{"id":349417,"date":"2022-05-04T20:48:30","date_gmt":"2022-05-04T20:48:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.centralpress.com.br\/?p=21045"},"modified":"2022-05-04T20:48:30","modified_gmt":"2022-05-04T20:48:30","slug":"maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro\/","title":{"rendered":"Maio Roxo: o que p\u00f4r \u00e0 mesa e o que evitar para a sa\u00fade da flora do \u201csegundo c\u00e9rebro\u201d"},"content":{"rendered":"<p> <span class=\"label-rel bg-azul cor-branco\">Sa&uacute;de<\/span> <\/p>\n<p class=\"data\">Postado no dia: 04 maio 2022 <\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=75&amp;resize=75&amp;ssl=1 75w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=100&amp;resize=100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=150&amp;resize=150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=240&amp;resize=240&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=320&amp;resize=320&amp;ssl=1 320w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=500&amp;resize=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=640&amp;resize=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=800&amp;resize=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=1024&amp;resize=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=1280&amp;resize=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1&amp;w=1600&amp;resize=1600&amp;ssl=1 1600w\" width=\"700\" height=\"450\" fifu-data-src=\"https:\/\/i2.wp.com\/redepress.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/maio-roxo-o-que-por-a-mesa-e-o-que-evitar-para-a-saude-da-flora-do-segundo-cerebro.jpg?ssl=1\" class=\"full wp-post-image\" alt\/> <\/p>\n<p class=\"subtitulo\"><em>No M&ecirc;s da Conscientiza&ccedil;&atilde;o das Doen&ccedil;as Inflamat&oacute;rias Intestinais, especialistas alertam para a import&acirc;ncia de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel para o sistema gastrointestinal<\/em><\/p>\n<p>Para&nbsp;<em>colorir&nbsp;<\/em>o m&ecirc;s de&nbsp;<span class=\"il\">maio<\/span>&nbsp;e marcar o&nbsp;<em>World IBD Day<\/em>&nbsp;(Dia Mundial da Doen&ccedil;a Inflamat&oacute;ria Intestinal, celebrado em 19 de&nbsp;<span class=\"il\">maio<\/span>), a campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o&nbsp;<span class=\"il\">Maio<\/span>&nbsp;<span class=\"il\">Roxo<\/span>, encabe&ccedil;ada pelas Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Colite Ulcerativa e Doen&ccedil;a de Crohn (ABCD), e Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Grupo de Estudos da Doen&ccedil;a Inflamat&oacute;ria Intestinal do Brasil (GEDIIB), visa conscientizar e alertar a sociedade para import&acirc;ncia de diagn&oacute;stico precoce e tratamento dessas doen&ccedil;as. Segundo dados da SBCP, as doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias intestinais (DII) atingem mais de 5 milh&otilde;es de pessoas em todo o mundo e a incid&ecirc;ncia m&eacute;dia fica em torno de 7 para cada 100 mil habitantes, constatando progressivo aumento na ocorr&ecirc;ncia de novos casos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>As DII s&atilde;o divididas em dois subtipos: colite ulcerativa com acometimento, principalmente do c&oacute;lon, e Doen&ccedil;a de Crohn, que pode afetar qualquer regi&atilde;o do trato gastrointestinal. As pessoas comumente s&atilde;o acometidas por esses males no in&iacute;cio da idade adulta, mas &eacute; poss&iacute;vel ocorrer em qualquer fase da vida. Nos &uacute;ltimos anos, a preval&ecirc;ncia tem aumentado, atingindo desde crian&ccedil;as at&eacute; idosos. A causa &eacute; multifatorial e engloba fatores gen&eacute;ticos e ambientais, como o estilo de vida ocidentalizado, incluindo padr&atilde;o alimentar caracterizado pelo alto consumo de prote&iacute;nas e gorduras saturadas e baixa ingest&atilde;o de vegetais, frutas e fibras que favorecem o ambiente pr&oacute;-inflamat&oacute;rio, al&eacute;m de fatores como urbanismo, melhoria da higiene, aumento do uso de antibi&oacute;ticos e ingest&atilde;o de anticoncepcionais orais. Todas essas condi&ccedil;&otilde;es interferem na microbiota do corpo como um todo, afetando as defesas naturais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Eixo C&eacute;rebro-Intestino<\/strong><\/p>\n<p>A regra &eacute; clara: quem nunca sentiu dor de barriga em momentos de ansiedade ou estresse? N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia, visto que o c&eacute;rebro e o sistema digestivo est&atilde;o estritamente interligados.&nbsp;No intestino, est&atilde;o presentes bact&eacute;rias que comp&otilde;em a &ldquo;microbiota intestinal&rdquo;. Os tipos e as quantidades desses microrganismos s&atilde;o influenciados pelo padr&atilde;o alimentar, visto que os produtos da digest&atilde;o interagem com essas bact&eacute;rias, fazendo com que produzam subst&acirc;ncias que interferem em vias sist&ecirc;micas do corpo, inclusive as relacionadas &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es cerebrais, como &eacute; o caso do triptofano. O triptofano, por sua vez, &eacute; o amino&aacute;cido precursor da serotonina, ou seja, &eacute; necess&aacute;rio para que tenha a forma&ccedil;&atilde;o e a libera&ccedil;&atilde;o desse horm&ocirc;nio, o qual est&aacute; relacionado com o bem-estar. Por isso, as emo&ccedil;&otilde;es influenciam na sensa&ccedil;&atilde;o geral de prazer, bem como a alimenta&ccedil;&atilde;o impacta a sa&uacute;de cerebral.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Alimentando as boas bact&eacute;rias intestinais: o que p&ocirc;r &agrave; mesa&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>A alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, tanto do ponto de vista qualitativo quanto do ponto de vista quantitativo, auxilia na preven&ccedil;&atilde;o e no tratamento das DII. A analista de P&amp;D da Jasmine Alimentos, Erika Rodrigues explica que devemos priorizar a tradicional&nbsp;<em>comida de verdade<\/em>. &ldquo;A base dessa alimenta&ccedil;&atilde;o deve conter verduras, como folhas em geral, alface, r&uacute;cula, agri&atilde;o, legumes como, por exemplo, abobrinha, br&oacute;colis e couve-flor e frutas. As oleaginosas como, por exemplo, castanhas-do-par&aacute;, castanha de caju e am&ecirc;ndoa tamb&eacute;m s&atilde;o muito importantes. As sementes de ab&oacute;bora, de gergelim, de linha&ccedil;a e os gr&atilde;os e cereais integrais como arroz integral, quinoa, aveia s&atilde;o indispens&aacute;veis. As leguminosas, ou seja, feij&atilde;o, lentilha e ervilha e as fontes de prote&iacute;nas com quantidades menores de gorduras saturadas, como peixes e ovos complementam o que chamamos de&nbsp;<em>comida de verdade<\/em>&rdquo;, diz.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Essa base de alimenta&ccedil;&atilde;o possui nutrientes e compostos bioativos que atuam diretamente na inativa&ccedil;&atilde;o de vias pr&oacute;-inflamat&oacute;rias, assim como na redu&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias relacionadas &agrave; inflama&ccedil;&atilde;o, contribuindo para o controle da dor, cicatriza&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o da mucosa. Ainda, atuam como pr&eacute; e probi&oacute;ticos, proporcionando e preservando uma microbiota saud&aacute;vel, ou seja, crescimento e desenvolvimento de bact&eacute;rias ben&eacute;ficas para a sa&uacute;de intestinal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outro nutriente relevante &eacute; a fibra, visto que a ingest&atilde;o adequada deste nutriente colabora com a redu&ccedil;&atilde;o do risco das DII a longo prazo. Esse nutriente est&aacute; presente em frutas, verduras, legumes, leguminosas, gr&atilde;os e cereais integrais, al&eacute;m de sementes de linha&ccedil;a e de chia.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&ldquo;Em rela&ccedil;&atilde;o aos compostos bioativos, sabe-se que o polifenol e suas classes flavon&oacute;ides, estilbenos, &aacute;cidos fen&oacute;licos e lignanas t&ecirc;m propriedades anti-inflamat&oacute;rias e podem reduzir o estresse oxidativo decorrente de patologias, podendo contribuir para a melhoria dos sintomas das doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias intestinais. Em outras palavras, priorize o consumo de vegetais e frutas como cebola, br&oacute;colis, alho e frutas vermelhas que possuem a&ccedil;&atilde;o antioxidante e efeitos anti-inflamat&oacute;rios&rdquo;, detalha a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Por fim, cabe ressaltar que os alimentos de colora&ccedil;&atilde;o vermelha e roxa como uva, morango, framboesa, mirtilo, a&ccedil;a&iacute;,&nbsp;<em>goji berry<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>cranberry<\/em>&nbsp;tamb&eacute;m t&ecirc;m propriedades anti-inflamat&oacute;rias e antioxidantes. &ldquo;Uma dica imprescind&iacute;vel &eacute; o consumo do a&ccedil;afr&atilde;o, tamb&eacute;m conhecido como c&uacute;rcuma. Seu uso di&aacute;rio foi relacionado com a remiss&atilde;o cl&iacute;nica da colite em pacientes que mantiveram o tratamento medicamentoso indicado para o quadro&rdquo;, explica Adriana.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>O que n&atilde;o comer para o intestino inflamado<\/strong><\/p>\n<p>O &ocirc;mega-6 &eacute; a fam&iacute;lia de &aacute;cidos graxos que, ao contr&aacute;rio do &ocirc;mega-3, possui a&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-inflamat&oacute;ria quando ingerido em quantidades elevadas, estando presentes em &oacute;leos vegetais e margarina. Segundo estudos, o risco de desenvolver colite ulcerativa &eacute; duas vezes maior em pacientes com alta ingest&atilde;o de &ocirc;mega-6.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Ainda, a sucralose, sacarina, aspartame, ciclamato e outros ado&ccedil;antes artificiais podem aumentar o risco de DII. Da mesma forma, emulsificantes tamb&eacute;m podem aumentar o risco de desenvolvimento de colite devido &agrave; altera&ccedil;&atilde;o da microbiota e da mucosa intestinal, com poss&iacute;vel supercrescimento de&nbsp;<em>Escherichia coli<\/em>&nbsp;e proteobact&eacute;rias, que, consequentemente, aumentam a inflama&ccedil;&atilde;o e danos intestinais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>SOS: fase de ativa&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Quando o portador de DII estiver com a doen&ccedil;a ativa, deve-se pensar em quais s&atilde;o os sintomas predominantes para que a dieta seja ajustada de forma a contribuir com a diminui&ccedil;&atilde;o dos mesmos. De modo geral, o racioc&iacute;nio &eacute; pensar nos alimentos que t&ecirc;m f&aacute;cil digestibilidade para n&atilde;o demandar tanto do trato gastrointestinal, considerando que j&aacute; est&aacute; consideravelmente inflamado em decorr&ecirc;ncia da doen&ccedil;a. Pensando nisso, alguns alimentos, apesar de serem saud&aacute;veis, podem ser reduzidos por um per&iacute;odo at&eacute; o restabelecimento da homeostase intestinal&rdquo;, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Os alimentos ferment&aacute;veis, oligo, di, monossacar&iacute;deos e poli&oacute;is possuem carboidratos de cadeia curta que s&atilde;o mal absorvidos e podem desencadear incha&ccedil;o abdominal, dor, flatul&ecirc;ncia e diarreia. Esses alimentos s&atilde;o: cebola, alho, ervilha, beterraba, couve, milho, couve-flor, ma&ccedil;&atilde;, pera, manga, melancia, p&ecirc;ssego, ameixa, abacate, leite de vaca, queijo fresco, ricota, feij&atilde;o, gr&atilde;o-de-bico, soja, trigo, centeio, castanha de caju, pistache e industrializados com xarope de milho, glicose, sacarose e poli&oacute;is (xilitol, manitol e sorbitol). Estudos apontam que 50% das pessoas que tiveram redu&ccedil;&atilde;o do consumo desse grupo de alimentos apresentaram melhora dos sintomas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong><em>Sobre a Jasmine Alimentos<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A Jasmine Alimentos &eacute; uma empresa refer&ecirc;ncia em alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel. Com produtos categorizados em org&acirc;nicos, zero a&ccedil;&uacute;car, integrais e sem gl&uacute;ten, a marca visa atingir o p&uacute;blico que busca alimentos saud&aacute;veis de verdade e qualidade de vida. A opera&ccedil;&atilde;o da Jasmine come&ccedil;ou de forma artesanal h&aacute; 30 anos, no Paran&aacute;. A Jasmine est&aacute; consolidada em todo Brasil e ampliando sua atua&ccedil;&atilde;o para a Am&eacute;rica Latina. Desde 2014, a marca pertence ao grupo franc&ecirc;s Nutrition et Sant&eacute;, detentor de outras marcas l&iacute;deres no segmento saud&aacute;vel na Europa. Mais informa&ccedil;&otilde;es:<\/em><a href=\"http:\/\/www.jasminealimentos.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.jasminealimentos.com\/&amp;source=gmail&amp;ust=1651780180172000&amp;usg=AOvVaw2Etko_Kl26vhvm3EGuL3zg\">&nbsp;<em>www.jasminealimentos.com<\/em><\/a><em>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sa&uacute;de Postado no dia: 04 maio 2022 No M&ecirc;s da Conscientiza&ccedil;&atilde;o das Doen&ccedil;as Inflamat&oacute;rias Intestinais, especialistas&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":349418,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,14418,7],"tags":[28684,1731],"class_list":["post-349417","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-noticias","category-sde","tag-jasmine-alimentos","tag-saude","wpcat-21201-id","wpcat-14418-id","wpcat-7-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349417","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=349417"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349417\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=349417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=349417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=349417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}