{"id":407660,"date":"2024-03-18T14:11:54","date_gmt":"2024-03-18T14:11:54","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.ecompare.com.br\/noticias\/?p=407660"},"modified":"2024-03-19T22:03:54","modified_gmt":"2024-03-19T22:03:54","slug":"o-impacto-positivo-da-medicina-integrativa-na-saude-e-no-bem-estar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2024\/03\/o-impacto-positivo-da-medicina-integrativa-na-saude-e-no-bem-estar\/","title":{"rendered":"O impacto positivo da medicina integrativa na sa\u00fade e no bem-estar"},"content":{"rendered":"<p>O impacto positivo da medicina integrativa na sa&uacute;de e no bem-estar<\/p>\n<p>A abordagem da pr&aacute;tica visa tratar a causa da raiz das doen&ccedil;as ao inv&eacute;s de controlar sintomas. A Dra. Tassiana Rodrigues Alves tira d&uacute;vidas sobre o tema<\/p>\n<p>Em janeiro de 2022, o Projeto de Lei 4343\/21 previu que o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) valorizasse as pr&aacute;ticas de medicina integrativa e complementar, em associa&ccedil;&atilde;o ao modelo de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de baseado na medicina tradicional. Ainda que o texto do projeto n&atilde;o tenha sido aprovado at&eacute; o momento, a discuss&atilde;o sobre o assunto se mostra cada vez mais relevante. <\/p>\n<p>A medicina integrativa n&atilde;o &eacute; considerada uma especialidade, mas uma abordagem na pr&aacute;tica m&eacute;dica. De acordo com Tassiana Rodrigues Alves, m&eacute;dica pela Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia, o termo &ldquo;integrativa&rdquo; vem de dois motivos: primeiro, porque ela considera o paciente de forma hol&iacute;stica, n&atilde;o apenas focando na doen&ccedil;a, mas tamb&eacute;m investigando os elementos subjacentes, como h&aacute;bitos alimentares, aspectos emocionais e padr&otilde;es de pensamento, buscando tratar a causa raiz da doen&ccedil;a em vez de apenas controlar os sintomas. E em segundo lugar, porque permite a incorpora&ccedil;&atilde;o de recursos al&eacute;m da medicina convencional, como a medicina herbal, acupuntura, nutri&ccedil;&atilde;o, fitoterapia, aromaterapia, cromoterapia e outros. &ldquo;Essa abordagem mais ampla e inclusiva visa promover a sa&uacute;de e o bem-estar de forma abrangente, considerando o paciente em sua totalidade&rdquo;, elucida.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O aspecto preventivo &eacute; uma das caracter&iacute;sticas desse modelo. Segundo a profissional, avaliar o paciente integralmente tamb&eacute;m implica investigar o estilo de vida desse paciente e os fatores que podem estar contribuindo para o desenvolvimento de alguma doen&ccedil;a. &ldquo;Realizar interven&ccedil;&otilde;es antes que a doen&ccedil;a se instale &eacute; extremamente preventivo. No entanto, isso n&atilde;o significa que n&atilde;o haja benef&iacute;cios para quem j&aacute; possui alguma doen&ccedil;a estabelecida. Da mesma forma, mesmo para quem j&aacute; tem doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, podemos adotar uma abordagem integral, que vai al&eacute;m do uso de medicamentos, e obter excelentes resultados para a vida desse paciente&rdquo;, ilustra.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A m&eacute;dica exemplifica citando as doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, que s&atilde;o aquelas na qual o paciente requer o uso cont&iacute;nuo de medicamentos, como press&atilde;o alta, diabetes, colesterol elevado, depress&atilde;o, entre outras.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A integra&ccedil;&atilde;o contra o medo de ir ao consult&oacute;rio<\/p>\n<p>O medo de ir ao m&eacute;dico &eacute; comum em muitas pessoas, muitas vezes desenvolvido desde a inf&acirc;ncia. A Dra. Tassiana Rodrigues afirma nunca ter entendido esse receio. &ldquo;Acredito que devemos ter medo &eacute; de n&atilde;o ter acesso ao m&eacute;dico. No entanto, o que percebo de modo geral &eacute; que as crian&ccedil;as t&ecirc;m medo de tomar inje&ccedil;&otilde;es, enquanto os adultos t&ecirc;m receio de utilizar medicamentos de uso cont&iacute;nuo&rdquo;, relata.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Nesses casos, a medicina integrativa pode ser uma boa op&ccedil;&atilde;o para ensinar as pessoas a fazerem escolhas mais saud&aacute;veis no dia a dia, evitando assim a depend&ecirc;ncia de medicamentos pelo resto da vida. <\/p>\n<p>Para a profissional, se o paciente tem receio de receber orienta&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas, como praticar atividade f&iacute;sica, a situa&ccedil;&atilde;o fica mais complicada, j&aacute; que esse &eacute; um dos principais pilares da sa&uacute;de. &ldquo;Acredito que as pessoas n&atilde;o t&ecirc;m medo de ir ao m&eacute;dico em si, mas sim medo da mudan&ccedil;a. Penso que este &eacute; um paradigma que precisa ser quebrado, pois estamos necessitando de muitas mudan&ccedil;as no mundo, e cabe a n&oacute;s agirmos para que elas aconte&ccedil;am&rdquo;, esclarece.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&Eacute; considerado ci&ecirc;ncia?<\/p>\n<p>A integra&ccedil;&atilde;o de diversas disciplinas, desde a medicina convencional at&eacute; pr&aacute;ticas milenares como a Ayurveda, a acupuntura, a fitoterapia, a nutri&ccedil;&atilde;o, a zonaterapia e outras, fazem parte desse tipo de abordagem m&eacute;dica. Com tantas &aacute;reas abordadas, &eacute; costumeiro a d&uacute;vida se a medicina integrativa &eacute; considerada uma ci&ecirc;ncia. A Dra. Tassiana explica a d&uacute;vida.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;&Eacute; importante destacar que nem todos os m&eacute;dicos integrativos s&atilde;o iguais. Alguns podem integrar a fitoterapia, outros a acupuntura, como &eacute; o meu caso, enquanto outros podem focar em ozonioterapia ou medicina funcional, que tamb&eacute;m &eacute; o meu caso. No entanto, se surge a d&uacute;vida se a medicina integrativa &eacute; baseada em ci&ecirc;ncia, a resposta &eacute; sim, definitivamente. Ela se baseia em diversas ci&ecirc;ncias, integrando o que faz sentido para cada paciente. Por exemplo, pode haver um paciente para quem prescrevemos, al&eacute;m dos medicamentos, cannabis medicinal ou medita&ccedil;&atilde;o. No entanto, &agrave;s vezes o paciente pode ter resist&ecirc;ncia ao uso de cannabis medicinal, e &eacute; necess&aacute;rio buscar outra alternativa que seja mais adequada para esse paciente&rdquo;, finaliza.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Instagram: @dra.tassi<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O impacto positivo da medicina integrativa na sa&uacute;de e no bem-estar A abordagem da pr&aacute;tica visa&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":407659,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,7],"tags":[10439,29604,29487,28168,20275,12061,999,12127,34553,24635,5402,1955,4944,17953,615,10538,3784,1084,34539,34289,260,16678,202,15666,9461,6907,29745,48,1859,33967,3822,462,424,15204,3932,9883,171,5753,12769,29891,9073,29915],"class_list":["post-407660","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-sde","tag-alta","tag-associacao","tag-atencao","tag-atividade-fisica","tag-bem-estar","tag-criancas","tag-desenvolvimento","tag-doencas","tag-e","tag-estilo-de-vida","tag-geral","tag-impacto","tag-instagram","tag-integracao","tag-janeiro","tag-lei","tag-medicamentos","tag-medicina","tag-medico","tag-medicos","tag-mostra","tag-mudanca","tag-mundo","tag-nutricao","tag-os","tag-paciente","tag-pelo","tag-pessoas","tag-positivo","tag-praticas","tag-principais","tag-profissional","tag-projeto","tag-projeto-de-lei","tag-recursos","tag-resposta","tag-resultados","tag-sintomas","tag-sus","tag-tema","tag-universidade","tag-vida","wpcat-21201-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/407660","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=407660"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/407660\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/407659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=407660"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=407660"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=407660"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}