{"id":413360,"date":"2024-08-07T19:45:03","date_gmt":"2024-08-07T19:45:03","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.ecompare.com.br\/noticias\/?p=413360"},"modified":"2024-08-07T19:45:03","modified_gmt":"2024-08-07T19:45:03","slug":"7-crencas-falsas-que-desestimulam-a-amamentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2024\/08\/7-crencas-falsas-que-desestimulam-a-amamentacao\/","title":{"rendered":"7 cren\u00e7as falsas que desestimulam a amamenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><em>Atrasar a amamenta&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-nascimento eleva em at&eacute; 80% o risco de morte neonatal no primeiro m&ecirc;s de vida<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a Lei n&ordm; 13.435\/2.017, o m&ecirc;s de Agosto passou a simbolizar a luta pelo incentivo &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o, sendo chamado de Agosto Dourado (relacionado ao padr&atilde;o ouro de qualidade conferido ao aleitamento materno). O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de destaca o leite materno como o meio mais importante de nutri&ccedil;&atilde;o para beb&ecirc;s de at&eacute; 6 meses de vida, e sinaliza que a mortalidade de crian&ccedil;as de at&eacute; 5 anos de idade pode reduzir em cerca de 13% por conta do aleitamento materno.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A boa not&iacute;cia &eacute; que os &iacute;ndices de amamenta&ccedil;&atilde;o materna v&ecirc;m crescendo no Brasil, segundo o <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/a9470f43-be7b-4cdb-8e18-08dcb2ebc1a4\/https%253a%252f%252fwww.gov.br%252fsaude%252fpt-br%252fassuntos%252fnoticias%252f2020%252fagosto%252fpesquisa-inedita-revela-que-indices-de-amamentacao-cresceram-no-brasil\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">Estudo<\/a> Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Nutri&ccedil;&atilde;o Infantil (ENANI), realizado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, cujos n&uacute;meros representam um <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/a9470f43-be7b-4cdb-8e18-08dcb2ebc1a4\/https%253a%252f%252fportal.fiocruz.br%252fnoticia%252fpesquisa-revela-dados-ineditos-sobre-amamentacao-no-brasil\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">progresso<\/a> em rela&ccedil;&atilde;o aos dados hist&oacute;ricos, com um aumento de quase 13 vezes no &iacute;ndice de amamenta&ccedil;&atilde;o exclusiva em crian&ccedil;as menores de quatro meses, e de cerca de 16 vezes em crian&ccedil;as menores de seis meses, desde 1986.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contudo, o pa&iacute;s ainda est&aacute; distante das metas da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) para 2030: 70% de forma exclusiva, tanto na primeira hora de vida como nos primeiros seis meses; e 80% no primeiro ano.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Falta de apoio e de informa&ccedil;&atilde;o geram inseguran&ccedil;a<\/strong>: segundo Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa\/SP e m&eacute;dico do Hospital Albert Einstein, muitas m&atilde;es ainda enfrentam desafios na amamenta&ccedil;&atilde;o, apesar dos benef&iacute;cios comprovados.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ainda que seja fundamental orientar a mulher sobre a amamenta&ccedil;&atilde;o no pr&eacute;-natal, n&atilde;o s&atilde;o todos os m&eacute;dicos que o fazem. Somando a desinforma&ccedil;&atilde;o ao estado emocional mais vulner&aacute;vel e &agrave; falta de apoio social, a m&atilde;e acaba se sentindo pressionada e acuada, comprometendo ainda mais a amamenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, lamenta o especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein e membro da FEBRASGO.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Considerando este cen&aacute;rio, especialistas reuniram 7 desinforma&ccedil;&otilde;es que invalidam a amamenta&ccedil;&atilde;o como um ato natural da maternidade, desestimulando a pr&aacute;tica:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A f&oacute;rmula infantil &eacute; t&atilde;o completa quanto o leite materno<\/strong> &ndash; <strong>Mito: <\/strong>rico em anticorpos, o leite materno &eacute; o &uacute;nico que aumenta a imunidade da crian&ccedil;a, ajuda a combater alergias e infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias, al&eacute;m de diminuir riscos de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, como diabetes, obesidade e hipertens&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>At&eacute; mesmo o neurodesenvolvimento do beb&ecirc; tem impacto com a amamenta&ccedil;&atilde;o: em um estudo, pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, conclu&iacute;ram que o mio-inositol, uma mol&eacute;cula encontrada no leite materno, est&aacute; diretamente ligada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o das conex&otilde;es neurais dos beb&ecirc;s. &ldquo;Ou seja, somente o leite materno pode prover estes benef&iacute;cios &agrave; crian&ccedil;a&rdquo;, refor&ccedil;a Carlos Moraes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Amamentar na primeira hora de vida &eacute; indiferente &agrave; sa&uacute;de do beb&ecirc;<\/strong> &ndash; <strong>Mito: <\/strong>o aleitamento materno na primeira hora de vida &eacute; fator protetor contra a mortalidade neonatal. De acordo com o Fundo das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Inf&acirc;ncia (UNICEF), quanto mais se atrasa o in&iacute;cio da amamenta&ccedil;&atilde;o, maior &eacute; o risco de morte no primeiro m&ecirc;s de vida.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Atrasar o aleitamento materno entre 2 e 23 horas ap&oacute;s o nascimento do beb&ecirc; eleva em 40% o risco de morte nos primeiros 28 dias de vida. J&aacute; o atraso de 24 horas ou mais aumenta esse risco em 80%&rdquo;, alerta Carlos Moraes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&Eacute; necess&aacute;rio amamentar de 3 em 3 horas<\/strong> &ndash; <strong>Mito: <\/strong>segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;rio estabelecer um hor&aacute;rio fixo para a amamenta&ccedil;&atilde;o: o recomendado pela institui&ccedil;&atilde;o &eacute; que o beb&ecirc; seja amamentado em livre demanda, isto &eacute;, sem restri&ccedil;&otilde;es de hor&aacute;rios e de dura&ccedil;&atilde;o da mamada. &ldquo;Nos primeiros meses de vida, inclusive, a frequ&ecirc;ncia costuma ser maior e com hor&aacute;rios mais irregulares&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A amamenta&ccedil;&atilde;o afeta a intimidade do casal<\/strong> &ndash; <strong>Depende: <\/strong>segundo uma revis&atilde;o de <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/a9470f43-be7b-4cdb-8e18-08dcb2ebc1a4\/https%253a%252f%252fbmjopen.bmj.com%252fcontent%252f13%252f8%252fe074630\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">estudos<\/a> entre mulheres que voltaram a ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais at&eacute; 6 semanas ap&oacute;s o parto, 58,2% delas n&atilde;o amamentaram, contra 38,7% das que amamentaram.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/a9470f43-be7b-4cdb-8e18-08dcb2ebc1a4\/https%253a%252f%252fwww.instagram.com%252fclaudiasexologa%252f\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">Claudia Petry<\/a>, pedagoga com especializa&ccedil;&atilde;o em Sexualidade Feminina pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e membro da SBRASH; &eacute; comum que a fase da amamenta&ccedil;&atilde;o, cheia de oscila&ccedil;&otilde;es hormonais e emocionais, afete o lado sexual da mulher, que acaba se concentrando mais no papel de m&atilde;e do que de esposa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Da&iacute;, cabe ao casal perceber a necessidade de nutrir e cultivar sua rela&ccedil;&atilde;o, seja com momentos de beijos e car&iacute;cias, ou mesmo com um filme a dois durante o sono do beb&ecirc;. Ou seja, amamentar a crian&ccedil;a jamais ser&aacute; motivo de perda da intimidade, se o casal souber preservar sua conex&atilde;o&rdquo;, pontua Claudia Petry.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quando congelado, o leite materno perde nutrientes<\/strong> &ndash; <strong>Mito: <\/strong>congelar o pr&oacute;prio leite &eacute; um h&aacute;bito muito comum, principalmente quando a mulher volta a trabalhar ou mesmo em caso de ingurgitamento mam&aacute;rio. No entanto, o processo requer cuidados.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;O leite retirado, cuja dura&ccedil;&atilde;o &eacute; de at&eacute; 15 dias, precisa ser guardado em frasco de vidro que tenha tampa de pl&aacute;stico. A higieniza&ccedil;&atilde;o correta &eacute; feita com &aacute;gua fervente no recipiente por 15 minutos, seguida de secagem com pano limpo e repouso para que seque por completo, de modo natural&rdquo;, explica Carlos Moraes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outra dica importante, segundo ele, &eacute; usar a tampa do frasco para anotar o dia e a hora que o leite foi tirado. &ldquo;Ao oferecer para o beb&ecirc;, o leite deve ser descongelado em banho-maria, sem ferver, apenas esquentando a ponto de tirar o gelo. Lembrando que, uma vez descongelado, o leite n&atilde;o deve ser congelado novamente&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A pr&oacute;tese de silicone atrapalha a amamenta&ccedil;&atilde;o<\/strong> &ndash; <strong>Depende: <\/strong>de acordo com <a href=\"https:\/\/click.cse360.com.br\/Click\/AddCampaignEmailClick\/a9470f43-be7b-4cdb-8e18-08dcb2ebc1a4\/https%253a%252f%252fdrmaatz.com.br%252f\/83288b97-4297-4165-cec0-08d7c5ff26d17\">Lu&iacute;s Maatz<\/a>, cirurgi&atilde;o pl&aacute;stico pelo Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da USP (HC\/FMUSP), o silicone utilizado atualmente &eacute; composto por um material biocompat&iacute;vel, possui alta coesividade e sua superf&iacute;cie externa &eacute; mais resistente.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;O ideal &eacute; que a pr&oacute;tese seja colocada via inframam&aacute;ria (incis&atilde;o embaixo das mamas), ou pela via axilar, n&atilde;o havendo cortes na gl&acirc;ndula nem nos ductos mam&aacute;rios. Dessa forma, seja na produ&ccedil;&atilde;o do leite como no seu trajeto ao mamilo, n&atilde;o h&aacute; contato direto com a pr&oacute;tese&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quem fez redu&ccedil;&atilde;o de mama n&atilde;o pode amamentar<\/strong> &ndash; <strong>Depende: <\/strong>segundo Lu&iacute;s Maatz, que tamb&eacute;m &eacute; cirurgi&atilde;o de Reconstru&ccedil;&atilde;o Mam&aacute;ria no Hospital S&iacute;rio-Liban&ecirc;s, na maior parte dos casos, as d&uacute;vidas relacionadas &agrave; redu&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria e &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o surgem por conta do corte de determinados ductos mam&aacute;rios.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Entretanto, a forma&ccedil;&atilde;o de novos ductos ocorre posteriormente. Quanto maior o intervalo entre a mamoplastia e o per&iacute;odo de amamenta&ccedil;&atilde;o, maior a probabilidade de poder amamentar normalmente&rdquo;, esclarece Maatz.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por fim, para superar os desafios, &eacute; essencial que as m&atilde;es recebam apoio adequado de familiares, profissionais de sa&uacute;de e da sociedade como um todo. &ldquo;Campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o, pol&iacute;ticas p&uacute;blicas favor&aacute;veis e ambientes de trabalho que respeitem as necessidades das lactantes s&atilde;o fundamentais para promover e sustentar a pr&aacute;tica da amamenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, finaliza Carlos Moraes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr>\n<h6>FGR Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o<\/h6>\n<h6><strong>Fl&aacute;via Vargas Ghiurghi<\/strong><\/h6>\n<h6>flavia@fgrcomunicacao.com.br<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Atrasar a amamenta&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-nascimento eleva em at&eacute; 80% o risco de morte neonatal no&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":413361,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21679,33073,21201,7,27],"tags":[1743,1405,4870,15371,10439,142,34300,3303,312,52,1175,17114,34455,1117,15658,12061,1370,469,146,91,12127,34553,8635,1469,17506,613,4002,9643,318,2200,33401,22153,35073,7897,494,1955,1244,34759,956,29484,24349,922,10538,855,27844,3897,1084,34539,34289,10749,3767,6705,5057,4035,9076,5005,15666,11051,18286,9461,34422,34776,29745,159,11528,33558,29748,11500,649,4327,17587,33572,136,34881,1689,3663,15656,12562,3525,23916,9073,9708,29915],"class_list":["post-413360","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-assunto-do-momento","category-conhecimento","category-destaques","category-sde","category-sociedade","tag-acaba","tag-ajuda","tag-alerta","tag-alimentacao","tag-alta","tag-apoio","tag-assessoria-de-comunicacao","tag-aumento","tag-brasil","tag-brasileira","tag-campanhas","tag-casa","tag-conscientizacao","tag-conta","tag-crianca","tag-criancas","tag-cuidados","tag-dados","tag-demanda","tag-desafios","tag-doencas","tag-e","tag-emocional","tag-ensino","tag-especializacao","tag-estado","tag-estados","tag-estados-unidos","tag-estudo","tag-estudos","tag-faculdade","tag-fez","tag-formacao","tag-fundo","tag-hospital","tag-impacto","tag-incentivo","tag-infancia","tag-infantil","tag-infeccoes","tag-informacao","tag-instituto","tag-lei","tag-leite","tag-mae","tag-maternidade","tag-medicina","tag-medico","tag-medicos","tag-ministerio-da-saude","tag-morte","tag-mulher","tag-mulheres","tag-nacional","tag-natal","tag-natural","tag-nutricao","tag-oms","tag-organizacao","tag-os","tag-parto","tag-pediatria","tag-pelo","tag-pesquisa","tag-pesquisadores","tag-ponto","tag-preservar","tag-producao","tag-profissionais","tag-qualidade","tag-reducao","tag-risco","tag-santa","tag-sexualidade","tag-social","tag-sociedade","tag-sono","tag-sp","tag-trabalho","tag-unidas","tag-universidade","tag-usp","tag-vida","wpcat-21679-id","wpcat-33073-id","wpcat-21201-id","wpcat-7-id","wpcat-27-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/413360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=413360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/413360\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/413361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=413360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=413360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=413360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}