{"id":416236,"date":"2024-11-13T18:39:24","date_gmt":"2024-11-13T18:39:24","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/?p=416236"},"modified":"2024-11-13T23:18:11","modified_gmt":"2024-11-13T23:18:11","slug":"salario-lidera-as-preocupacoes-dos-millennials-no-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2024\/11\/salario-lidera-as-preocupacoes-dos-millennials-no-mercado-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Sal\u00e1rio lidera as preocupa\u00e7\u00f5es dos Millennials no mercado de trabalho"},"content":{"rendered":"<p><em>Estudo da Michael Page revela as prioridades de cada gera&ccedil;&atilde;o no ambiente corporativo<\/em><br>\nOs Millennials (nascidos de 1981 a 1994) s&atilde;o os que consideram o sal&aacute;rio como o fator mais importante no emprego em que atuam (75%). &Eacute; o que aponta o Guia Salarial 2025, recente pesquisa realizada pela Michael Page, marca integrante do PageGroup, uma das maiores consultorias especializadas em recrutamento de m&eacute;dia e alta ger&ecirc;ncia. De acordo com o estudo, os Millennials superaram as m&eacute;dias dos Baby Boomers (nascidos antes de 1965), com 60%; da gera&ccedil;&atilde;o X (nascidos de 1966 a 1980), com 70%; e da gera&ccedil;&atilde;o Z (nascidos ap&oacute;s 1995), com 73%.<br>\nO levantamento apontou ainda que 90% dos profissionais, que nasceram de 1981 a 1994, classificam, tamb&eacute;m, o sal&aacute;rio como aspecto de maior import&acirc;ncia para aceitarem uma nova proposta de trabalho, ficando atr&aacute;s apenas da gera&ccedil;&atilde;o Z (92%), superando os Baby Boomers (75%) e os respondentes da gera&ccedil;&atilde;o X (84%).<br>\n&ldquo;A verdadeira riqueza de uma empresa n&atilde;o est&aacute; em sua conta banc&aacute;ria, mas na qualidade das mentes e cora&ccedil;&otilde;es que ela atrai e conquista. Sem uma proposta atraente e competitiva, as empresas podem perder a chance de atrair profissionais promissores antes mesmo de come&ccedil;arem o processo.&rdquo; afirma Ricardo Basaglia, CEO da Michael Page no Brasil.<br>\nPara elaborar a pesquisa, a Michael Page consultou, neste ano, cerca de 6,8 mil profissionais e empresas de todo o Brasil para entender quais s&atilde;o suas reais impress&otilde;es sobre o mercado atual. Os executivos entrevistados ocupam cargos que v&atilde;o desde posi&ccedil;&otilde;es de suporte &agrave; gest&atilde;o at&eacute; a diretoria. A pesquisa procurou entender como os profissionais enxergam sua carreira, a posi&ccedil;&atilde;o do empregador no seu desenvolvimento profissional e outros fatores que completam a remunera&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gera&ccedil;&otilde;es priorizam sal&aacute;rio e equil&iacute;brio entre trabalho e vida pessoal<\/strong><br>\nO estudo tamb&eacute;m procurou avaliar quais outros fatores s&atilde;o essenciais para os profissionais no ambiente de trabalho. Para os Baby Boomers, sal&aacute;rio (60%), equil&iacute;brio entre trabalho e vida pessoal (55%) e ambiente de trabalho e cultura empresarial (32%) s&atilde;o os principais aspectos no emprego em que atuam. J&aacute; para os colaboradores da gera&ccedil;&atilde;o X, o sal&aacute;rio (70%), o equil&iacute;brio entre trabalho e vida pessoal (50%) e os benef&iacute;cios (32%) ganham destaque.<br>\nEntre os Millennials aparecem o sal&aacute;rio (75%), o equil&iacute;brio entre trabalho e vida pessoal (50%) e a progress&atilde;o de carreira e treinamento (29%). Os profissionais da gera&ccedil;&atilde;o Z apontam o sal&aacute;rio (73%), equil&iacute;brio entre a rotina pessoal e profissional (44%) e a progress&atilde;o de carreira e treinamento (40%).<br>\nA valoriza&ccedil;&atilde;o e o reconhecimento no trabalho foram outros aspectos avaliados pelos profissionais. Para os Baby Boomers, reconhecimento financeiro e b&ocirc;nus (49%), valoriza&ccedil;&atilde;o por parte da lideran&ccedil;a (29%) e plano de carreira e desenvolvimento (10%) s&atilde;o os principais fatores. Nas demais gera&ccedil;&otilde;es, os aspectos s&atilde;o bem semelhantes. Na gera&ccedil;&atilde;o X aparecem reconhecimento financeiro e b&ocirc;nus (47%), plano de carreira e desenvolvimento (25%) e valoriza&ccedil;&atilde;o por parte da lideran&ccedil;a (22%). Para os Millennials, reconhecimento financeiro e b&ocirc;nus (47%), plano de carreira (32%) e valoriza&ccedil;&atilde;o por parte da lideran&ccedil;a (14%) e para a gera&ccedil;&atilde;o Z, reconhecimento financeiro e b&ocirc;nus (46%), plano de carreira (37%) e valoriza&ccedil;&atilde;o por parte da lideran&ccedil;a (12%).<br>\nQuando questionados sobre as compet&ecirc;ncias que mais teriam interesse em desenvolver, os Baby Boomers classificam o gerenciamento de conflitos (39%), a influ&ecirc;ncia (34%) e o gerenciamento de estresse (27%) como prioridades. A gera&ccedil;&atilde;o X seguiu pelo mesmo caminho: gerenciamento de conflitos (39%), influ&ecirc;ncia (38%) e gerenciamento de estresse (34%). No caso dos Millennials, priorizam a lideran&ccedil;a (52%), a influ&ecirc;ncia (43%) e o gerenciamento de conflitos (37%). A gera&ccedil;&atilde;o Z acompanha a gera&ccedil;&atilde;o anterior: lideran&ccedil;a (69%), influ&ecirc;ncia (35%) e gerenciamento de conflitos (33%).<br>\n&ldquo;As novas gera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o querem apenas executar tarefas, elas desejam liderar e influenciar o rumo das organiza&ccedil;&otilde;es. O mercado precisa se preparar para essa ambi&ccedil;&atilde;o crescente. Empresas que n&atilde;o oferecerem oportunidades para essa lideran&ccedil;a emergente correm o risco de perder relev&acirc;ncia rapidamente.&rdquo;<br>\nA preocupa&ccedil;&atilde;o com o crescimento da intelig&ecirc;ncia artificial no mercado de trabalho tamb&eacute;m foi avaliada no levantamento. Quest&otilde;es &eacute;ticas e uso respons&aacute;vel da IA (40%), necessidade de requalifica&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o constante (30%) e impacto na seguran&ccedil;a e privacidade dos dados (16%) foram as principais preocupa&ccedil;&otilde;es apontadas pelos Baby Boomers em rela&ccedil;&atilde;o ao uso da IA no emprego. O cen&aacute;rio &eacute; id&ecirc;ntico nas demais faixas et&aacute;rias, mudando apenas os percentuais de cada uma. Na gera&ccedil;&atilde;o X, quest&otilde;es &eacute;ticas e uso respons&aacute;vel da IA (42%), necessidade de requalifica&ccedil;&atilde;o (25%) e impacto na seguran&ccedil;a e privacidade (17%); Millennials, quest&otilde;es &eacute;ticas (38%), necessidade de requalifica&ccedil;&atilde;o (24%) e impacto na seguran&ccedil;a e privacidade (20%) e gera&ccedil;&atilde;o Z, quest&otilde;es &eacute;ticas (36%), necessidade de requalifica&ccedil;&atilde;o (21%) e impacto na seguran&ccedil;a e privacidade (22%).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Prefer&ecirc;ncias ao mudar de emprego<\/strong><br>\nAs diferentes gera&ccedil;&otilde;es se alteram na busca por uma nova oportunidade de trabalho. Entre os respondentes da pesquisa nascidos entre 1966 e 1980 (gera&ccedil;&atilde;o X), 55% est&atilde;o procurando emprego ativamente, superando os profissionais Baby Boomers (52%), os Millennials (45%) e os da gera&ccedil;&atilde;o Z (44%).<br>\nO estudo detalhou tamb&eacute;m o que cada gera&ccedil;&atilde;o consideraria como prioridade para aceitar uma proposta de trabalho nos pr&oacute;ximos meses. Os Baby Boomers elencaram o sal&aacute;rio (75%), os benef&iacute;cios (45%) e a possibilidade de trabalhar de forma h&iacute;brida ou remota (43%) como os fatores essenciais. Os respondentes da gera&ccedil;&atilde;o X seguem a mesma linha, com sal&aacute;rio (84%), benef&iacute;cios (58%) e trabalho h&iacute;brido ou remoto (43%) como prioridades. Os Millenials classificam como aspectos fundamentais a remunera&ccedil;&atilde;o (90%), o trabalho h&iacute;brido ou remoto (58%) e os benef&iacute;cios (51%). J&aacute; para os mais jovens (gera&ccedil;&atilde;o Z), os principais fatores para aceitar uma nova vaga s&atilde;o o sal&aacute;rio (92%), o trabalho h&iacute;brido ou remoto (61%) e oportunidades de crescimento interno (57%).<br>\nEntre os motivos que fariam ou j&aacute; fizeram os profissionais renunciarem a um novo trabalho, as tr&ecirc;s gera&ccedil;&otilde;es mais experientes indicaram as mesmas raz&otilde;es, alternando apenas os percentuais. Os Baby Boomers destacam o sal&aacute;rio ou benef&iacute;cios insatisfat&oacute;rios com o mercado (62%), mau clima organizacional (60%) e lideran&ccedil;a inadequada (48%); a gera&ccedil;&atilde;o X traz sal&aacute;rios ou benef&iacute;cios insatisfat&oacute;rios (65%), mau clima organizacional (59%) e lideran&ccedil;a inadequada (54%) e os Millenials remunera&ccedil;&atilde;o ou benef&iacute;cios insatisfat&oacute;rios (71%), mau clima (51%) e lideran&ccedil;a inadequada (48%).<br>\nOs profissionais da gera&ccedil;&atilde;o Z tamb&eacute;m concordam com as gera&ccedil;&otilde;es anteriores nos quesitos sal&aacute;rio ou benef&iacute;cios insatisfat&oacute;rios (74%) e lideran&ccedil;a inadequada (45%). Diferenciam-se das demais pela falta de oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional (40%).<br>\nA maneira como cada gera&ccedil;&atilde;o costuma procurar emprego tamb&eacute;m foi avaliada no levantamento. Para os Baby Boomers, o LinkedIn (82%), networking pessoal (50%) e portais de busca online s&atilde;o as principais ferramentas para encontrar uma nova vaga. A mesma linha &eacute; observada nas duas pr&oacute;ximas faixas et&aacute;rias; gera&ccedil;&atilde;o X, LinkedIn (92%), networking pessoal (42%) e portais de busca online (37%) e Millenials, LinkedIn (95%), sites de busca online (35%) e networking pessoal (33%).<br>\nCom a prefer&ecirc;ncia por ferramentas digitais, 95% dos profissionais da gera&ccedil;&atilde;o Z afirmaram que buscam novas oportunidades no LinkedIn, 44,8% disseram que utilizam portais de vagas online e 28% seguem o networking pessoal.<br>\n<strong>Sa&uacute;de mental e equil&iacute;brio entre vida pessoal e profissional&nbsp;<\/strong><br>\nPara analisar a sa&uacute;de mental dos profissionais, o estudo elencou as principais causas de estresse no trabalho. Os Baby Boomers detectaram a remunera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o condizente com as exig&ecirc;ncias do cargo (50%), a falta de participa&ccedil;&atilde;o na tomada de decis&otilde;es e a falta de controle sobre os processos (45%) e o relacionamento ruim com colegas de trabalho ou l&iacute;deres (41%) como os principais fatores do estresse.<br>\nPara a gera&ccedil;&atilde;o X, o esgotamento mental &eacute; causado em maior parte pela remunera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o condizente (56%), falta de participa&ccedil;&atilde;o na tomada de decis&otilde;es (42%) e relacionamento ruim com colegas ou l&iacute;deres (40%). Os Millennials classificam a remunera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o condizente com as exig&ecirc;ncias do cargo (60%), o relacionamento ruim com colegas ou l&iacute;deres (41%) e o excesso de trabalho (36%) como as maiores causas do estresse no emprego. E no caso da gera&ccedil;&atilde;o Z, remunera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o condizente com as exig&ecirc;ncias do cargo (71%), falta de perspectivas de carreira (44%) e excesso de trabalho (41%) s&atilde;o as principais queixas de estresse.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Destaques por gera&ccedil;&otilde;es&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Baby Boomers<\/strong><br>\nDe acordo com o levantamento, os profissionais nascidos antes de 1965 s&atilde;o os que mais se sentem muito amparados ou apoiados na empresa em que trabalham, com 11% dos respondentes, superando a gera&ccedil;&atilde;o X (7%), os Millennials (6%) e a gera&ccedil;&atilde;o Z (7%).<br>\nOs colaboradores mais experientes tamb&eacute;m s&atilde;o os menos adeptos ao trabalho h&iacute;brido ou remoto. Cerca de 18% dos Baby Boomers afirmaram que n&atilde;o preferem trabalhar em casa em nenhum dia da semana, ficando &agrave; frente das m&eacute;dias da gera&ccedil;&atilde;o X (14%), dos Millennials (8%) e da gera&ccedil;&atilde;o Z (5%).<br>\n<strong>Gera&ccedil;&atilde;o X<\/strong><br>\nA pesquisa mostrou que os profissionais nascidos de 1966 a 1980 enfrentam grandes jornadas di&aacute;rias de trabalho. Cerca de 60% dos respondentes nascidos da gera&ccedil;&atilde;o X afirmaram que trabalham mais de oito horas por dia, superando os Baby Boomers (55%), os Millennials (54%) e a gera&ccedil;&atilde;o Z (47%).<br>\nA faixa et&aacute;ria ainda &eacute; a que mais possui profissionais estressados. Cerca de 7% dos respondentes disseram ter um &iacute;ndice muito alto de estresse di&aacute;rio, ficando &agrave; frente das m&eacute;dias da Gera&ccedil;&atilde;o Z (6%), dos Millennials (5%) e dos Baby Boomers (3%).<br>\n<strong>Millennials&nbsp;<\/strong><br>\nDe acordo com o estudo, os nascidos de 1981 a 1994 foram a segunda faixa et&aacute;ria que mais afirmou se sentir valorizada ou reconhecida na empresa atual, com 47,3%, ficando atr&aacute;s apenas dos Baby Boomers (52,1%) e superando a gera&ccedil;&atilde;o X (42,3%) e a gera&ccedil;&atilde;o Z (45,3%).<br>\n<strong>Gera&ccedil;&atilde;o Z<\/strong><br>\nMais preocupados com quest&otilde;es de diversidade e inclus&atilde;o, a maioria dos respondentes nascidos ap&oacute;s 1995 acreditam que a empresa em que trabalham tem a capacidade de desenvolver uma cultura mais inclusiva, com cerca de 57%, se igualando aos Baby Boomers (57%) e ficando &agrave; frente da gera&ccedil;&atilde;o X (54%) e dos Millennials (55%).<br>\nMais adeptos ao trabalho h&iacute;brido e remoto, os mais jovens tamb&eacute;m lideram a prefer&ecirc;ncia dos colaboradores que se consideram mais produtivos trabalhando de casa, com 58% dos respondentes, superando as m&eacute;dias dos Baby Boomers (34%), da gera&ccedil;&atilde;o X (38%) e dos Millennials (50%).<br>\n&ldquo;Cada gera&ccedil;&atilde;o carrega necessidades distintas que moldam a din&acirc;mica do trabalho. Enquanto Baby Boomers valorizam estabilidade presencial, a gera&ccedil;&atilde;o Z busca inclus&atilde;o e flexibilidade. A gera&ccedil;&atilde;o X, pressionada por longas jornadas, alerta para o esgotamento. A chave est&aacute; em alinhar as for&ccedil;as de cada gera&ccedil;&atilde;o, aproveitando essa pluralidade para responder &agrave;s demandas do mercado com agilidade e intelig&ecirc;ncia&rdquo;, finaliza o CEO.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a Michael Page&nbsp;&nbsp;<\/strong><br>\nA Michael Page, marca que integra o PageGroup, &eacute; a escolha ideal para empresas em busca de contrata&ccedil;&atilde;o de executivos de alta e m&eacute;dia ger&ecirc;ncia. Com uma expertise s&oacute;lida nesse segmento, a empresa oferece solu&ccedil;&otilde;es abrangentes e personalizadas para atender &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas de cada cliente. Por meio de uma abordagem consultiva e especializada, a Michael Page identifica os profissionais mais qualificados e compat&iacute;veis com as demandas das posi&ccedil;&otilde;es de lideran&ccedil;a. Com um amplo networking e uma equipe de consultores experientes, a empresa est&aacute; preparada para auxiliar nas contrata&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas que impulsionar&atilde;o o crescimento e sucesso das organiza&ccedil;&otilde;es.<br>\nCom uma gama solu&ccedil;&otilde;es para Recursos Humanos, o PageGroup &eacute; um grupo ingl&ecirc;s listado na bolsa de valores de Londres e est&aacute; presente em 37 pa&iacute;ses. Atualmente, seus mais de 9 mil colaboradores atuam em diferentes culturas e mercados, o que contribui para seu conhecimento em 3 esferas: global, regional e local. Os consultores, distribu&iacute;dos por todo o pa&iacute;s em nossos cinco escrit&oacute;rios (<a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife), j&aacute; foram respons&aacute;veis pela contrata&ccedil;&atilde;o de mais de 40 mil profissionais no Brasil desde 2001.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES DE IMPRENSA&nbsp;<\/strong><br>\n<strong>Conte&uacute;do Comunica&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/strong><br>\nRicardo Morato (<a href=\"mailto:ricardo.morato@conteudonet.com\">ricardo.morato@conteudonet.com<\/a>)<\/p>\n<p>Tel (11) 98799-5868<br>\nCarol Freitas (<a href=\"mailto:carol.freitas@conteudonet.com\">carol.freitas@conteudonet.com<\/a>)<\/p>\n<p>Tel (11) 99196-3890<br>\nVinicius Pereira (<a href=\"mailto:vinicius.pereira@conteudonet.com\">vinicius.pereira@conteudonet.com<\/a>)<\/p>\n<p>Tel (11) 94659-0822<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da Michael Page revela as prioridades de cada gera&ccedil;&atilde;o no ambiente corporativo Os Millennials 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