{"id":349550,"date":"2022-05-09T20:13:33","date_gmt":"2022-05-09T20:13:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.centralpress.com.br\/?p=21079"},"modified":"2022-05-09T20:13:33","modified_gmt":"2022-05-09T20:13:33","slug":"mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista\/","title":{"rendered":"Mitos e verdades sobre burnout, s\u00edndrome que passou a ser considerada doen\u00e7a trabalhista"},"content":{"rendered":"<p> <span class=\"label-rel bg-azul cor-branco\">Educa&ccedil;&atilde;o<\/span> <\/p>\n<p class=\"data\">Postado no dia: 09 maio 2022 <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=75&amp;resize=75&amp;ssl=1 75w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=100&amp;resize=100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=150&amp;resize=150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=240&amp;resize=240&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=320&amp;resize=320&amp;ssl=1 320w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=500&amp;resize=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=640&amp;resize=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=800&amp;resize=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=1024&amp;resize=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=1280&amp;resize=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1&amp;w=1600&amp;resize=1600&amp;ssl=1 1600w\" width=\"700\" height=\"450\" fifu-data-src=\"https:\/\/i0.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mitos-e-verdades-sobre-burnout-sindrome-que-passou-a-ser-considerada-doenca-trabalhista.jpg?ssl=1\" class=\"full wp-post-image\" alt\/> <\/p>\n<p>&ldquo;<em>Karoshi<\/em>&rdquo; &eacute; uma palavra japonesa que significa, literalmente, &ldquo;morrer de tanto trabalhar&rdquo;. Em um pa&iacute;s que valoriza a disciplina irrestrita e a dedica&ccedil;&atilde;o total ao trabalho, o termo tornou-se muito comum nos &uacute;ltimos anos, preocupando autoridades e profissionais de sa&uacute;de. Para os padr&otilde;es brasileiros,&nbsp;<em>karoshi&nbsp;<\/em>pode parecer um conceito extremo, mas, segundo a Internacional Stress Management Association (ISMA-BR), o pa&iacute;s apareceu em segundo lugar em n&uacute;mero de trabalhadores que desenvolvem s&iacute;ndrome de&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;&ndash; caracterizada pelo excesso de estresse provocado pelo trabalho.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Recentemente, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) incluiu a s&iacute;ndrome na lista de doen&ccedil;as ocupacionais do &oacute;rg&atilde;o. Isso significa que, se diagnosticados com o problema, os profissionais brasileiros podem ter acesso a uma s&eacute;rie de benef&iacute;cios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com a psic&oacute;loga e professora do curso de Psicologia da Universidade Positivo (UP), Janete Knapik, a doen&ccedil;a &ldquo;&eacute; um estresse laboral cr&ocirc;nico integrado por atitudes e sentimentos negativos que trazem sofrimento ps&iacute;quico, reduz muito a qualidade de vida e dificulta a mobiliza&ccedil;&atilde;o de recursos internos em busca de um reequil&iacute;brio f&iacute;sico e emocional&rdquo;. Ela esclarece as principais d&uacute;vidas sobre o&nbsp;<em>burnout<\/em>.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>A s&iacute;ndrome de&nbsp;<\/strong><strong><em>burnout<\/em><\/strong><strong>&nbsp;sempre se manifesta de uma vez s&oacute;, em um surto emocional<\/strong><\/p>\n<p>Por ser uma s&iacute;ndrome, o&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;envolve um conjunto de sintomas que, combinados, s&atilde;o considerados uma doen&ccedil;a. &ldquo;Ele &eacute; o resultado de um processo de adoecimento que passa por quatro est&aacute;gios. Primeiro, vem uma fase positiva do estresse que nos traz motiva&ccedil;&atilde;o; a segunda &eacute; o distresse, uma fase j&aacute; negativa, em que n&atilde;o conseguimos dar conta de todas as press&otilde;es e demandas de trabalho; a terceira &eacute; a quase exaust&atilde;o, per&iacute;odo cr&iacute;tico, com muito sintomas f&iacute;sicos e emocionais; por fim, vem a exaust&atilde;o, que &eacute; o&nbsp;<em>burnout<\/em>&rdquo;, detalha.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>&Eacute; poss&iacute;vel prevenir a s&iacute;ndrome de&nbsp;<\/strong><strong><em>burnout<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Um bom ambiente de trabalho, tempo de sono de qualidade, alimenta&ccedil;&atilde;o equilibrada e acompanhamento emocional s&atilde;o todos fatores que influenciam o desenvolvimento ou n&atilde;o da s&iacute;ndrome. Ela &eacute; uma doen&ccedil;a totalmente pass&iacute;vel de ser prevenida, mas a abordagem precisa ser multidisciplinar. Outro ponto importante &eacute; a necessidade de uma rede de apoio formada por amigos e familiares, al&eacute;m de um acompanhamento profissional com terapia.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>O&nbsp;<\/strong><strong><em>burnout<\/em><\/strong><strong>&nbsp;&eacute; uma doen&ccedil;a moderna, que s&oacute; atinge as novas gera&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p>Assim como acontece com muitas doen&ccedil;as da sociedade contempor&acirc;nea, principalmente no tocante &agrave; sa&uacute;de mental, a s&iacute;ndrome de&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;n&atilde;o &eacute; uma exclusividade dos dias atuais. &ldquo;Esse &eacute; um mito, porque o&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;&eacute; um est&aacute;gio avan&ccedil;ado de uma rotina prolongada de exposi&ccedil;&atilde;o a fatores estressantes no trabalho. Isso leva a um n&iacute;vel cr&iacute;tico de estresse, caracterizado por esgotamento emocional. Tudo isso sempre aconteceu&rdquo;, afirma Janete.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Provavelmente houve, no passado, muitos trabalhadores que padeceram desses mesmos sintomas, sem, no entanto, receberem um diagn&oacute;stico oficial. O que diferencia os profissionais de hoje daqueles que tiveram&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;no passado &eacute;, justamente, o avan&ccedil;o da Psicologia e o olhar mais cuidadoso que se desenvolveu sobre esse tipo de problema.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong><em>Burnout<\/em><\/strong><strong>&nbsp;e depress&atilde;o s&atilde;o a mesma coisa<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; fato que muitos profissionais com s&iacute;ndrome de&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;experimentam, entre os sintomas da doen&ccedil;a, a depress&atilde;o. Entretanto, o&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;e a depress&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o iguais &ndash; e pode at&eacute; mesmo haver pessoas com&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;que n&atilde;o t&ecirc;m nada parecido com depress&atilde;o. Como mencionado, &eacute; preciso mais de um sintoma para caracterizar a s&iacute;ndrome.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>A s&iacute;ndrome s&oacute; pode ser tratada com medica&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Entre as formas de ajudar quem sofre de&nbsp;<em>burnout<\/em>&nbsp;est&aacute; o uso de medicamentos. Alguns casos, de fato, n&atilde;o podem ser tratados sem interven&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e uso de f&aacute;rmacos. Mas &eacute; preciso mais que apenas isso para dar conta do problema. Como &eacute; uma doen&ccedil;a de causa multifatorial, tamb&eacute;m o tratamento precisa observar esses m&uacute;ltiplos fatores.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Para resolver &eacute; s&oacute; trabalhar menos<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; claro que quem est&aacute; doente de tanto trabalhar precisa reduzir o n&uacute;mero de horas dedicadas ao trabalho, mas essa carga hor&aacute;ria &eacute; somente um dos pontos que precisam ser revistos. &ldquo;O quadro &eacute; caracterizado por labilidade emocional, baixa autoestima, depress&atilde;o, desconfian&ccedil;a e paranoia. &Eacute; um quadro que exige acompanhamento psicol&oacute;gico e m&eacute;dico com ado&ccedil;&atilde;o de tratamento medicamentoso&rdquo;, destaca a professora.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Alguns dos outros pontos s&atilde;o o ambiente de trabalho, que deve ser saud&aacute;vel; a cultura da empresa, que deve incluir um cuidado emocional com os colaboradores; psicoterapia; mudan&ccedil;as na alimenta&ccedil;&atilde;o e no padr&atilde;o de sono; atividade f&iacute;sica; e busca por tempo ocioso de qualidade, seja para descansar, seja para atividades que d&atilde;o prazer ao paciente.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>H&aacute; pessoas que s&atilde;o imunes ao&nbsp;<\/strong><strong><em>burnout<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ningu&eacute;m &eacute; imune ao&nbsp;<em>burnout<\/em>, ainda que seja perfeitamente poss&iacute;vel evit&aacute;-lo, tomando alguns cuidados.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Para se livrar do&nbsp;<\/strong><strong><em>burnout<\/em><\/strong><strong>, basta trocar de emprego ou carreira<\/strong><\/p>\n<p>Embora seja uma atitude muito comum de uns anos para c&aacute;, trocar de carreira ou de empresa pode n&atilde;o solucionar o problema do&nbsp;<em>burnout&nbsp;<\/em>&ndash; apenas mud&aacute;-lo de lugar. O importante &eacute; entender todos os fatores que desencadeiam a s&iacute;ndrome e agir em cada um deles &ndash; e n&atilde;o em um ou dois, isoladamente. A dica da psic&oacute;loga &eacute; atuar dos mais f&aacute;ceis e menos traum&aacute;ticos aos mais dif&iacute;ceis.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Por exemplo, corrigir as horas de sono pode parecer bobeira, mas faz uma grande diferen&ccedil;a no resultado final. &ldquo;Rever a alimenta&ccedil;&atilde;o, reduzir o consumo de bebidas alco&oacute;licas e incluir alguns minutos de atividades f&iacute;sicas e de lazer ao seu dia pode evitar que tenha que mudar de emprego ou de carreira. At&eacute; porque nenhuma profiss&atilde;o ou empresa &eacute; 100% satisfat&oacute;ria&rdquo;, garante Janete. Ela acrescenta que cuidar das emo&ccedil;&otilde;es e incluir na rotina atividades prazerosas s&atilde;o outras atitudes fundamentais. &ldquo;Quando o ambiente de trabalho &eacute; realmente t&oacute;xico ou desrespeitoso, a&iacute;, sim, mudar de emprego pode ajudar&rdquo;, finaliza.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Sobre a Universidade Positivo<\/strong><\/p>\n<p><em>A Universidade Positivo &eacute; refer&ecirc;ncia em ensino superior entre as IES do estado do Paran&aacute; e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laborat&oacute;rios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m&sup2; de &aacute;rea verde<\/em>&nbsp;<em>no c&acirc;mpus sede, a Universidade Positivo &eacute; reconhecida pela experi&ecirc;ncia educacional de mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas. A institui&ccedil;&atilde;o conta com tr&ecirc;s unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Gradua&ccedil;&atilde;o, centenas de programas de especializa&ccedil;&atilde;o e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, al&eacute;m de cursos de educa&ccedil;&atilde;o continuada, programas de extens&atilde;o e parcerias internacionais para interc&acirc;mbios, cursos e visitas. Al&eacute;m disso, tem sete cl&iacute;nicas de atendimento gratuito &agrave; comunidade, que totalizam mais de 3.500m&sup2;. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 institui&ccedil;&otilde;es mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde mar&ccedil;o de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informa&ccedil;&otilde;es em&nbsp;<\/em><a href=\"https:\/\/universidade.up.edu.br\/\"><em>up.edu.br\/<\/em><\/a>e<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Educa&ccedil;&atilde;o Postado no dia: 09 maio 2022 &ldquo;Karoshi&rdquo; &eacute; uma palavra japonesa que significa, literalmente, &ldquo;morrer&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":349551,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,14,14418,7],"tags":[9335,1731],"class_list":["post-349550","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-edu","category-noticias","category-sde","tag-educacao","tag-saude","wpcat-21201-id","wpcat-14-id","wpcat-14418-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=349550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349550\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=349550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=349550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=349550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}