Cinco tecnologias que vão definir a competitividade das empresas em 2026

Inteligência Artificial (IA), Cloud e Cibersegurança lideram os investimentos do próximo ano, segundo a TIVIT

 

Janeiro de 2026 – A transformação digital avançou de forma acelerada em 2025 e seguirá em ritmo intenso nos próximos anos. Em 2026, o diferencial competitivo das empresas não estará apenas na adoção de novas tecnologias, mas na capacidade de integrá-las de forma estratégica, segura e com impacto real no negócio. A Inteligência Artificial (IA) continuará no centro das decisões corporativas, ao lado de iniciativas em nuvem, cibersegurança, sustentabilidade digital e desenvolvimento de talentos.

 

De acordo com um estudo da International Data Corporation (IDC), até 2027 metade das empresas globais deverá utilizar agentes de IA para redefinir a colaboração entre humanos e máquinas. Já até 2030, cerca de 45% das organizações contarão com frotas de agentes de IA para acelerar operações e fortalecer a governança. Para a TIVIT, empresa do grupo Almaviva e provedora de serviços de tecnologia na América Latina, esse avanço torna ainda mais relevantes os investimentos em cloud e cibersegurança como base para a evolução dos negócios.

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“A Inteligência Artificial será a espinha dorsal dos negócios em 2026, mas o grande desafio estará em escalar essas soluções com governança, segurança e responsabilidade”, afirma George Bem, CTO da TIVIT. “A IA deixou de ser um experimento isolado e passou a ser um elemento integrado a processos, produtos e decisões estratégicas, exigindo cuidado com dados, ética e impacto nas pessoas.”

 

Com base nesse cenário, o executivo destaca cinco frentes tecnológicas que devem concentrar a atenção das empresas em 2026:

 

Inteligência Artificial integrada e escalável: a IA segue como principal motor de transformação em 2026, impulsionando automação, eficiência operacional e novos modelos de negócio. Soluções como AIOps, SOCs inteligentes, RPA e assistentes corporativos ganham escala, reduzindo custos, erros e tempo de resposta. O foco, no entanto, migra da experimentação para a integração com sistemas legados, governança de dados, segurança dos modelos e enfrentamento de temas críticos como privacidade, vieses algorítmicos, transparência e impacto humano.

 

Cloud como fundação da transformação: a modernização de ambientes de TI seguirá acelerada, impulsionada principalmente pelas demandas da IA. Aplicações legadas tendem a migrar para arquiteturas em nuvem — públicas, privadas ou híbridas — capazes de oferecer elasticidade, desempenho e controle. A crescente presença de data centers no Brasil e na América Latina amplia o acesso à nuvem e fortalece discussões sobre soberania e proteção de dados sensíveis, especialmente em setores regulados e no setor público.

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Cibersegurança como condição de confiança: com o aumento do uso de dados, automação e IA, a cibersegurança se consolida como elemento central da estratégia empresarial. A evolução dos Centros de Operações de Segurança (SOCs) no Brasil permitirá monitoramento contínuo de ambientes internos e externos, gestão de identidades, proteção de dados em trânsito e em repouso, detecção de comportamentos anômalos e atendimento a requisitos de compliance. Em 2026, a segurança deixa de ser suporte e passa a ser condição para a inovação.

 

Sustentabilidade digital integrada à tecnologia: a sustentabilidade digital ganha espaço definitivo na agenda corporativa. Projetos de modernização tecnológica passam a incorporar métricas de eficiência energética, redução de hardware, migração para nuvem com cálculo de impacto de CO₂ e uso de arquiteturas serverless e automação. Dashboards de carbono, consumo de energia e eficiência por workload tornam-se ferramentas estratégicas para decisões regulatórias, auditorias e relatórios ESG.

 

Investimento em talentos e cultura digital: a evolução tecnológica exige profissionais capacitados para operar ambientes cada vez mais complexos. Em 2026, o investimento em pessoas será decisivo para alinhar competências humanas às novas demandas digitais. A formação contínua e o desenvolvimento de uma cultura orientada à inovação tornam-se fatores críticos para sustentar o crescimento e capturar valor das novas tecnologias.

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Com múltiplas frentes evoluindo simultaneamente, 2026 se apresenta como um ano decisivo para empresas que buscam avançar em eficiência, inovação e competitividade. “O momento exige uma visão integrada, que conecte tecnologia, segurança, sustentabilidade e pessoas”. As organizações que conseguirem equilibrar esses pilares estarão mais preparadas para enfrentar as transformações que já estão em curso.”, conclui George Bem.