{"id":419211,"date":"2025-03-31T17:51:16","date_gmt":"2025-03-31T17:51:16","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=419211"},"modified":"2025-03-31T21:58:13","modified_gmt":"2025-03-31T21:58:13","slug":"piscicultura-brasileira-cresce-92-e-alcanca-9687-mil-toneladas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2025\/03\/piscicultura-brasileira-cresce-92-e-alcanca-9687-mil-toneladas\/","title":{"rendered":"Piscicultura brasileira cresce 9,2% e alcan\u00e7a 968,7 mil toneladas"},"content":{"rendered":"<p>A produ&ccedil;&atilde;o brasileira de peixes de cultivou foi de 968.745 toneladas, em 2024. Esse resultado representa aumento de 9,21% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior (887.029 t), o que demonstra a robustez da piscicultura nacional, mesmo em momentos de instabilidade.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Em um ano marcado pela oscila&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os da til&aacute;pia ao produtor, nossa esp&eacute;cie mais relevante, a atividade superou adversidades e n&atilde;o apenas manteve o ritmo de crescimento como acelerou o avan&ccedil;o, aproximando-se de 1 milh&atilde;o de toneladas&rdquo;, assinala Francisco Medeiros, presidente executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), entidade que realiza anualmente o levantamento da produ&ccedil;&atilde;o de peixes de cultivo no pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mesmo com cota&ccedil;&atilde;o inst&aacute;vel na maior parte do ano &ndash; especialmente no segundo semestre &ndash;, a Til&aacute;pia puxou o salto da piscicultura em 2024, com 662.230 toneladas, o que representa aumento de expressivos 14,36% em compara&ccedil;&atilde;o com 2023 (579.029 t).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Os Peixes Nativos tiveram mais um ano dif&iacute;cil, com oferta reduzida &ndash; apesar de pre&ccedil;os satisfat&oacute;rios na maior parte do ano. Por conta da menor produ&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o amaz&ocirc;nica, essas esp&eacute;cies vitais para a piscicultura brasileira fecharam 2024 com 258.705 t: queda de 1,81% em rela&ccedil;&atilde;o a 2023 (263.705 t).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>As Outras Esp&eacute;cies mostraram evolu&ccedil;&atilde;o em 2024, com 47.810 toneladas, o que representa 7,5% a mais do que no ano anterior (44.470 t).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Considerando a oscila&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os da til&aacute;pia e a redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de nativos, 2024 fechou com saldo positivo. Diversos estados intensificaram o cultivo e\/ou criaram condi&ccedil;&otilde;es para aumentar a oferta local. O resultado do ano foi suportado, tamb&eacute;m, pelo aumento do consumo de peixes de cultivo. &ldquo;Definitivamente, o brasileiro aprendeu a apreciar nossos peixes. Assim como na parte norte do pa&iacute;s os nativos j&aacute; fazem parte da alimenta&ccedil;&atilde;o das pessoas, a til&aacute;pia assumiu relev&acirc;ncia indiscut&iacute;vel no centro-sul, tornando-se presen&ccedil;a semanal no prato. Essa consist&ecirc;ncia da demanda &eacute; um ingrediente essencial para o cont&iacute;nuo aumento da produ&ccedil;&atilde;o desta que &eacute; a prote&iacute;na animal que mais cresceu na &uacute;ltima d&eacute;cada&rdquo;, ressalta Francisco Medeiros.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O crescimento da produ&ccedil;&atilde;o de peixes de cultivo em 2024 foi o maior nos dez anos de levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura. A entidade iniciou a pesquisa em 2015, quando o pa&iacute;s produzia 638.000 toneladas. No per&iacute;odo, o avan&ccedil;o foi de 51,8%. A partir da coleta de dados de diversas fontes (governos estaduais, entidades de classe, empresas de gen&eacute;tica, nutri&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, equipamentos e servi&ccedil;os e institutos de pesquisas), a Peixe BR constituiu um completo e detalhado banco de dados, cujas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o essenciais para a elabora&ccedil;&atilde;o deste anu&aacute;rio.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia salta 14,3%, o maior percentual da hist&oacute;ria<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Em 2024, foram cultivadas 662.230 toneladas da esp&eacute;cie, que representa 68,36% da produ&ccedil;&atilde;o total de peixes de cultivo no pa&iacute;s. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil produziu 662.230 toneladas de til&aacute;pia, em 2024. Esse resultado &eacute; 14,36% maior do que o obtido no ano anterior (579.080 t), impulsionando a esp&eacute;cie para 68,36% da produ&ccedil;&atilde;o total de peixes de cultivo no pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;A produ&ccedil;&atilde;o tem ciclo longo, que inicia no alojamento de alevinos. Ainda em 2023, os produtores aproveitaram um momento favor&aacute;vel e aumentaram consideravelmente a oferta. Isso significou produ&ccedil;&atilde;o recorde em 2024. Pelo lado positivo, os n&uacute;meros foram excelentes, comprovando que a til&aacute;pia se tornou uma prote&iacute;na animal apreciada pelo consumidor brasileiro. Pelo lado negativo, os pre&ccedil;os ao produtor oscilaram durante boa parte do ano. Como nos mostram os resultados de outras importantes cadeias produtivas, como frangos e su&iacute;nos, o equil&iacute;brio &eacute; fundamental para o crescimento a longo prazo. Assim, &eacute; preciso que todos os elos atuem em conjunto para proporcionar resultado econ&ocirc;mico positivo para todos &ndash; dos fornecedores de gen&eacute;tica &agrave; ind&uacute;stria&rdquo;, ressalta Francisco Medeiros, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do Anu&aacute;rio Peixe BR 2025.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Levantamento detalhado dos dados mostra o crescimento da produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia em praticamente todo o pa&iacute;s &ndash; &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o norte, onde os peixes nativos est&atilde;o fortemente presentes. Esse cen&aacute;rio deve-se &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de cultivo da til&aacute;pia, ao empenho dos produtores, ao retorno econ&ocirc;mico da esp&eacute;cie e, na ponta, ao cont&iacute;nuo aumento do consumo em todas as localidades.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A constata&ccedil;&atilde;o est&aacute; expressa no salto de quase 15% da produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia, em 2024. Al&eacute;m disso, a esp&eacute;cie representa perto de 70% da piscicultura brasileira. O percentual cresce ano ap&oacute;s ano. Em 2023, representava 65,3%.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Importante destacar que em uma d&eacute;cada &ndash; per&iacute;odo em que a Peixe BR realiza o levantamento anual &ndash;, a produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia cresceu mais de duas vezes. Em 2015, eram 285 mil toneladas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PEIXES NATIVOS<\/p>\n<p><strong>Rentabilidade, mas com recuo da produ&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>N&atilde;o foi um ano ruim para os produtores. Por&eacute;m, o resultado foi obtido com redu&ccedil;&atilde;o da oferta, o que compromete o desempenho dos nativos a m&eacute;dio prazo<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em um ano de fatores conflitantes, a produ&ccedil;&atilde;o de peixes nativos recuou 1,81%, fechando 2024 com 258.705 toneladas, aponta levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). Esse resultado mostra uma tend&ecirc;ncia preocupante de queda, suave mas constante, da produ&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos anos. Com isso, os nativos passam a representar 26,71% da produ&ccedil;&atilde;o total de peixes de cultivo no pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>N&atilde;o se pode dizer, no entanto, que 2024 tenha sido um ano negativo para os produtores de nativos. A demanda foi boa e os pre&ccedil;os tamb&eacute;m. Por&eacute;m, preocupa o recuo da oferta na regi&atilde;o norte.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Esse cen&aacute;rio tem sido recorrente nos &uacute;ltimos anos. Bom pelo lado das cota&ccedil;&otilde;es mas ruim pelo lado da produ&ccedil;&atilde;o. Tal situa&ccedil;&atilde;o torna-se mais delicada num cen&aacute;rio de crescimento do consumo de peixes de cultivo em detrimento dos peixes de captura. E no Brasil, onde o consumo per capita &eacute; inferior &agrave; m&eacute;dia mundial, h&aacute; todas as condi&ccedil;&otilde;es para aumento da demanda. Ou seja: &eacute; preciso uni&atilde;o de todos os envolvidos, incluindo os &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos respons&aacute;veis, para que os nativos retomem o ritmo de crescimento da oferta, pois o produto &eacute; de excelente qualidade e h&aacute; mercado para conquistar&rdquo;, analisa Francisco Medeiros, presidente da Peixe BR.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A produ&ccedil;&atilde;o de peixes nativos est&aacute; concentrada na regi&atilde;o norte do pa&iacute;s. Ano ap&oacute;s ano, por&eacute;m, os n&uacute;meros recuam em praticamente todos os estados, mostrando que &eacute; preciso ter uma a&ccedil;&atilde;o combinada entre poder p&uacute;blico e iniciativa privada, como defende o presidente da Peixe BR. Infelizmente, os exemplos positivos ainda s&atilde;o poucos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Os peixes nativos s&atilde;o essenciais n&atilde;o apenas para consumo da popula&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o norte. Eles t&ecirc;m um grande potencial para exporta&ccedil;&atilde;o, inclusive para outros pa&iacute;ses. Num momento em que as pessoas buscam alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, os nativos t&ecirc;m uma oportunidade real de crescimento&rdquo;, diz Medeiros.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>OUTRAS ESP&Eacute;CIES<\/p>\n<p><strong>N&uacute;meros ainda s&atilde;o modestos, mas produ&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Oferta cresceu 7,5% em 2024, aponta levantamento da Peixe BR. Produ&ccedil;&atilde;o aproxima-se de 50 mil toneladas. Pangasius avan&ccedil;a.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Puxado pelo pangasius, o segmento de outras esp&eacute;cies teve crescimento consistente em 2024, avan&ccedil;ando 7,5% no ano e fechando com produ&ccedil;&atilde;o de 47.810 toneladas. Com esse resultado, pangasius, carpas e trutas, especialmente, representam, juntos, 4,93% da produ&ccedil;&atilde;o brasileira de peixes de cultivo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O percentual permanece est&aacute;vel nos &uacute;ltimos anos, o que &eacute; positivo, uma vez que a til&aacute;pia vem conquistando espa&ccedil;o. &ldquo;Obviamente que o ideal &eacute; que todas as esp&eacute;cies avancem ano ap&oacute;s ano. No caso desse segmento em especial, a chegada recente do pangasius deu novo vigor, tendo em vista que carpas e trutas t&ecirc;m oferta mais ou menos est&aacute;vel&rdquo;, explica Francisco Medeiros, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), respons&aacute;vel pelo levantamento e elabora&ccedil;&atilde;o do Anu&aacute;rio Peixe BR 2025.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Nesse cen&aacute;rio, merece destaque o crescimento da produ&ccedil;&atilde;o de pangasius no nordeste &ndash; especialmente no Maranh&atilde;o, respons&aacute;vel pelo salto de 74% entre 2023 e 2024. J&aacute; o l&iacute;der entre as outras esp&eacute;cies, Rio Grande do Sul, teve queda de 11,76% na oferta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PRODU&Ccedil;&Atilde;O POR ESTADOS<\/p>\n<p><strong>Paran&aacute; aumenta para 25% a participa&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O estado cresceu 17,35%, em 2024, e fechou o ano com 250.315 toneladas. Um em cada quatro peixes de cultivo &eacute; produzido no Paran&aacute;.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os n&uacute;meros comprovam, mais uma vez, o sucesso do modelo de cultivo de peixes no Paran&aacute;. Destaque &agrave; uni&atilde;o dos produtores em torno de cooperativas, al&eacute;m de n&uacute;cleos de piscicultores independentes. Em 2024, o estado produziu 17,35% a mais, atingindo 250.315 toneladas &ndash; contra 213.300 t no ano anterior.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Esses n&uacute;meros excepcionais somente foram superados, em percentual de crescimento, pelo Mato Grosso do Sul (+18,77%) e Minas Gerais (+18,18%) no ranking dos 10 Maiores Produtores de Peixes de Cultivo do pa&iacute;s.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O ranking mostra que o maior estado produtor de peixes nativos (Rond&ocirc;nia) caiu da 4&ordf; para a 5&ordf; posi&ccedil;&atilde;o entre os l&iacute;deres em peixes de cultivo. Santa Catarina assumiu a 4&ordf; posi&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>S&eacute;timo maior produtor, Mato Grosso foi o &uacute;nico estado do top 10 a n&atilde;o crescer (-0,08%). Rond&ocirc;nia tamb&eacute;m se mostrou est&aacute;vel (+0,07%).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Entre os top 10, Paran&aacute;, <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>, Minas Gerais, Maranh&atilde;o, Mato Grosso do Sul e Pernambuco cresceram acima da m&eacute;dia nacional (9,21%).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PRODU&Ccedil;&Atilde;O POR REGI&Otilde;ES<\/p>\n<p><strong>Sudeste cresce mais, por&eacute;m Sul amplia lideran&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Todas as regi&otilde;es (exceto a norte) apresentaram crescimento consistente da produ&ccedil;&atilde;o, em 2024. Sudeste passou o Nordeste e assumiu o 2&ordm; lugar. Sul lidera com folga<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A regi&atilde;o sul foi, mais uma vez, destaque na produ&ccedil;&atilde;o de peixes de cultivo. Em 2024, Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul produziram, em conjunto, 333.815 toneladas. Esse resultado foi 12,7% superior ao do ano anterior (296.200 t).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Em termos percentuais, por&eacute;m, o sudeste liderou em produ&ccedil;&atilde;o, em 2024, com salto de 14,12%, aponta o levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). A regi&atilde;o est&aacute; agora com 189.380 toneladas &ndash; foram 165.950 t no ano anterior. Com esse desempenho, o sudeste superou o nordeste como a segunda regi&atilde;o mais produtiva. Mesmo assim, no nordeste teve bom desempenho: +7,93%.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A regi&atilde;o norte teve o pior desempenho no ano passado. A produ&ccedil;&atilde;o de 143.190 t foi praticamente a mesma de 2023 (143.096 t).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outro destaque positivo foi o Centro-Oeste, cuja produ&ccedil;&atilde;o oscilou bastante nos &uacute;ltimos anos. Em 2024, a regi&atilde;o cresceu 6,34%, chegando &agrave;s 117.880 toneladas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ&ccedil;&atilde;o brasileira de peixes de cultivou foi de 968.745 toneladas, em 2024. 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