{"id":337746,"date":"2022-03-11T17:27:31","date_gmt":"2022-03-11T17:27:31","guid":{"rendered":"https:\/\/redepress.ecompare.com.br\/noticias\/?p=337746"},"modified":"2022-03-12T03:11:57","modified_gmt":"2022-03-12T03:11:57","slug":"formula-para-transformacao-de-empresas-e-integracao-de-startups","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/2022\/03\/formula-para-transformacao-de-empresas-e-integracao-de-startups\/","title":{"rendered":"F\u00f3rmula para transforma\u00e7\u00e3o de empresas e integra\u00e7\u00e3o de startups"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>Estevao Seccatto*<\/i><\/p>\n<div>\n<p>J&aacute; inicio dizendo que esta &eacute; uma das f&oacute;rmulas existentes para transforma&ccedil;&atilde;o empresarial e aquisi&ccedil;&atilde;o\/ integra&ccedil;&atilde;o de startups a incumbentes, uma dica aos leitores que s&atilde;o gestores de empresas, ou que s&atilde;o gestores de recursos (<em>private ou public equities<\/em>), para que acompanhem se a lideran&ccedil;a das empresas dos seus portf&oacute;lios est&aacute; praticando esse tipo (ou algum tipo estruturado) de abordagem para transforma&ccedil;&otilde;es. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; combinar esfor&ccedil;os diferentes, mas acontecendo em paralelo, como veremos adiante. No contexto atual, n&atilde;o h&aacute; mais a linearidade do come&ccedil;o, meio e fim. Empresas devem estar preparadas para avan&ccedil;ar e recuar, a qualquer momento.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O conceito VUCA (<em>Volatility<\/em>&nbsp;&ndash; volatilidade,&nbsp;<em>Uncertainty<\/em>&nbsp;&ndash; incerteza,&nbsp;<em>Complexity<\/em>&nbsp;&ndash; complexidade e&nbsp;<em>Ambiguity<\/em>&nbsp;&ndash; ambiguidade), desenvolvido pelo ex&eacute;rcito americano nos anos 90, descreve um mundo cercado por incertezas, constante mudan&ccedil;as, com quest&otilde;es complexas a serem resolvidas. Neste contexto, a tomada de decis&atilde;o e o planejamento estrat&eacute;gico das empresas tornou-se mais complicado, exigindo capacidade de adaptabilidade mais apurada dos gestores.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A pandemia acelerou a evolu&ccedil;&atilde;o do mundo VUCA para o mundo BANI (<em>Brittle<\/em>&nbsp;&ndash; fr&aacute;gil,&nbsp;<em>Anxious<\/em>&nbsp;&ndash; ansioso,&nbsp;<em>Nonlinea<\/em>r &ndash; n&atilde;o linear e&nbsp;<em>Incomprehensible<\/em>&nbsp;&ndash; Incompreens&iacute;vel). Este conceito que passou a ser usado para descrever o mundo p&oacute;s-pandemia, foi desenvolvido pelo antrop&oacute;logo, autor e futurista norte-americano Jamais Cascio.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Enquanto VUCA foi utilizado para nortear empresas em cen&aacute;rios de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, a pandemia descortinou temas mais complexos e com conting&ecirc;ncias mais dram&aacute;ticas, demonstrando a fragilidade da estrat&eacute;gia VUCA. Um percentual muito pequeno das empresas estava preparado para enfrentar o que aconteceu, no mundo todo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O conceito BANI busca endere&ccedil;ar contextos em que as condi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o inst&aacute;veis, e tamb&eacute;m ca&oacute;ticas! Em que os resultados s&atilde;o completamente imprevis&iacute;veis! Situa&ccedil;&otilde;es em que o desfecho n&atilde;o &eacute; simplesmente amb&iacute;guo, mas totalmente &eacute; incompreens&iacute;vel.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para enfrentar essa n&atilde;o linearidade, empresas (empres&aacute;rios\/ executivos\/ profissionais) precisam ser flex&iacute;veis e possuir capacidades adaptativas, estando preparadas para cen&aacute;rios totalmente desconhecidos, tendo agilidade para realizar mudan&ccedil;as r&aacute;pidas e profundas, com tomada de decis&atilde;o&nbsp;<em>just in time<\/em>.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que, neste cen&aacute;rio, e com os avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos e de comunica&ccedil;&atilde;o, startups estejam surgindo para ocuparem espa&ccedil;os de empresas maduras. Empresas incumbentes, l&iacute;deres de mercado, sofrem ataques constantes em seus modelos de neg&oacute;cios, por empresas mais jovens, fundadas por rec&eacute;m-formados com tecnologia de ponta e sistemas financeiros e de neg&oacute;cios integrados inteligentes que tornam os servi&ccedil;os mais baratos, r&aacute;pidos e confi&aacute;veis, e a experiencia dos usu&aacute;rios cada vez melhor.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Afim de manterem suas posi&ccedil;&otilde;es, h&aacute; alguns anos as empresas incumbentes v&ecirc;m adquirindo ou fazendo parcerias com startups. S&atilde;o milhares de casos. Num artigo da Harvard Business Review, os autores estudaram a abordagem de algumas empresas para transforma&ccedil;&otilde;es de mercado, e sugerem que as empresas l&iacute;deres adotem a Abordagem de Dupla Transforma&ccedil;&atilde;o, como fez a Apple (computadores pessoais com designs e ipod\/ itunes\/ iphone), a Xerox (com copiadoras de baixo custo e servi&ccedil;os de gest&atilde;o de documentos) e diversas outras.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A &ldquo;<em>Transforma&ccedil;&atilde;o de Dentro pra Fora<\/em>&rdquo; deve reposicionar o neg&oacute;cio principal, adaptando seu modelo de neg&oacute;cios atual ao mercado alterado. Aqui entra a mudan&ccedil;a da cultura interna, da aboli&ccedil;&atilde;o das cren&ccedil;as limitadoras, do fim do &ldquo;sempre fizemos assim&rdquo;.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A &ldquo;<em>Transforma&ccedil;&atilde;o de Fora pra Dentro<\/em>&rdquo; deve criar um neg&oacute;cio separado e disruptivo para desenvolver as inova&ccedil;&otilde;es que se tornar&atilde;o a fonte de crescimento futuro da organiza&ccedil;&atilde;o. Aqui entra o&nbsp;<em>corporate venture<\/em>, com a aquisi&ccedil;&atilde;o ou parcerias com startups.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O objetivo da&nbsp;<em>Transforma&ccedil;&atilde;o de Dentro pra Fora<\/em>&nbsp;&eacute; encontrar a vantagem competitiva mais forte que seu modelo atual de neg&oacute;cios pode sustentar no mercado em crise.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A&nbsp;<em>Transforma&ccedil;&atilde;o de Fora pra Dentro<\/em>&nbsp;&eacute; a constru&ccedil;&atilde;o de um neg&oacute;cio separado, com sua pr&oacute;pria f&oacute;rmula de sucesso, equipe dedicada, processos distintos e cultura singular. A ideia &eacute; explorar a ruptura, sem ser penalizado pelos legados, requisitos de receita ou pr&aacute;ticas do neg&oacute;cio principal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Atuei em diversos casos de fus&atilde;o de empresas, e minha primeira considera&ccedil;&atilde;o &eacute; entender como ser&aacute; feita a conex&atilde;o cultural das pessoas que ser&atilde;o integradas. Ali&aacute;s, o<em>&nbsp;fit<\/em>&nbsp;cultural deveria ser analisado pari passu com o&nbsp;<em>fit<\/em>&nbsp;estrat&eacute;gico, antes da realiza&ccedil;&atilde;o de um processo de fus&atilde;o ou aquisi&ccedil;&atilde;o, especialmente de startups.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Fui l&iacute;der global de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es de uma empresa de&nbsp;<em>contact center<\/em>&nbsp;(faturamento de R$ 10 bilh&otilde;es, com a&ccedil;&otilde;es listadas na bolsa de NY, controlada por um grande fundo de&nbsp;<em>private equity<\/em>&nbsp;e atua&ccedil;&atilde;o em 14 pa&iacute;ses).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Minha fun&ccedil;&atilde;o era identificar, negociar, adquirir e integrar concorrentes (em regi&otilde;es estrat&eacute;gicas ou com clientes complementares), bem como empresas (startups ou consolidadas) com tecnologias disruptivas, que pudessem ser absorvidas pela minha empresa, e utilizada em nossos clientes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O&nbsp;<em>fit<\/em>&nbsp;cultural na integra&ccedil;&atilde;o de aquisi&ccedil;&otilde;es de concorrentes que j&aacute; atuavam no mesmo segmento n&atilde;o foi t&atilde;o desafiador, pois a cultura j&aacute; era praticamente a mesma (respeitando-se apenas as particularidades regionais e alguns poucos ajustes).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O grande desafio estava em integrar empresas de tecnologia, ainda mais startups, numa corpora&ccedil;&atilde;o que tinha uma in&eacute;rcia muito grande, estruturas organizacionais r&iacute;gidas, modelos de compensa&ccedil;&atilde;o tradicionais.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Enquanto a &aacute;rea comercial da empresa de&nbsp;<em>contact center<\/em>&nbsp;era remunerada por vendas de horas de operadores, as startups tinham como DNA a entrega de efici&ecirc;ncia aos clientes, com menos horas homem e mais softwares e rob&ocirc;s, com intelig&ecirc;ncia artificial.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Com isso, a equipe de vendas da empresa compradora, que tinha 400 clientes ativos ao redor do mundo, ofereceu enorme resist&ecirc;ncia em passar a vender servi&ccedil;os que, apesar de terem margens substancialmente maiores, apresentavam receitas menores.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A alta gest&atilde;o da empresa n&atilde;o estava conseguindo alinhar os interesses da &aacute;rea comercial, que boicotava as startups adquiridas (chegando a colocarem propostas distintas no mesmo cliente, competindo entre si).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Essa excrec&ecirc;ncia somente foi contornada quando a alta gest&atilde;o prop&ocirc;s a mudan&ccedil;a das m&eacute;tricas de remunera&ccedil;&atilde;o para a &aacute;rea comercial, passando a pagar pela margem do projeto. Esse foi apenas um dos diversos desafios enfrentados.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A chave para fazer as duas transforma&ccedil;&otilde;es funcionarem em paralelo &eacute; estabelecer um novo processo organizacional com &ldquo;troca de capacidades&rdquo;, por meio do qual os esfor&ccedil;os paralelos podem compartilhar recursos selecionados, sem alterar a miss&atilde;o ou as opera&ccedil;&otilde;es de qualquer um deles.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Abordagem de Dupla Transforma&ccedil;&atilde;o permite preserva&ccedil;&atilde;o do m&aacute;ximo valor poss&iacute;vel do neg&oacute;cio atual, ao mesmo tempo que concede &agrave; empresa em crescimento o tempo de que ela precisa para se estabelecer.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O que um esfor&ccedil;o de transforma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode realizar sozinho, os dois juntos t&ecirc;m uma chance muito maior de alcan&ccedil;arem. Trata-se de uma estrutura que permite &agrave;s duas organiza&ccedil;&otilde;es viverem juntas e compartilharem seus pontos fortes. Essa &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o da troca de recursos, que coordena os dois esfor&ccedil;os de transforma&ccedil;&atilde;o para que cada um receba o que precisa e seja protegido da interfer&ecirc;ncia do outro.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Abordagem de Dupla Transforma&ccedil;&atilde;o &eacute; feita em 5 passos:<\/p>\n<ol>\n<li>Estabelecer a lideran&ccedil;a &ndash; as transforma&ccedil;&otilde;es devem ser lideradas por apenas algumas poucas pessoas importantes na organiza&ccedil;&atilde;o, normalmente o CEO, o&nbsp;<em>head<\/em>da transforma&ccedil;&atilde;o da empresa incumbente e o l&iacute;der do neg&oacute;cio disruptivo (startup na maior parte dos casos).<\/li>\n<li>Identificar os recursos compartilh&aacute;veis &ndash; quais recursos a startup pode pedir emprestado da incumbente para obter uma vantagem competitiva sobre startups independentes.&nbsp;<em>Branding<\/em>&eacute; o recurso compartilhado mais comum. O marketing, os dados de clientes, design tamb&eacute;m s&atilde;o frequentemente compartilhados. BackOffice administrativo\/ financeiro e departamento jur&iacute;dico tamb&eacute;m podem ser compartilhados.<\/li>\n<li>Criar de equipes compartilhadas &ndash; formar&nbsp;<em>squads<\/em>para atender demandas espec&iacute;ficas de uma ou outra empresa permite mais flexibilidade. Os grupos podem se formar ou se dissolver conforme necess&aacute;rio, com impacto m&iacute;nimo nas opera&ccedil;&otilde;es regulares.<\/li>\n<li>Proteger as fronteiras &ndash; cada organiza&ccedil;&atilde;o deve operar como se o futuro da empresa dependesse apenas dela. Isso significa impedir que os funcion&aacute;rios da empresa l&iacute;der tentem se intrometer ou mesmo sabotar os novos neg&oacute;cios disruptivos. Tamb&eacute;m &eacute; importante evitar sangrar o neg&oacute;cio corrente para sustentar o novo neg&oacute;cio. A contabilidade de cada neg&oacute;cio deve ser mantida estritamente separada.<\/li>\n<li>Escalar e promover o novo neg&oacute;cio &ndash; se tudo correr bem, a empresa disruptiva deve receber uma parcela cada vez maior dos recursos e da aten&ccedil;&atilde;o corporativa. Por mais dif&iacute;cil que seja realizar esse tipo de transforma&ccedil;&atilde;o, pode ser ainda mais dif&iacute;cil fazer com que os stakeholders externos a aceitem. Portanto, a alta administra&ccedil;&atilde;o deve colocar o novo neg&oacute;cio nos holofotes ao promover a vis&atilde;o e as perspectivas da empresa incumbente. Caso contr&aacute;rio, os mercados e os clientes n&atilde;o ver&atilde;o a evolu&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o como um todo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Deparar-se com empresas &agrave; beira de sofrerem ruptura est&aacute; se tornando cada vez mais f&aacute;cil. A pesquisa realizada e publicada na HBR mostra que a expectativa de vida corporativa est&aacute; diminuindo: em 1958, o tempo m&eacute;dio que uma empresa permanecia no ranking S&amp;P 500 era de 61 anos; em 1980, caiu para 25 anos. Hoje s&atilde;o apenas 18 anos.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Esses n&uacute;meros sugerem que, &agrave; medida que as empresas crescem, elas precisam desenvolver uma maneira melhor de gerenciar as mudan&ccedil;as &ndash; um processo confi&aacute;vel que lhes permita mudar de marcha sem desmoronar, o que por enquanto ainda n&atilde;o est&aacute; sendo praticado na grande maioria das empresas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O que vejo bastante &eacute; o fuzu&ecirc; e a m&iacute;dia gerada pela aquisi&ccedil;&atilde;o, frequentemente a m&uacute;ltiplos elevad&iacute;ssimos, mas com pouco resultado efetivo. A estrutura para absorver uma ou m&uacute;ltiplas startups n&atilde;o &eacute; trivial. Vivi isso na pele.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Abordagem de Dupla Transforma&ccedil;&atilde;o pode permitir que empresas n&atilde;o apenas sobrevivam aos pr&oacute;ximos desafios disruptivos, mas tamb&eacute;m aproveitem as essas oportunidades de forma cont&iacute;nua para construir empresas novas que possam prosperar.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A abordagem convencional, a integra&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada, ir&aacute; gerar no curto prazo algum aumento no pre&ccedil;o da a&ccedil;&atilde;o (especula&ccedil;&atilde;o alavancada na m&iacute;dia\/ expectativa irrealista &ndash; na maioria dos casos &ndash; de sinergias e crescimento futuro), consumo de caixa (ou&nbsp;<em>equity swap<\/em>), mas destrui&ccedil;&atilde;o de valor no longo prazo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Fontes: Rebuild your core while you reinvent your business model, by Clark Gilbert, Matthew Eyring, and Richard N. Foster. Harvard Business review.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*<strong>Estev&atilde;o Rocha<\/strong>&nbsp;&eacute; professor de Turnaround na FIA Business School. Engenheiro naval (Poli\/USP), extens&atilde;o em economia (Harvard), finan&ccedil;as e marketing (FEA\/USP), tecnologia (Singularty University), mestrando (University of Liverpool). Foi head global de M&amp;A da Atento (NYSE), reestruturador de empresas pela KPMG e IVIX, diretor da G4S (LSE) e associado no private equity Artesia. Assessorou mais de uma centena de empresas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Estevao Seccatto* J&aacute; inicio dizendo que esta &eacute; uma das f&oacute;rmulas existentes para transforma&ccedil;&atilde;o empresarial&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[21201,1],"tags":[192],"class_list":["post-337746","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaques","category-eventos","tag-negocios","wpcat-21201-id","wpcat-1-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/337746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=337746"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/337746\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=337746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=337746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redepress.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=337746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}