2025-04-03T20:51:03","modified_gmt":"2025-04-03T20:51:03","slug":"onu-adota-resolucao-anti-israel-ignorando-crimes-do-hamas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/04\/onu-adota-resolucao-anti-israel-ignorando-crimes-do-hamas\/","title":{"rendered":"ONU adota resolu\u00e7\u00e3o anti-Israel ignorando crimes do Hamas"},"content":{"rendered":"<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<h2><em>Vota&ccedil;&atilde;o foi proposta ap&oacute;s a retomada da guerra no Oriente M&eacute;dio. Especialista aponta que vi&eacute;s das Na&ccedil;&otilde;es Unidas contra Israel se intensificou desde o atentado de 7 de outubro&nbsp;<\/em><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Conselho de Direitos Humanos das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (CDH) adotou na ter&ccedil;a (2) uma resolu&ccedil;&atilde;o que acusa Israel de cometer viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos e a&ccedil;&otilde;es ilegais. O texto expressa &ldquo;uma profunda preocupa&ccedil;&atilde;o com as declara&ccedil;&otilde;es de autoridades israelenses que parecem constituir uma incita&ccedil;&atilde;o ao genoc&iacute;dio, e exige que Israel respeite sua responsabilidade legal de prevenir o genoc&iacute;dio&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A resolu&ccedil;&atilde;o foi adotada por 27 dos 47 membros do Conselho do texto, com vota&ccedil;&atilde;o proposta pela maioria dos membros da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o Isl&acirc;mica, e ocorreu ap&oacute;s Israel retomar os ataques contra o Hamas ap&oacute;s uma tr&eacute;gua de quase dois meses, com a recusa do grupo terrorista de colaborar com o acordo. O texto acusa Israel de adotar a fome como t&aacute;tica de guerra e reivindica &ldquo;assist&ecirc;ncia humanit&aacute;ria sem obst&aacute;culos e o restabelecimento urgente de produtos essenciais para a popula&ccedil;&atilde;o palestina da Faixa de Gaza&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Em comunicado, o Minist&eacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores de Israel condenou severamente a &ldquo;desprez&iacute;vel resolu&ccedil;&atilde;o&rdquo;, apontando que o Conselho n&atilde;o condena o Hamas pelo massacre de 7 de outubro de 2023, pelos cont&iacute;nuos atentados terroristas perpetrados contra Israel e tampouco pelos crimes sexuais comprovadamente cometidos por membros do grupo ou pelo fato de 59 ref&eacute;ns ainda estarem sendo mantidos. &ldquo;O que a resolu&ccedil;&atilde;o cont&eacute;m &eacute; uma cole&ccedil;&atilde;o de mentiras sem fundamento contra Israel, promovido mais uma vez por uma institui&ccedil;&atilde;o enviesada e anti-Israel. Se algu&eacute;m ainda se pergunta por que essa institui&ccedil;&atilde;o distorcida deve deixar de existir, hoje essas pessoas receberam mais uma resposta clara e inequ&iacute;voca&rdquo;, consta na mensagem oficial.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O presidente israelense Isaac Herzog tamb&eacute;m condenou a resolu&ccedil;&atilde;o do CDH, afirmando que a posi&ccedil;&atilde;o da ONU representa &ldquo;a mais alta forma de culpabiliza&ccedil;&atilde;o da v&iacute;tima e a mais baixa forma de clareza moral&rdquo;. Herzog citou o depoimento de Amit Soussana, uma ref&eacute;m libertada que sofreu abuso sexual perpetrado pelos terroristas do Hamas enquanto estava em cativeiro, e apontou diverg&ecirc;ncia nas a&ccedil;&otilde;es de institui&ccedil;&otilde;es internacionais e o Conselho da ONU.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Enquanto investiga&ccedil;&otilde;es de institui&ccedil;&otilde;es proeminentes como o Parlamento do Reino Unido, e at&eacute; mesmo a pr&oacute;pria ONU, provam inequivocamente a natureza sistem&aacute;tica e premeditada da viol&ecirc;ncia sexual e dos crimes cometidos pelo Hamas, o chamado Conselho de Direitos Humanos da ONU busca acusar Israel de ataques baseados em g&ecirc;nero. Em vez de condenar o terrorismo brutal, ele difama aqueles que defendem vidas inocentes. O CDHNU h&aacute; muito tempo abandonou a integridade moral, mas mesmo pelos seus padr&otilde;es, isso &eacute; um novo ponto baixo &ndash; encobrir as atrocidades do Hamas enquanto ignora a dor e a agonia israelenses n&atilde;o &eacute; &lsquo;justi&ccedil;a&rsquo;, &eacute; um insulto &agrave; verdade e &agrave; dec&ecirc;ncia. &Eacute; um insulto &agrave; humanidade&rdquo;, afirmou o presidente de Israel.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para Andr&eacute; Lajst, presidente-executivo da <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/6595a092-64e4-4835-e80a-08dd661685fd\/https%253a%252f%252fstandwithus.com%252fbrazil\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">StandWithUs Brasil<\/a>, essa de fato &eacute; mais uma situa&ccedil;&atilde;o que comprova o vi&eacute;s anti-Israel adotado pela ONU. O especialista em Oriente M&eacute;dio afirma que o tratamento desigual da ONU em rela&ccedil;&atilde;o a Israel j&aacute; vem de longa data, com um hist&oacute;rico extenso de preconceito e persegui&ccedil;&atilde;o, mas esse vi&eacute;s tem ficado cada vez mais claro desde os atentados terroristas do Hamas de 7 de outubro. &ldquo;&Eacute; lament&aacute;vel e inadmiss&iacute;vel que um &oacute;rg&atilde;o como a ONU, bem como suas ag&ecirc;ncias, criadas com os prop&oacute;sito de promover a paz entre as na&ccedil;&otilde;es depois da Segunda Guerra Mundial, tenha esse posicionamento de condenar desproporcionalmente um pa&iacute;s que defende seu povo ap&oacute;s sofrer o maior atentado terrorista da sua hist&oacute;ria, enquanto ignora n&atilde;o s&oacute; atrocidades feitas com a popula&ccedil;&atilde;o israelense, mas tamb&eacute;m as a&ccedil;&otilde;es de diversas ditaduras sanguin&aacute;rias pelo mundo&rdquo;, aponta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<hr>\n<p><small>Alinne Aguiar<\/small><\/p>\n<p>WhatsApp: (11) 98922-3495<\/p>\n<p>E-mail: alinne@artpresse.com.br<\/p>\n<p>Laura Alegre<\/p>\n<p>WhatsApp: (11) 99655-9094<\/p>\n<p>E-mail: laura@artpresse.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Vota&ccedil;&atilde;o foi proposta ap&oacute;s a retomada da guerra no Oriente M&eacute;dio. 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