{"id":403247,"date":"2023-11-16T12:49:39","date_gmt":"2023-11-16T12:49:39","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.ecompare.com.br\/noticias\/?p=403247"},"modified":"2023-11-16T17:13:49","modified_gmt":"2023-11-16T17:13:49","slug":"pacientes-com-epilepsia-resistente-a-medicamentos-aguardam-sus-disponibilizar-terapia-que-teve-sua-incorporacao-determinada-pelo-ministerio-da-saude-ha-cinco-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2023\/11\/pacientes-com-epilepsia-resistente-a-medicamentos-aguardam-sus-disponibilizar-terapia-que-teve-sua-incorporacao-determinada-pelo-ministerio-da-saude-ha-cinco-anos\/","title":{"rendered":"Pacientes com epilepsia resistente a medicamentos aguardam SUS disponibilizar terapia que teve sua incorpora\u00e7\u00e3o determinada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade h\u00e1 cinco anos"},"content":{"rendered":"<p>Pacientes brasileiros com epilepsia resistente a medicamentos aguardam h&aacute; cinco anos a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de uma terapia moderna e pouco invasiva para sua condi&ccedil;&atilde;o no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). Apesar de o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de ter decidido incorporar a terapia VNS (terapia de estimula&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica do nervo vago) &ndash; um tipo de marca-passo cerebral para pacientes com epilepsia resistente a medicamentos e sem indica&ccedil;&atilde;o para cirurgia ressectiva no SUS, em setembro de 2018, o produto ainda n&atilde;o se encontra dispon&iacute;vel no sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;&Eacute; triste ver essa situa&ccedil;&atilde;o. Pacientes t&ecirc;m que lutar na justi&ccedil;a por uma terapia que j&aacute; deveria estar dispon&iacute;vel h&aacute; muito tempo&rdquo;, afirma Maria Alice Mello Susemihl, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Epilepsia (ABE), uma organiza&ccedil;&atilde;o sem fins lucrativos que busca promover a melhora da qualidade de vida das pessoas com epilepsia. &ldquo;Estamos h&aacute; anos dialogando com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para resolvermos esse imbr&oacute;glio. Enviamos at&eacute; mesmo uma carta &agrave; Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o Especializada &agrave; Sa&uacute;de (SAES), pois vemos que a n&atilde;o incorpora&ccedil;&atilde;o da terapia ofende todos os profissionais que trabalharam analisando a necessidade da incorpora&ccedil;&atilde;o, os m&eacute;dicos e todas as pessoas que participaram da consulta p&uacute;blica, bem como o direito &agrave; sa&uacute;de de todos os brasileiros&rdquo;, ela completa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Acesso<\/p>\n<p>Daniel Braz &eacute; pai de Rafael, de 10 anos, que come&ccedil;ou a ter crises de convuls&atilde;o aos seis meses de idade, e dez meses depois foi diagnosticado com uma muta&ccedil;&atilde;o no gene SCN8A, que causa uma epilepsia de dif&iacute;cil controle. O menino chegava a convulsionar cerca de 50 vezes por dia. Buscando se informar sobre a rara condi&ccedil;&atilde;o do filho, Daniel encontrou um grupo de apoio de pais dos Estados Unidos por meio de uma rede social. Foi ali que ele ouviu falar pela primeira vez sobre a terapia VNS, por meio de testemunhos que mostravam uma s&eacute;rie de benef&iacute;cios nas condi&ccedil;&otilde;es das crian&ccedil;as que passaram pelo tratamento. Com a orienta&ccedil;&atilde;o de um neurologista e viabiliza&ccedil;&atilde;o parcial via conv&ecirc;nio, Rafael p&ocirc;de implantar aqui no Brasil a terapia VNS no final de 2015 e, alinhado ao tratamento medicamentoso prescrito, ele n&atilde;o teve mais convuls&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;N&oacute;s costumamos falar que o Rafa nasceu duas vezes. Celebramos duas datas, quando ele nasceu e quando as crises foram controladas&rdquo;, conta Daniel. &ldquo;Por isso, quando o paciente est&aacute; eleg&iacute;vel para a terapia VNS, se enquadrando em todos os crit&eacute;rios, essa terapia n&atilde;o deveria ser a &uacute;ltima alternativa da lista. Quanto mais cedo ocorrer o controle das crises, melhor. Por&eacute;m, infelizmente, hoje essa oportunidade &eacute; para poucos, porque &eacute; um investimento alto. O ideal era que isso j&aacute; estivesse dispon&iacute;vel no SUS, para que mais pacientes conseguissem ter acesso&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Ana Beatryz, de oito anos, tamb&eacute;m sofre com epilepsia de dif&iacute;cil controle, resistente a medicamentos, e tem indica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica para implantar a terapia VNS pelo SUS desde que obteve o diagn&oacute;stico, h&aacute; dois anos. No entanto, a m&atilde;e, Ana Luiza da Silva, aguarda at&eacute; hoje a menina ter acesso ao tratamento pelo sistema p&uacute;blico.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;A justi&ccedil;a autorizou, agora a outra parte respons&aacute;vel, o Estado, precisa comprar o equipamento, e ficam dando prazos que simplesmente n&atilde;o cumprem. J&aacute; recorri &agrave; defensoria p&uacute;blica v&aacute;rias vezes, mas a burocracia &eacute; muito grande e demora muito, mesmo tendo urg&ecirc;ncia no processo. Enquanto isso, minha filha teve uma piora significativa, vive dentro de casa, n&atilde;o consegue andar, brincar, n&atilde;o vai &agrave; escola, por conta das crises constantes e porque os rem&eacute;dios s&atilde;o fortes e causam muita sonol&ecirc;ncia. Se j&aacute; tiv&eacute;ssemos conseguido o acesso &agrave; terapia logo no come&ccedil;o, h&aacute; dois anos, imagine como a minha filha j&aacute; n&atilde;o estaria melhor agora?&rdquo;, denuncia a m&atilde;e. &ldquo;&Eacute; revoltante. A pr&oacute;pria Constitui&ccedil;&atilde;o diz que minha filha tem direito &agrave; sa&uacute;de, assim como qualquer cidad&atilde;o, mas na pr&aacute;tica, por que isso &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil? A cada vez que temos esperan&ccedil;a, ela &eacute; substitu&iacute;da pela sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia de n&atilde;o poder ajudar o pr&oacute;prio filho. Como n&atilde;o depende de mim, sinto-me de m&atilde;os atadas. A Beatryz sofre, e n&oacute;s que estamos do lado dela, sofremos junto&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Disponibilidade<\/p>\n<p>Para garantir a disponibiliza&ccedil;&atilde;o das tecnologias incorporadas no SUS, &eacute; estipulado um prazo de 180 dias para a efetiva&ccedil;&atilde;o de sua oferta &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira a partir da publica&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU). No caso da terapia VNS, a publica&ccedil;&atilde;o no DOU ocorreu em 12 de setembro de 2018. &ldquo;Os 180 dias venceram dia 12 de mar&ccedil;o de 2019, mas hoje milhares de pacientes com epilepsia resistentes a medicamentos continuam sofrendo convuls&otilde;es e hospitaliza&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias&rdquo;, afirma Maria Alice. Em uma troca de emails questionando o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pela demora na disponibiliza&ccedil;&atilde;o da terapia VNS, ainda em 2021, recebeu a resposta de que o Minist&eacute;rio est&aacute; trabalhando no processo de atualiza&ccedil;&atilde;o do Protocolo Cl&iacute;nico e Diretrizes Terap&ecirc;uticas da Epilepsia (PCDT) para a inclus&atilde;o da terapia. &ldquo;Este prazo de seis meses ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o no DOU existe exatamente para isso, para que o SUS possa se preparar para esta incorpora&ccedil;&atilde;o. Todo o processo de aprova&ccedil;&atilde;o foi seguido &agrave; risca, com consulta p&uacute;blica, avalia&ccedil;&atilde;o custo benef&iacute;cio e tudo. Para que serve este processo de aprova&ccedil;&atilde;o, se ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; incorpora&ccedil;&atilde;o? Se o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de n&atilde;o segue suas pr&oacute;prias determina&ccedil;&otilde;es, os pacientes devem recorrer a quem?&rdquo;, questiona Maria Alice.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Em 2023, foi realizada uma nova tentativa de contato em 14 de agosto com a Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Aten&ccedil;&atilde;o Especializada (CGAE), que comp&otilde;e um departamento da SAES. Dez dias depois, a ABE recebeu um email dizendo que a equipe estava elaborando a resposta. At&eacute; o momento, n&atilde;o houve nenhuma outra atualiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Epilepsia<\/p>\n<p>A epilepsia &eacute; uma doen&ccedil;a neurol&oacute;gica que afeta aproximadamente 50 milh&otilde;es de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), o que a posiciona como uma das doen&ccedil;as neurol&oacute;gicas cr&ocirc;nicas mais comuns no planeta. No Brasil, as estimativas variam de 2 a 3 milh&otilde;es de pessoas. Ela &eacute; caracterizada pela predisposi&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro em gerar as chamadas crises epil&eacute;pticas, definidas por sua vez como a ocorr&ecirc;ncia transit&oacute;ria de sinais e\/ou sintomas devido a uma atividade neuronal s&iacute;ncrona ou excessiva no c&eacute;rebro.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O tratamento da epilepsia &eacute; feito com uso de medicamentos e, quando bem indicados, aproximadamente 70% das pessoas t&ecirc;m as suas crises completamente controladas. Para os refrat&aacute;rios existem algumas possibilidades como a dieta cetog&ecirc;nica, cirurgia ressectiva (quando poss&iacute;vel) e terapia VNS para aqueles que n&atilde;o s&atilde;o candidatos cir&uacute;rgicos &ndash; m&eacute;todo que infelizmente pacientes do SUS continuam sem acesso, continuando a sofrer com os impactos das convuls&otilde;es.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Pessoas com epilepsia refrat&aacute;ria, resistentes ao tratamento medicamentoso, t&ecirc;m grande impacto em suas vidas, seja na escola, trabalho, conv&iacute;vio social. Tamb&eacute;m apresentam maior risco de traumas, queimaduras, necessitam de tratamentos m&eacute;dicos frequentes, exames e at&eacute; avalia&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia no pronto-socorro. Por fim, tamb&eacute;m apresentam maior risco de morte, n&atilde;o apenas pelas les&otilde;es que podem sofrer mas tamb&eacute;m devido a crises prolongadas, estado de mal epil&eacute;ptico e morte s&uacute;bita&rdquo;, explica a Dra. Carmen Lisa Jorge, m&eacute;dica neurologista do Hospital das Cl&iacute;nicas de <a class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"cmtt_f40c12796f09aa4446e394ffc30a74f5\"  href=\"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/glossary\/sao-paulo\/\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>S&atilde;o Paulo<\/a>. Para muitos destes casos, a neuromodula&ccedil;&atilde;o seria uma op&ccedil;&atilde;o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;A neuromodula&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do implante de estimulador do nervo vago (terapia VNS) &eacute; um tratamento aprovado h&aacute; muito tempo. Nos Estados Unidos isso aconteceu em 1997 e no Brasil em 2000. Trata-se de uma op&ccedil;&atilde;o segura e eficaz, que leva &agrave; redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia e intensidade das crises, al&eacute;m de outros ganhos, como melhora na recupera&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s crise e at&eacute; mesmo no humor e comportamento. A melhora acontece de forma gradual ap&oacute;s in&iacute;cio da estimula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma Dra. Carmen. &ldquo;Aguardamos h&aacute; muito tempo a disponibiliza&ccedil;&atilde;o desta alternativa no SUS, porque, para muitos dos nossos pacientes, outras alternativas j&aacute; foram esgotadas, e essa terapia poder&aacute; melhorar sua qualidade de vida&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Informa&ccedil;&otilde;es Adicionais:<\/p>\n<p>Terapia VNS &ndash; Como funciona:<\/p>\n<p>A Terapia VNS usa um gerador, um pequeno aparelho m&eacute;dico como um marca-passo, que atrav&eacute;s de um condutor envia impulsos el&eacute;tricos ao eletrodo ligado ao nervo vago esquerdo situado no pesco&ccedil;o, que por sua vez envia impulsos para o c&eacute;rebro, ajudando a prevenir as altera&ccedil;&otilde;es el&eacute;tricas que causam as crises. O nervo vago &eacute; um grande elo de comunica&ccedil;&atilde;o entre o corpo e o c&eacute;rebro, respons&aacute;vel por enviar impulsos &agrave;s partes do c&eacute;rebro.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Procedimento de implante da Terapia VNS:<\/p>\n<p>&bull; O procedimento da Terapia VNS n&atilde;o envolve cirurgia cerebral.<br>\n&bull; A cirurgia &eacute; geralmente realizada sob anestesia geral, o que pode requerer uma curta estadia no hospital.<br>\n&bull; Atrav&eacute;s de um pequeno corte o gerador de pulso &eacute; implantado sob a pele abaixo da clav&iacute;cula esquerda ou pr&oacute;ximo da axila esquerda.<br>\n&bull; Um segundo pequeno corte &eacute; feito no pesco&ccedil;o para fixar dois pequenos eletrodos ao nervo vago esquerdo. Os eletrodos s&atilde;o ligados ao gerador por um condutor que fica embaixo da pele.<br>\n&bull; Ap&oacute;s a cirurgia, al&eacute;m das duas pequenas cicatrizes devido &agrave;s incis&otilde;es, quase n&atilde;o se pode notar o gerador que apresenta apenas uma leve eleva&ccedil;&atilde;o na pele do peito onde foi implantado.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Al&eacute;m dos est&iacute;mulos programados que o aparelho realiza, &eacute; fornecido um &iacute;m&atilde; aos pacientes, o qual permite aos pacientes ou cuidadores realizarem ativa&ccedil;&atilde;o do aparelho no momento que percebem o in&iacute;cio de uma crise. Por meio da estimula&ccedil;&atilde;o adicional realizada &eacute; poss&iacute;vel parar ou diminuir a gravidade das crises epil&eacute;pticas. A estimula&ccedil;&atilde;o na hora da crise &eacute; um benef&iacute;cio adicional da terapia de estimula&ccedil;&atilde;o do nervo vago, com objetivo de dar mais qualidade de vida aos pacientes e suas fam&iacute;lias.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pacientes brasileiros com epilepsia resistente a medicamentos aguardam h&aacute; cinco anos a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de uma terapia&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":403246,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,7],"tags":[29322,175,142,29604,29487,312,52,296,17114,2446,4412,1117,4385,12061,5105,16273,349,12127,19870,34254,34382,7498,361,1422,24297,613,4002,9643,6023,33323,5402,494,1955,29318,2577,9452,27844,433,3784,34289,10749,3767,202,11051,6386,18286,9461,6907,498,16345,18659,29745,48,27822,11062,281,33452,7342,4617,649,4327,16212,28390,17587,9883,33572,9626,12804,5753,1689,12769,127,1480,1738,34253,3525,500,2022,10553,29915,33829],"class_list":["post-403247","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-sde","tag-10-anos","tag-acontece","tag-apoio","tag-associacao","tag-atencao","tag-brasil","tag-brasileira","tag-brasileiros","tag-casa","tag-cirurgia","tag-comportamento","tag-conta","tag-controle","tag-criancas","tag-crise","tag-dieta","tag-direito","tag-doencas","tag-emergencia","tag-epilepsia","tag-epilepsia-resistente","tag-equipamento","tag-equipe","tag-escola","tag-esperanca","tag-estado","tag-estados","tag-estados-unidos","tag-exames","tag-final","tag-geral","tag-hospital","tag-impacto","tag-inclusao","tag-investimento","tag-justica","tag-mae","tag-marca","tag-medicamentos","tag-medicos","tag-ministerio-da-saude","tag-morte","tag-mundo","tag-oms","tag-oportunidade","tag-organizacao","tag-os","tag-paciente","tag-pacientes","tag-pais","tag-pele","tag-pelo","tag-pessoas","tag-planeta","tag-populacao","tag-prazo","tag-prazos","tag-presidente","tag-produto","tag-profissionais","tag-qualidade","tag-qualidade-de-vida","tag-recuperacao","tag-reducao","tag-resposta","tag-risco","tag-sao-paulo","tag-secretaria","tag-sintomas","tag-social","tag-sus","tag-tecnologias","tag-tempo","tag-terapia","tag-terapia-vns","tag-trabalho","tag-tratamento","tag-troca","tag-uniao","tag-vida","tag-vidas","wpcat-21201-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/403247","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=403247"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/403247\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=403247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=403247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=403247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}