Release: Lina Tag Lança Disco Autobiográfico que Transforma Memória em Cena

Release: Lina Tag Lança Disco Autobiográfico que Transforma Memória em Cena

Projeto indie pop foi criado ao longo de seis anos e transforma memórias pessoais em experiência sensorial.

 

A cantora e compositora Lina Tag lança entre janeiro e fevereiro seu novo disco, num formato voz e violão, ao vivo e sem cortes, feito no famoso Estúdio Central, uma obra Indie Pop autobiográfica construída ao longo de seis anos de pesquisa musical, poética e performática. Com 9 faixas, o álbum narra diferentes momentos da vida da artista, misturando memórias e fantasias que se transfiguram em letras imagéticas, melodias sensíveis e uma expressão vocal profundamente presente. Cada faixa se torna uma pequena cápsula temporal, criando um cenário surrealista e sensorial.

  

O disco é assinado por Lina Tag e pelo violonista Romulo Fernandes, parceiros de composição desde 2020. O processo de criação se estendeu por anos de encontros, experimentações e reelaborações, sempre guiados por uma estética que valoriza a sinceridade e afeto. A obra desdobra-se também em projetos multilinguagens, como videoclipes e shows, sob Direção Geral de Luciana Elias, pesquisadora de Butoh com mais de 15 anos de trajetória internacional e bailarina membro do CID UNESCO.

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Versão Acústica e Ao Vivo, A Vida Sem Edição:

Paralelamente ao lançamento do  disco oficial, cheio de camadas, synths e texturas, a equipe decidiu registrar todas as faixas em uma versão acústica. A proposta tomou forma em uma imersão intensa de 24 horas no Estúdio Central, onde todas as músicas foram captadas em áudio e vídeo sem cortes ou edições, um gesto artístico que prioriza o instante, a imperfeição, o risco e a humanidade da performance real.

  

A escolha por não editar reflete um princípio central da estética de Lina: a crença de que a vida já é suficientemente rica e complexa.

  

 

Quem é Lina Tag?

Lina Tag é uma das vozes amarelas mais potentes e singulares da nova cena artística brasileira. Multiartista, cantora e compositora, Lina constrói sua trajetória com sensibilidade e poesia, explorando temas como étnico-racialidade, sexualidade e saúde mental. Nos últimos anos, tem se destacado em projetos culturais de grande relevância: foi uma das vozes originais do filme “O Meu Avô Nihonjin”, cantou na abertura e encerramento do desfile da marca Shitsurei na Casa de Criadores 2025, foi uma das cantoras/compositoras no espetáculo Nipobrasilidades no Sesc 24 de Maio e integra o elenco da peça “Muitas Ondas São o Mar”, dirigida por Key Sawao, todas produções que dialogam com questões de raça e etnia nipo-brasileiras. Em 2021, a artista recebeu o prêmio de Melhor Cantora no Cawcine pelo clipe “Brancos Corais”, e o vídeo “Moça, veja bem” foi exibido em festivais internacionais como o Rio WebFest e o Salão Internacional de Artes VemSac, em Lisboa.

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