{"id":406884,"date":"2024-02-21T13:51:38","date_gmt":"2024-02-21T13:51:38","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.ecompare.com.br\/noticias\/?p=406884"},"modified":"2024-02-21T22:00:34","modified_gmt":"2024-02-21T22:00:34","slug":"o-que-ganhamos-com-a-nao-utilizacao-do-oxido-de-zinco-terapeutico-na-suinocultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2024\/02\/o-que-ganhamos-com-a-nao-utilizacao-do-oxido-de-zinco-terapeutico-na-suinocultura\/","title":{"rendered":"O que ganhamos com a n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o do \u00f3xido de zinco terap\u00eautico na suinocultura"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: Ricardo Hummes Rauber, doutor em ci&ecirc;ncias veterin&aacute;rias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, consultor em sa&uacute;de animal da Vetinova e parceiro da ICC.<\/em><\/p>\n<p>O trocadilho no t&iacute;tulo do artigo &eacute; proposital. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; trazer, de forma imediata, uma reflex&atilde;o sobre os motivos para a utiliza&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia terap&ecirc;utica com &oacute;xido de zinco (ZnO) e os impactos da sua poss&iacute;vel retirada. N&atilde;o &eacute; uma pergunta a ser respondida. Mas, sim, um convite a entendermos por que a retirada do ZnO (e dos antibi&oacute;ticos promotores de crescimento) &eacute; uma oportunidade de aprimoramento do sistema produtivo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Como pano de fundo, temos a infind&aacute;vel discuss&atilde;o sobre resist&ecirc;ncia antimicrobiana e o papel da produ&ccedil;&atilde;o animal intensiva neste cen&aacute;rio. Apesar de n&atilde;o haver claras evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas da participa&ccedil;&atilde;o do uso de antibi&oacute;ticos pela cadeia de produ&ccedil;&atilde;o animal na ocorr&ecirc;ncia de bact&eacute;rias resistentes ou multirresistentes em ambientes hospitalares, ao avaliarmos o documento &ldquo;WHO Guidelines on Use of Medically Important Antimicrobials in Food-Producing Animals&rdquo; da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS\/WHO) publicado em 2017, observamos um conjunto de quatro recomenda&ccedil;&otilde;es e boas-pr&aacute;ticas para o uso de antimicrobianos na produ&ccedil;&atilde;o animal:<\/p>\n<ol>\n<li>Redu&ccedil;&atilde;o no volume total de antibi&oacute;ticos utilizados;<\/li>\n<li>N&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos como promotores de crescimento;<\/li>\n<li>N&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos de forma preventiva (na aus&ecirc;ncia de enfermidade);<\/li>\n<li>Reservar, como &uacute;ltima alternativa, o uso de antibi&oacute;ticos criticamente importantes para medicina humana para&nbsp;<u>controle<\/u>&nbsp;de enfermidades e de antibi&oacute;ticos de alt&iacute;ssima prioridade criticamente importantes para medicina humana para o&nbsp;<u>tratamento<\/u>&nbsp;de enfermidades.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A pr&oacute;pria OMS, no mesmo documento, reconhece que as evid&ecirc;ncias dispon&iacute;veis para embasar as recomenda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o de baixa (recomenda&ccedil;&otilde;es 1 a 3) e muito baixa (recomenda&ccedil;&atilde;o 4) qualidade. No entanto, ao falarmos da utiliza&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos com doses abaixo da concentra&ccedil;&atilde;o inibit&oacute;ria m&iacute;nima e por per&iacute;odos prolongados, como &eacute; o caso dos promotores de crescimento, faz sentido considerarmos, pelo menos, a aplica&ccedil;&atilde;o da recomenda&ccedil;&atilde;o 2.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Frequentemente presente na produ&ccedil;&atilde;o intensiva de su&iacute;nos, a Diarreia P&oacute;s-desmame &eacute; um dist&uacute;rbio que ocorre em leit&otilde;es, alguns dias ap&oacute;s o desmame. Esta &eacute; uma fase especialmente cr&iacute;tica para o animal, que passa por algumas transi&ccedil;&otilde;es que impactam em altera&ccedil;&otilde;es na din&acirc;mica gastrointestinal e fisiol&oacute;gica como, por exemplo, a troca de uma dieta l&iacute;quida, altamente digest&iacute;vel e rica em subst&acirc;ncias protetoras, o leite materno, para uma dieta s&oacute;lida, com compostos n&atilde;o-digest&iacute;veis em sua integralidade e sem a prote&ccedil;&atilde;o de anticorpos e citocinas presentes no leite materno. Al&eacute;m disso, situa&ccedil;&otilde;es de estresse est&atilde;o presentes nesta fase, como a adapta&ccedil;&atilde;o dos animais &agrave;s novas instala&ccedil;&otilde;es, defini&ccedil;&atilde;o da hierarquia social no lote, mistura com animais de outras origens, procedimentos de vacina&ccedil;&atilde;o, entre outros. Estas altera&ccedil;&otilde;es desencadeiam mudan&ccedil;as no trato gastrointestinal (TGI) que favorecem a ades&atilde;o, coloniza&ccedil;&atilde;o e multiplica&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias patog&ecirc;nicas no intestino, em especial,&nbsp;<em>E. coli<\/em>.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O ZnO tem sido utilizado amplamente e com sucesso nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas como forma de tratamento das condi&ccedil;&otilde;es ent&eacute;ricas no p&oacute;s-desmame. A terapia consiste na utiliza&ccedil;&atilde;o de doses em torno de 2.500 ppm de Zn nas dietas dos leit&otilde;es, ao passo que a dose para suprir o requerimento nutricional da fase n&atilde;o &eacute; superior a 150 ppm. No entanto dois pontos surgem com import&acirc;ncia nas discuss&otilde;es em torno de uma poss&iacute;vel restri&ccedil;&atilde;o no uso do ZnO terap&ecirc;utico:<\/p>\n<ol>\n<li>O impacto ambiental dos n&iacute;veis excedentes de zinco na dieta, uma vez que o mineral n&atilde;o &eacute; absorvido no intestino e, desta forma, &eacute; eliminado atrav&eacute;s das fezes representando, assim, um potencial grande de contamina&ccedil;&atilde;o do solo e outros recursos naturais.<\/li>\n<li>Relatos de desenvolvimento de resist&ecirc;ncia a determinados antimicrobianos em popula&ccedil;&otilde;es de bact&eacute;rias em animais submetidos a este tipo de utiliza&ccedil;&atilde;o do mineral.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ap&oacute;s uma an&aacute;lise de risco-benef&iacute;cio, avaliando os pontos elencados acima, em junho de 2017, a Ag&ecirc;ncia Europeia de Medicamentos (EMA) decidiu pela retirada das autoriza&ccedil;&otilde;es para a comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos veterin&aacute;rios de uso oral com ZnO na sua composi&ccedil;&atilde;o, em um prazo m&aacute;ximo de 5 anos. A decis&atilde;o tem validade para os estados membro da Uni&atilde;o Europeia. No entanto, o fato de a restri&ccedil;&atilde;o estar baseada em dois pontos relevantes sob o aspecto de sustentabilidade da cadeia (resist&ecirc;ncia antimicrobiana e meio ambiente), gera a necessidade de discuss&atilde;o do tema, com foco especial &agrave;s alternativas a serem implantadas em uma eventual restri&ccedil;&atilde;o ao uso terap&ecirc;utico do ZnO no Brasil, seja por regulamentos internos, seja para atendimento de algum mercado importador.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>No que tange ao sistema produtivo em si, algumas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais para alcan&ccedil;ar o sucesso na retirada de uso terap&ecirc;utico do ZnO e est&atilde;o centradas em um programa robusto de Biosseguridade que contempla procedimentos de isolamento, controle de tr&aacute;fego, higieniza&ccedil;&atilde;o, quarentena, medica&ccedil;&atilde;o, vacina&ccedil;&atilde;o, monitoramento, erradica&ccedil;&atilde;o, auditorias, educa&ccedil;&atilde;o e plano de conting&ecirc;ncia.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com foco especial &agrave; suinocultura, vale refor&ccedil;ar as seguintes a&ccedil;&otilde;es em um programa de biosseguridade:<\/p>\n<ol>\n<li>Estrutura&ccedil;&atilde;o da cadeia produtiva para redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de origens e alojamentos considerando pir&acirc;mides sanit&aacute;rias e&nbsp;<em>clusteriza&ccedil;&atilde;o<\/em>.<\/li>\n<li>Defini&ccedil;&atilde;o de um programa de vacina&ccedil;&atilde;o adequado &agrave; realidade da granja ou regi&atilde;o, incluindo escolha dos agentes e cepas, tipo de vacina, via de aplica&ccedil;&atilde;o, n&uacute;mero de doses e os cuidados essenciais no transporte, conserva&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o das vacinas.<\/li>\n<li>Qualidade da &aacute;gua fornecida aos animais. Observar tanto a qualidade microbiol&oacute;gica quanto f&iacute;sico-qu&iacute;mica da &aacute;gua. Em linhas gerais, a qualidade microbiol&oacute;gica da &aacute;gua &eacute; garantida atrav&eacute;s da clora&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria, com n&iacute;veis em torno de 3 ppm de cloro livre no ponto de consumo de &aacute;gua mais distante do ponto de clora&ccedil;&atilde;o. J&aacute; no que diz respeito &agrave; qualidade f&iacute;sico-qu&iacute;mica, tanto a dureza quanto o pH da &aacute;gua devem ser observados e, sempre que poss&iacute;vel, corrigidos. Lembrando que &aacute;guas com pH levemente &aacute;cido (entre 5,0 e 6,5) s&atilde;o ideais, do ponto de vista de sa&uacute;de animal, pois favorecem a apresenta&ccedil;&atilde;o do cloro na forma de &aacute;cido hipocloroso que &eacute; a forma ativa contra microrganismos.<\/li>\n<li>O processo de limpeza e desinfec&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es e equipamentos deve ser cuidadosamente conduzido, realizando a retirada de toda a mat&eacute;ria org&acirc;nica das instala&ccedil;&otilde;es, incluindo canaletas e caixas de dejetos. Deve ser utilizado um detergente efetivo para o processo de limpeza e, ao final, com as instala&ccedil;&otilde;es e equipamentos secos, deve ser aplicado um desinfetante, escolhido de acordo com a situa&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria da granja.<\/li>\n<li>Para que o processo de limpeza e desinfec&ccedil;&atilde;o seja plenamente realizado, outro ponto a ser observado e planejado &eacute; o alojamento no sistema todos-dentro-todos-fora, permitindo o completo esvaziamento da instala&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Como comentado anteriormente, os principais fatores de risco para a ocorr&ecirc;ncia de diarreia p&oacute;s-desmame s&atilde;o causa, direta ou indireta, de um desequil&iacute;brio na microbiota intestinal, levando a uma predomin&acirc;ncia de bact&eacute;rias potencialmente patog&ecirc;nicas e desencadeando o quadro cl&iacute;nico caracter&iacute;stico. Tendo este contexto em mente, &eacute; preciso estabelecer estrat&eacute;gias no sentido de promover um equil&iacute;brio maior na microbiota intestinal e uma sobreposi&ccedil;&atilde;o de microrganismos potencialmente ben&eacute;ficos sobre aqueles patog&ecirc;nicos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Uma a&ccedil;&atilde;o a ser implementada &eacute; evitar o uso profil&aacute;tico de antibi&oacute;ticos nos leit&otilde;es, tanto pr&eacute;, quanto p&oacute;s-desmame. &Eacute; preciso lembrar que mesmo as bact&eacute;rias com perfil ben&eacute;fico ao hospedeiro s&atilde;o suscept&iacute;veis &agrave; maioria dos antibi&oacute;ticos utilizados. A utiliza&ccedil;&atilde;o de um antibi&oacute;tico de forma preventiva pode ser um dos desencadeadores de um desequil&iacute;brio mais importante na microbiota intestinal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O uso de produtos com potencial de modula&ccedil;&atilde;o da microbiota e\/ou controle de bact&eacute;rias patog&ecirc;nicas no TGI, tanto via ra&ccedil;&atilde;o, quanto via &aacute;gua de bebida, tamb&eacute;m &eacute; uma estrat&eacute;gia que pode ser aplicada com o intuito de substitui&ccedil;&atilde;o do uso terap&ecirc;utico do ZnO. Podemos agrupar os principais produtos com esta finalidade ou perfil de a&ccedil;&atilde;o da seguinte forma:<\/p>\n<ul>\n<li>Probi&oacute;ticos: s&atilde;o culturas &uacute;nicas ou mistas de microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem um benef&iacute;cio de sa&uacute;de ao hospedeiro. Em geral, os probi&oacute;ticos atuam atrav&eacute;s da 1) modula&ccedil;&atilde;o ou balan&ccedil;o da microbiota ent&eacute;rica, 2) manuten&ccedil;&atilde;o da homeostase epitelial e\/ou 3) modula&ccedil;&atilde;o das repostas imunes no intestino.<\/li>\n<li>Prebi&oacute;ticos: usualmente definidos como componentes n&atilde;o vi&aacute;veis da dieta que conferem benef&iacute;cios de sa&uacute;de ao hospedeiro, associado com a modula&ccedil;&atilde;o da microbiota. Atuam 1) diretamente na microbiota ent&eacute;rica e\/ou 2) na parede intestinal, regulando sua homeostase.<\/li>\n<li>Simbi&oacute;ticos: s&atilde;o produtos elaborados a partir da associa&ccedil;&atilde;o entre probi&oacute;ticos e prebi&oacute;ticos de forma que ambos atuem de forma sin&eacute;rgica.<\/li>\n<li>Fitog&ecirc;nicos ou extratos de plantas: s&atilde;o compostos bioativos, derivados de plantas, que podem ser naturais ou sint&eacute;ticos. Fazem parte deste grupo um grande contingente de compostos que podem ter modos de a&ccedil;&atilde;o distintos entre si. De forma geral, eles atuam 1) diretamente em microrganismos patog&ecirc;nicos por suas propriedades antimicrobianas e\/ou estimulando microrganismos ben&eacute;ficos, 2) atrav&eacute;s de suas propriedades antioxidantes e antinflamat&oacute;rias, 3) por suas propriedades digestivas e\/ou 4) atuando na homeostase da parede intestinal.<\/li>\n<li>&Aacute;cidos Org&acirc;nicos: quimicamente, podem ser descritos como &aacute;cidos monocarbox&iacute;licos simples ou &aacute;cidos carbox&iacute;licos ligados a um grupo hidroxila. Al&eacute;m de estarem distribu&iacute;dos largamente na natureza, s&atilde;o produzidos na luz intestinal dos animais atrav&eacute;s da fermenta&ccedil;&atilde;o de carboidratos pela microbiota. Tem sua a&ccedil;&atilde;o predominantemente por 1) a&ccedil;&atilde;o direta antibacteriana e\/ou 2) de manuten&ccedil;&atilde;o da homeostase epitelial.<\/li>\n<li>Enzimas: s&atilde;o prote&iacute;nas biologicamente ativas que facilitam a quebra qu&iacute;mica de nutrientes em compostos menores, de mais f&aacute;cil digest&atilde;o e absor&ccedil;&atilde;o. Normalmente tratadas e discutidas sob o prisma da nutri&ccedil;&atilde;o animal, pois melhoram a digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes para o hospedeiro, tem sua a&ccedil;&atilde;o como modulador da microbiota, de forma indireta, baseada na redu&ccedil;&atilde;o da disponibilidade de nutrientes para a utiliza&ccedil;&atilde;o pelos microrganismos da luz intestinal.<\/li>\n<\/ul>\n<p>N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel estabelecer um programa padr&atilde;o e universal com esta finalidade. &Eacute; necess&aacute;rio avaliar os desafios de cada granja ou grupo de granjas na mesma regi&atilde;o ou integra&ccedil;&atilde;o a fim de estabelecer um programa personalizado. No entanto, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que, para um efetivo controle da diarreia p&oacute;s-desmame em um cen&aacute;rio sem a utiliza&ccedil;&atilde;o de ZnO terap&ecirc;utico, &eacute; necess&aacute;ria a elabora&ccedil;&atilde;o de um programa que englobe compostos representantes de dois ou mais grupos citados acima, al&eacute;m das a&ccedil;&otilde;es j&aacute; mencionadas de biosseguridade e n&atilde;o uso de antibi&oacute;ticos preventivos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Fica evidente que, apesar de n&atilde;o estarmos sujeitos imediatamente &agrave; retirada do ZnO terap&ecirc;utico da produ&ccedil;&atilde;o de su&iacute;nos no Brasil, temos uma oportunidade interessante de aprimorarmos ainda mais o sistema produtivo brasileiro sob o ponto de vista de biosseguridade e preven&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia de diarreias p&oacute;s-desmame e outras enfermidades ent&eacute;ricas, atuando nas causas prim&aacute;rias destes problemas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Ricardo Hummes Rauber, doutor em ci&ecirc;ncias veterin&aacute;rias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":406883,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[29,21201],"tags":[20604,10899,787,29471,31331,5226,29604,3165,312,1129,33152,15384,3960,4385,379,1370,6264,91,999,16273,32358,34553,9335,30998,33860,4002,34302,4829,33323,15385,7897,5402,1955,18191,17953,855,2318,18661,3784,1084,10675,248,10053,9196,15666,16716,11051,6386,18286,9461,29745,33558,33967,281,2948,3218,15652,3822,33509,11500,33178,14907,27480,4327,3932,17587,25190,17179,33572,18428,1689,908,12564,1270,29891,1738,943,500,2022,10553,10672,9073,5642,15667,12615],"class_list":["post-406884","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-destaques","tag-acao","tag-acoes","tag-animais","tag-aplicacao","tag-apresentacao","tag-artigo","tag-associacao","tag-atendimento","tag-brasil","tag-brasileiro","tag-cadeia-produtiva","tag-concentracao","tag-consumo","tag-controle","tag-crescimento","tag-cuidados","tag-culturas","tag-desafios","tag-desenvolvimento","tag-dieta","tag-dinamica","tag-e","tag-educacao","tag-entre-outros","tag-equipamentos","tag-estados","tag-estrategia","tag-estresse","tag-final","tag-foco","tag-fundo","tag-geral","tag-impacto","tag-instalacao","tag-integracao","tag-leite","tag-limpeza","tag-manutencao","tag-medicamentos","tag-medicina","tag-meio-ambiente","tag-mercado","tag-monitoramento","tag-natureza","tag-nutricao","tag-nutricao-animal","tag-oms","tag-oportunidade","tag-organizacao","tag-os","tag-pelo","tag-ponto","tag-praticas","tag-prazo","tag-presente","tag-presentes","tag-prevencao","tag-principais","tag-procedimentos","tag-producao","tag-producao-animal","tag-propriedades","tag-protecao","tag-qualidade","tag-recursos","tag-reducao","tag-respeito","tag-rio-grande-do-sul","tag-risco","tag-saude-animal","tag-social","tag-sucesso","tag-sul","tag-sustentabilidade","tag-tema","tag-terapia","tag-transporte","tag-tratamento","tag-troca","tag-uniao","tag-uniao-europeia","tag-universidade","tag-vacina","tag-vacinas","tag-vale","wpcat-29-id","wpcat-21201-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/406884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=406884"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/406884\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/406883"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=406884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=406884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=406884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}